pára a vida. escrevi textinho meloso pensando na pessoa e achando que ela vai ler e entender.
cês entenderam quando eu disse que 2012 tava cagaço? então, não tenho mais esperanças de que melhore.
melhor que parar de ouvir Cemitério das Boas Intenções e Esteban, por que né, com celular na minha frente, crédito e número do ser tão disponível assim... dá merda.
31 de janeiro de 2012
2012, 1º K e eu.
É a vida. A vida que não curte meu lifestyle. É a vida que não deixa eu conhecer pessoas que sejam interessantes e como eu e que morem na mesma cidade que eu. É a vida que não quer que eu tenha um bom ano letivo. É a vida...
Eu acho que eu tenho algum distúrbio psicológico de nunca me contentar com nada. Nunca. Eu nunca acho que as coisas estão boas o bastante e adoro colocar defeito. Ainda mais em coisas que eu faço. E em pessoas. Sempre, em todo o ser vivo desse mundo, vai ter algo nele que me irrite. É impossível de eu achar alguém, que eu conheça e conviva, legal, sem falhas muito perceptíveis e aturável. Não existe. Acho que nunca vai existir esse tipo de gente, e se existe eu só vou conhecer do outro lado da vida, por que o destino enquanto eu estiver viva, respirando e sendo real para todos, não vai deixar eu conhecer alguém assim.
2012 começou um completo cagaço pra mim. Só pra deixar claro. Todo ano começa cagaço pra mim. Mas de qualquer forma eu sempre tenho o pensamento idiota de que as coisas vão dar certo. Em algum ponto dessa minha vida de tristezas e pagação de pecados que eu nunca vou cometer ou que eu cometi em vidas passadas e morri muito cedo pra pagar todos eles e foram se acumulando por... várias vidas, eu sempre acho que as coisas vão dar certo. Por que sou besta né. Coisas darem certo? Só sonhando morecos. Nem sonhando, por que eu prefiro ter pesadelos. Vai, entender, o ser humano que vos escreve. Não tentem, é difícil.
Enfim. 2012 começou cagaço, continuou cagaço e pelo visto não mudará.
Mudei de escola, caso vocês não saibam. Mas não mudei de turma. Não vou explicar isso por que é um saco. Ou seja: Pessoas que eu odiei durante 2011 e 2010 vão continuar sendo odiadas por mim em 2012 por que algum santo troller quis assim. Me lembrem de agradecer a Deus por todas as pessoas espetaculares que ele colocou na minha vida logo às 7 da manhã. Se é que aquilo são... Pessoas. Pra mim são servidores do demônio vindos direto do inferno para me lembrar que eu não sou uma boa pessoa como deveria ser.
E é assim que as coisas sempre funcionaram na minha vida: Eu sempre achei que poderia melhorar. Não ser tão ruim quanto parece. Sempre tive a impressão de que as coisas dariam certo, desde que eu acreditasse que dariam. Eu sempre quis que pelo menos as coisas fossem menos como elas são realmente e mais como elas são na minha cabeça. Mas tudo bem, não é.
Ano novo, vida velha, pessoas velhas, e velhas frustrações. Talvez eu possa simplesmente ignorar as pessoas que eu odeio (lá vou eu pensar em coisas que eu nunca conseguirei na vida, por que se existe algo em que minha atenção se prende... É em quando eu não gosto de algo). Eu sempre me distraio com pequenos detalhes, e pessoas pequenas fazem coisas pequenas, então ao invés de decorar a fórmula do quadro, eu fico olhando ao redor da sala pra perceber o que as pessoas estão fazendo. E nunca é algo... Bom. Outra capacidade especial que eu tenho: Ouço conversa das pessoas e mesmo não estando parecendo, fico ouvindo a conversa até achar algo mais legal para se fazer.
E eu não quero passar outro ano com fones de ouvido e a cara enfiada em algum livro. Primeiro ano e tal, acho que tá na hora de ser mais sociável com pessoas... Como eu. Se é que esse tipo de gente existe.
Mas, deixando toda a mágoa e o ódio e Tate Langdon prepared for the noble war com Twisted Nerve para trás... As coisas vão melhorar. As coisas serão boas. Pessoas melhores aparecerão. E eu vou conhecer elas... (sabe aquela história de que se repetir muito algo vira realidade? Vou tentar descobrir se é verdade).
Eu acho que eu tenho algum distúrbio psicológico de nunca me contentar com nada. Nunca. Eu nunca acho que as coisas estão boas o bastante e adoro colocar defeito. Ainda mais em coisas que eu faço. E em pessoas. Sempre, em todo o ser vivo desse mundo, vai ter algo nele que me irrite. É impossível de eu achar alguém, que eu conheça e conviva, legal, sem falhas muito perceptíveis e aturável. Não existe. Acho que nunca vai existir esse tipo de gente, e se existe eu só vou conhecer do outro lado da vida, por que o destino enquanto eu estiver viva, respirando e sendo real para todos, não vai deixar eu conhecer alguém assim.
2012 começou um completo cagaço pra mim. Só pra deixar claro. Todo ano começa cagaço pra mim. Mas de qualquer forma eu sempre tenho o pensamento idiota de que as coisas vão dar certo. Em algum ponto dessa minha vida de tristezas e pagação de pecados que eu nunca vou cometer ou que eu cometi em vidas passadas e morri muito cedo pra pagar todos eles e foram se acumulando por... várias vidas, eu sempre acho que as coisas vão dar certo. Por que sou besta né. Coisas darem certo? Só sonhando morecos. Nem sonhando, por que eu prefiro ter pesadelos. Vai, entender, o ser humano que vos escreve. Não tentem, é difícil.
Enfim. 2012 começou cagaço, continuou cagaço e pelo visto não mudará.
Mudei de escola, caso vocês não saibam. Mas não mudei de turma. Não vou explicar isso por que é um saco. Ou seja: Pessoas que eu odiei durante 2011 e 2010 vão continuar sendo odiadas por mim em 2012 por que algum santo troller quis assim. Me lembrem de agradecer a Deus por todas as pessoas espetaculares que ele colocou na minha vida logo às 7 da manhã. Se é que aquilo são... Pessoas. Pra mim são servidores do demônio vindos direto do inferno para me lembrar que eu não sou uma boa pessoa como deveria ser.
E é assim que as coisas sempre funcionaram na minha vida: Eu sempre achei que poderia melhorar. Não ser tão ruim quanto parece. Sempre tive a impressão de que as coisas dariam certo, desde que eu acreditasse que dariam. Eu sempre quis que pelo menos as coisas fossem menos como elas são realmente e mais como elas são na minha cabeça. Mas tudo bem, não é.
Ano novo, vida velha, pessoas velhas, e velhas frustrações. Talvez eu possa simplesmente ignorar as pessoas que eu odeio (lá vou eu pensar em coisas que eu nunca conseguirei na vida, por que se existe algo em que minha atenção se prende... É em quando eu não gosto de algo). Eu sempre me distraio com pequenos detalhes, e pessoas pequenas fazem coisas pequenas, então ao invés de decorar a fórmula do quadro, eu fico olhando ao redor da sala pra perceber o que as pessoas estão fazendo. E nunca é algo... Bom. Outra capacidade especial que eu tenho: Ouço conversa das pessoas e mesmo não estando parecendo, fico ouvindo a conversa até achar algo mais legal para se fazer.
E eu não quero passar outro ano com fones de ouvido e a cara enfiada em algum livro. Primeiro ano e tal, acho que tá na hora de ser mais sociável com pessoas... Como eu. Se é que esse tipo de gente existe.
Mas, deixando toda a mágoa e o ódio e Tate Langdon prepared for the noble war com Twisted Nerve para trás... As coisas vão melhorar. As coisas serão boas. Pessoas melhores aparecerão. E eu vou conhecer elas... (sabe aquela história de que se repetir muito algo vira realidade? Vou tentar descobrir se é verdade).
27 de janeiro de 2012
Coração de gelo uma hora derrete
Ei, Discrepância. Quanto tempo, não? Sei que fiquei alguns dias sem saber da tua vida, mas foi preciso. Seu amor me lembra minha dor, sua dor aumenta a minha. Sabes que és meu tradutor de sentimentos, o que engasgo aqui, tu escreve perfeitamente igual ao que sinto.
Sei bem como é viver assim. Um sonho lindo quando o céu escurece, e um pesadelo quando a aurora aparece. Sei como é procurar um sentimento em corpos diferentes, pensar que encontrou, mas descobrir que foi só uma decepção.
É sempre ela, não? É sempre a mesma dor, o mesmo motivo. Passo por isso também. Ninguém faz você se sentir igual ela já fez. Ninguém. E de qualquer jeito ela acaba voltando, bagunça sua cabeça e decide que precisa ir embora, não se importa com aquilo que sente, nem mesmo se sente. Finge que nunca tiveram nada, ou faz tudo para se convencer que é melhor esquecer. Acha que o tempo vai curar.
Eu não seria como ela que te deixa partir. Ninguém merece essa dor que está aí dentro. Sei que coloca um sorriso no rosto, e diz pra todos que etá bem. Procura em outros braços e aceita o que quiserem te dar. Mas não é o suficiente. E quando ela aparece te dando migalhas você aceita como se o mundo dependesse daquilo. Mas o seu depende, não é? E a dor não te deixa. Você tenta puxar novos ares, mas esses ares parecem te asfixiar. Acontece, não? Coração de gelo uma hora derrete. Ou se despedaça e nunca mais é o mesmo. Sempre acaba faltando um pedaço. Aquele pedaço que só ela poderia trazer de volta. Mas uma hora cura, não é o que dizem? Tem que curar.
Salvo em mim aquilo que ainda não se drogou com essa piedade tóxica. Espero que salve em ti aquilo que ainda pulsa e te faz acordar todos os dias. Não o sangue parado sob o hematoma, mas o sangue limpo que te mantem vivo.
Não te digo para esquecer, mas deixe de lado. Enquanto tu clama para que ela volte, existe alguém que precisa que tu entre na vida dela. Sempre existiu, mas tu tava ocupado demais procurando outras coisas.
Tenho que ir agora, amigo Discrepância. Antes que meus problemas cheguem. Deixo só o apelo para que um dia consigamos esquecer. Quem sabe um dia, o Destino resolva nos dar a cura. Até lá eu espero mais uma Segunda-Feira.
E Lembra: Tu não me vê, mas eu te curto.
Sei bem como é viver assim. Um sonho lindo quando o céu escurece, e um pesadelo quando a aurora aparece. Sei como é procurar um sentimento em corpos diferentes, pensar que encontrou, mas descobrir que foi só uma decepção.
É sempre ela, não? É sempre a mesma dor, o mesmo motivo. Passo por isso também. Ninguém faz você se sentir igual ela já fez. Ninguém. E de qualquer jeito ela acaba voltando, bagunça sua cabeça e decide que precisa ir embora, não se importa com aquilo que sente, nem mesmo se sente. Finge que nunca tiveram nada, ou faz tudo para se convencer que é melhor esquecer. Acha que o tempo vai curar.
Eu não seria como ela que te deixa partir. Ninguém merece essa dor que está aí dentro. Sei que coloca um sorriso no rosto, e diz pra todos que etá bem. Procura em outros braços e aceita o que quiserem te dar. Mas não é o suficiente. E quando ela aparece te dando migalhas você aceita como se o mundo dependesse daquilo. Mas o seu depende, não é? E a dor não te deixa. Você tenta puxar novos ares, mas esses ares parecem te asfixiar. Acontece, não? Coração de gelo uma hora derrete. Ou se despedaça e nunca mais é o mesmo. Sempre acaba faltando um pedaço. Aquele pedaço que só ela poderia trazer de volta. Mas uma hora cura, não é o que dizem? Tem que curar.
Salvo em mim aquilo que ainda não se drogou com essa piedade tóxica. Espero que salve em ti aquilo que ainda pulsa e te faz acordar todos os dias. Não o sangue parado sob o hematoma, mas o sangue limpo que te mantem vivo.
Não te digo para esquecer, mas deixe de lado. Enquanto tu clama para que ela volte, existe alguém que precisa que tu entre na vida dela. Sempre existiu, mas tu tava ocupado demais procurando outras coisas.
Tenho que ir agora, amigo Discrepância. Antes que meus problemas cheguem. Deixo só o apelo para que um dia consigamos esquecer. Quem sabe um dia, o Destino resolva nos dar a cura. Até lá eu espero mais uma Segunda-Feira.
E Lembra: Tu não me vê, mas eu te curto.
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meu xodó
Olha, já não é a primeira vez que eu penso nisso. Acho que não está dando certo. Algumas coisas não batem, os pensamentos são diferentes, as necessidades continuam sendo necessidades e os olhares de fora sempre são mais interessantes. Sei que essa não é a atitude certa, sei que eu tô errada. Errada pra caralho, por que durante esse tempo todo eu só usei, usei, usei e nunca dei nada em troca. E isso é errado. Errado pra cacete, mas eu não consigo parar. Alguma coisa sempre entala as palavras na minha garganta e tudo fica mais bonito na minha cabeça. Vou acumulando, esperando, observando, e nada de perceberem. As coisas não dão certo. Nada dá certo. Nada parece estar no lugar certo. Todos dizem que somos lindos, engraçados. Mais nos batemos do que ficamos juntos. Mas ficamos, não é? E quando ficamos é bom. Deve ser pra você. Não sei. Mas não sei se é o certo. Minha mãe diz que eu mereço coisa melhor. Minhas amigas dizem que eu mereço coisa melhor. Até eu acho que mereço coisa melhor. Tá, desculpa. Mereço algo mais que você ainda não descobriu como me dar. E é foda, sabia? Você passar todos os dias esperando uma surpresa e ser a mesma coisa de sempre. Mentira, tem surpresas. Mas são ruins. Quero algo bom. Pra mim. Que eu me sinta especial com isso. Que eu me sinta bem com isso. Mas parece que tá bom assim pra você. Ter essa minha pouca metade estando com você todos os dias. Parece que você se contenta com aquele mínimo que eu te dou. Mentira, você não se contenta, mas não arrisca em pegar mais. Não arrisca porra nenhuma e fim. Não vai além. Faz o de sempre e chega. Caralho. Caralho, você não vê que não é o suficiente? Faz alguma coisa nova. Me surpreende. Cresce, quem sabe. Digo, mentalmente, na altura você já tá grande demais. Mas às vezes parece uma criança. É ridículo. É. Tá, desculpa, eu não deveria ter dito isso. Só não pergunta por que eu escrevi isso. Já tô cansada de ter sempre os mesmo pensamentos e nunca conseguir dizer. Eu nunca digo nada, né? Você já percebeu. Você também não. Se tá bom, tá bom. Se tá ruim, a gente finge que tá tudo bem. Porra. Mas vai lá, fica com elas e me deixa aqui. Quando você voltar eu falo tudo isso na sua cara. E é pra você ficar quieto, por que se você começar a falar eu vou me estressar e paro de dizer isso tudo. Mas então, deixa assim mesmo. Enquanto a coragem não aparecer, finge que você nunca leu isso, e eu nunca pensei nesse assunto. Finge que tá tudo bem, como a gente sempre fez. Manter as aparências. Tá, esquece tudo o que eu escrevi. Eu só não digo por saber que vou me arrepender depois. Mas foda-se. Esquece. Esquece igual tudo o que eu já te disse e já te escrevi. Esquece a aliança em casa e acha alguém melhor. Termina comigo você, quem sabe. Ou me faz mudar de idéia. Sei lá, faz alguma coisa. Comigo. Ou simplesmente pensa que isso foi tudo um sonho e que eu vou acordar do seu lado na manhã seguinte. Esquece, então. É melhor. Só precisava por isso pra fora. Desculpa se falei merda demais, eu só penso em merdas demais. Ignora. Ei, não fica bravo, eu ainda gosto de você. É, eu gosto. Enfim, eu nunca te disse nada disso e vem me ver logo. Tô te esperando.
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tenho medo,
textos do tumblr
26 de janeiro de 2012
Libertando o Tate Langdon que existe em mim.
Fãs de AHS sentiriam medo.
Acho válido qualquer um sentir medo.
Acho que esse meu lado destruidor de felicidades alheias está ficando cada vez maior. Mas não tô afim da SWAT vindo bater na porta da minha casa.
Tudo isso veio a tona quando eu percebi uma coisa: Eu vou pra escola onde todas as pessoas nojentas e chatas e insuportáveis da minha antiga também vão. LINDO, quase chorei. De ódio, claro. Eu tenho esse lindo e querido instinto a odiar toda e qualquer pessoa que eu conviva por mais de um ano. São raríssimas as exceções de pessoas que eu vejo a cara quase todos os dias e ainda gosto da pessoa. De resto eu libero meu lado Tate. Mentira, o Tate é legal com as pessoas. Só libero o lado Tate quando pensamentos psicopáticos atingem minha mente. De resto sou meio Violet sem a parte do suicídio.
Sim, sim. Eu ainda odeio todo o romance de AHS, mas os personagens são bons com meu ódio por eles ou não. Na verdade meu ódio são meus fãs do romance, então tudo bem eu ficar aqui divagando sobre o quanto de Violate (PELAS PERSONALIDADES, OK) existe em mim.
Eu não suporto metade das pessoas que vou conhecer lá, e não importa que a escola tenha 40 classes, só de saber que eu corro o risco de cair na mesma classe que as pessoas que eu menos suporto nessa vida já me dá vontade de sair gritando pela rua.
Se bem que reza a lenda que existem boas pessoas por lá. Não boas pessoas (se eu vou pra um lugar desses, com pessoas que eu odeio, impossível de ter gente REALMENTE boa lá, risos), mas pessoas aturáveis com o mesmo gosto sombrio como o meu. Tenho dom de nunca achar gente assim, e quando acho mora do outro lado do mundo ou quase.
Enfim, a unica certeza dessa vida é que na segunda eu fico sabendo que eu me preparo ou não nas maquiagens de zombie girl e arrumo uma daquelas caixinhas que os funkeiros usam pra atormentar as pessoas e saio pelos corredores da escola ao som de Twisted Nerve, à lá cena do Pilot de American Horror Story.
Rezem pelas almas que eu ei de atormentar em 2012. Afinal, é o ano da profecia (sim, claro, sempre é). Eu tenho que fazer alguma coisa que seja bom. Pra mim.
Acho válido qualquer um sentir medo.
Acho que esse meu lado destruidor de felicidades alheias está ficando cada vez maior. Mas não tô afim da SWAT vindo bater na porta da minha casa.
Tudo isso veio a tona quando eu percebi uma coisa: Eu vou pra escola onde todas as pessoas nojentas e chatas e insuportáveis da minha antiga também vão. LINDO, quase chorei. De ódio, claro. Eu tenho esse lindo e querido instinto a odiar toda e qualquer pessoa que eu conviva por mais de um ano. São raríssimas as exceções de pessoas que eu vejo a cara quase todos os dias e ainda gosto da pessoa. De resto eu libero meu lado Tate. Mentira, o Tate é legal com as pessoas. Só libero o lado Tate quando pensamentos psicopáticos atingem minha mente. De resto sou meio Violet sem a parte do suicídio.
Sim, sim. Eu ainda odeio todo o romance de AHS, mas os personagens são bons com meu ódio por eles ou não. Na verdade meu ódio são meus fãs do romance, então tudo bem eu ficar aqui divagando sobre o quanto de Violate (PELAS PERSONALIDADES, OK) existe em mim.
Eu não suporto metade das pessoas que vou conhecer lá, e não importa que a escola tenha 40 classes, só de saber que eu corro o risco de cair na mesma classe que as pessoas que eu menos suporto nessa vida já me dá vontade de sair gritando pela rua.
Se bem que reza a lenda que existem boas pessoas por lá. Não boas pessoas (se eu vou pra um lugar desses, com pessoas que eu odeio, impossível de ter gente REALMENTE boa lá, risos), mas pessoas aturáveis com o mesmo gosto sombrio como o meu. Tenho dom de nunca achar gente assim, e quando acho mora do outro lado do mundo ou quase.
Enfim, a unica certeza dessa vida é que na segunda eu fico sabendo que eu me preparo ou não nas maquiagens de zombie girl e arrumo uma daquelas caixinhas que os funkeiros usam pra atormentar as pessoas e saio pelos corredores da escola ao som de Twisted Nerve, à lá cena do Pilot de American Horror Story.
Rezem pelas almas que eu ei de atormentar em 2012. Afinal, é o ano da profecia (sim, claro, sempre é). Eu tenho que fazer alguma coisa que seja bom. Pra mim.
25 de janeiro de 2012
tô vendo tanta gente se perdendo por aí. ou sou eu que ando na linha reta demais. se bem que às vezes algumas coisas saem do controle. se bem que às vezes eu me perco também. mas acho que já tem gente que nem lembra mais onde é que fica a estrada. eu pelo menos tento seguir o caminho. só queria que não me pedissem conselho quando tropeçassem em um poço por aí.
tem gente se perdendo e eu só espero que eu nunca me perca como eles.
tem gente se perdendo e eu só espero que eu nunca me perca como eles.
22 de janeiro de 2012
Sobre os azuis (de verdade)
Sei que eu disse que ainda não estava preparada para escrever algo assim, tão recente, mas quem sabe se eu compartilhar com alguém isso tudo não vai embora, não é?
Venho que distraindo com pequenas coisas e espero que um dia eu esqueça, de repente assim, toda essa loucura que eu mesma procurei pra mim. É estranho quando digo algo sobre isso, parece tão insignificante, ou até mesmo tão infantil. Talvez sempre esteve na minha frente e eu nunca percebi. Não sei.
Lembro que era agosto e que eram azuis. Queria-os, mas não de verdade. Eram simplesmente por diversão,. mas acabei pedindo do mesmo modo, e não foram aqueles os que recebi. Vieram outros azuis, cada qual com um significado, mas sempre azuis. Verdes são significam nada, nem mesmo os pretos. Às vezes podem ser mais intensos, mas nunca tão importantes como os azuis.
Até hoje tento entender o que aconteceu. Talvez fosse algo que já estivesse escrito em alguma página da minha vida, e eu nunca dei muita importância, até que eu percebi que as coisas não seriam mais tão fáceis assim. Não seria tão fácil deixar para trás, esquecer. E até hoje acho difícil passar do lado de alguns azuis e não sentir que ainda existe um sentimento inacabado. Talvez eu só devesse cortar tudo pela raiz e não deixar ponta algo sobrando. São de pontas soltas que laços se reatam. Talvez eu não queria mais isso.
Estranho quando a gente quer tanto uma coisa, e quando só tem coisas derivadas daquilo, percebe que não quer mais. Incrível a capacidade humana que simplesmente usar e enjoar. Não que seja meu caso, mas eu não quero mais me iludir por coisas tão claras. Que talvez nunca devessem ser minhas. Ou que talvez até devessem. Não sou que decido, não é? Eu apenas escrevo coisas banais e arco com as consequências.
Seria irônico se eu os procurasse, mas não. Eles aparecem. Sabe aquelas situações engraçadas de quando a gente gosta tanto de uma coisa, que essa coisa aparece em todos os lugares? Você vê suas coisas preferidas em qualquer lugar, e acha que isso significa algo. Às vezes é só sua mente projetando essas ilusões, e eu queria que fosse assim com os azuis, mas não. São sempre os que mais importam, e os que mais fazem falta. Não sei se eu iria encontrá-los se eu os quisesse tanto, não sei iria conseguir substituir um azul por outro. Não sei quando foi que eu percebi que isso fazia parte de mim.
Mas eles estão sempre lá. Nas músicas, nos filmes, nos textos que eu leio. Tento ignorá-los, mas sempre aparecem na minha frente como bons amigos, dando conselhos e querendo me fazer rir. Querem me fazer bem! Aquilo que mais te persegue e te assombra tenta te fazer bem. Já ouviu história parecida? É tanta ironia que eu já nem sei mais se é real ou se eu apenas sonho com isso. Mas, veja bem, a confusão que eu sempre senti não é de mentira.
Irônico também são todas as coisas que eu prefiro são azuis. Tem uma casa no centro da minha cidade que é velha e azul. Acho ela a casa mais linda da cidade toda, e sempre disse que, quando eu tiver dinheiro e for mais velha, se a casa ainda existir e estiver a venda, vou comprá-la. Retocar o lindo azul bebê da casa, e vou amar viver em uma casa que o assoalho é de madeira bem velha e que ranja. Meu sonho.
E tem modelos de celulares, sapatos, roupas. Até uma das minhas cores preferidas de esmalte é azul. Mas nem sempre os tenho.
Os azuis, os importantes azuis que nunca me pertenceram, não estão mais aqui. Acho que nunca estiveram. Tudo coisa da minha cabeça... Mas acabo, sem procurar, os achando. Sem querer, pra ser franca. Sempre caio, sempre imagino. Azul, te acho em algum verde ou cinza. Em alguns tons azuis continuo caminhando. Apesar de não saber apreciar um lindo céu aberto, nem um mar limpo, vou os encontrando em todos os lugares, pessoas e desejos. Nunca roxos, amarelos ou vermelhos. Talvez me perca em alguns verdes, mas, para mim, serão sempre azuis.
(a parte linkada não é minha, não achei outra forma de dar os créditos, desculpem.)
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