é só que... parece ainda que... eu não sei mais se... é isso. eu só não sei se acredito mesmo ou se é... eu não sei mesmo. talvez seja melhor fingir que não aconteceu e...
tudo bem, eu não consigo fingir que não aconteceu.
30 de março de 2012
28 de março de 2012
mas aí...
(esse post é totalmente materialista, eu sou apegada demais às minhas pequenas coisas, então relevem)
eu consegui estragar o meu fone mais fiel da vida, eu tinha ele há quase 3 anos e hoje, finalmente, eu consegui terminar de estragar ele. acho que uma parte da minha audição morreu com ele nessa hora. e boa parte da minha criatividade e de mim mesma acho que acabou indo embora. e isso foi só o começo, às 7:20 da manhã.
logo que, na terceira aula, lá pelas 8:58 eu fui elegantemente expulsa da sala de aula, apenas por quê as pessoas que curtem ficar vagando pela escola decidiram "ajudar a carregar livros". sim, umas 30 pessoas pra carregar 10 livros. o professor surtou e não deixou a gente voltar pra aula, isso porquê eu e minha amiga que estávamos realmente carregando os livros tínhamos permissão e tal. pelo menos tive um intervalo de mais de uma hora. mas faz parte, também.
e aí tiveram umas gurias sendo meio dorgadas e falando merda sobre eu estar com a blusa de alguém aí, mas é que eu sinto frio mesmo quando está 23°, e hoje está fazendo algo bem abaixo disso. fora a hora que queria me jogar em cima de outra pessoa, e depois, reza a lenda, outra pessoa vendo em abraçada com a pessoa da blusa. é mais ou menos aquele momento em que você não liga para o que os outros estão pensando, nem mesmo se alguém vai te odiar pra sempre. foda-se, né? foda-se.
então eu tinha que subir pra aula, tinha que passar pelo ser humano que eu não conheço, nunca vi e que fica me falando oi. a unica parte boa é que é amigo de uma pessoa preciosa, mas mesmo assim, não sou dessas que faz amizade por interesse em segundos. e-n-f-i-m.
resumindo: o dia começou cagaço, continuou cagaço e só quando eu cheguei em casa (sério, eu fiquei bem só quando cheguei em casa... acho que tem coisa errada nessa frase, mas é verdade) e vi sobre a mesa meus queridinhos - e enormes - We Need To Talk About Kevin e Beautiful Creatures Vol. 2. tudo bem que o segundo livro eu comprei por impulso, mas no último post vocês podem perceber como que estou fissurada pelo Kevin. e chegou. eu achava que iria chegar só daqui uma semana. e chegou.
talvez meu feeling não esteja assim tão terrível, já que eu tive a incessante vontade de perguntar pra minha mãe, assim que eu entrei no carro, se tinha chego alguma coisa "pra minha irmã". eu estive com essa vontade incessante de checar outra coisa hoje. e agora só aumentou. mas vai que é feeling errado. como quase todo feeling desse ano. acho estranho, apenas.
agora que tá frio, eu acho que preciso mesmo de um abraço, ou de fones de ouvido bem potentes, chocolate quente, coberta e livro. vou voltar pra minha vida de 2010, vai que resolve esse monte de problema não procurar problema algum. nem mesmo me aprofundar nas pessoas.
eu consegui estragar o meu fone mais fiel da vida, eu tinha ele há quase 3 anos e hoje, finalmente, eu consegui terminar de estragar ele. acho que uma parte da minha audição morreu com ele nessa hora. e boa parte da minha criatividade e de mim mesma acho que acabou indo embora. e isso foi só o começo, às 7:20 da manhã.
logo que, na terceira aula, lá pelas 8:58 eu fui elegantemente expulsa da sala de aula, apenas por quê as pessoas que curtem ficar vagando pela escola decidiram "ajudar a carregar livros". sim, umas 30 pessoas pra carregar 10 livros. o professor surtou e não deixou a gente voltar pra aula, isso porquê eu e minha amiga que estávamos realmente carregando os livros tínhamos permissão e tal. pelo menos tive um intervalo de mais de uma hora. mas faz parte, também.
e aí tiveram umas gurias sendo meio dorgadas e falando merda sobre eu estar com a blusa de alguém aí, mas é que eu sinto frio mesmo quando está 23°, e hoje está fazendo algo bem abaixo disso. fora a hora que queria me jogar em cima de outra pessoa, e depois, reza a lenda, outra pessoa vendo em abraçada com a pessoa da blusa. é mais ou menos aquele momento em que você não liga para o que os outros estão pensando, nem mesmo se alguém vai te odiar pra sempre. foda-se, né? foda-se.
então eu tinha que subir pra aula, tinha que passar pelo ser humano que eu não conheço, nunca vi e que fica me falando oi. a unica parte boa é que é amigo de uma pessoa preciosa, mas mesmo assim, não sou dessas que faz amizade por interesse em segundos. e-n-f-i-m.
resumindo: o dia começou cagaço, continuou cagaço e só quando eu cheguei em casa (sério, eu fiquei bem só quando cheguei em casa... acho que tem coisa errada nessa frase, mas é verdade) e vi sobre a mesa meus queridinhos - e enormes - We Need To Talk About Kevin e Beautiful Creatures Vol. 2. tudo bem que o segundo livro eu comprei por impulso, mas no último post vocês podem perceber como que estou fissurada pelo Kevin. e chegou. eu achava que iria chegar só daqui uma semana. e chegou.
talvez meu feeling não esteja assim tão terrível, já que eu tive a incessante vontade de perguntar pra minha mãe, assim que eu entrei no carro, se tinha chego alguma coisa "pra minha irmã". eu estive com essa vontade incessante de checar outra coisa hoje. e agora só aumentou. mas vai que é feeling errado. como quase todo feeling desse ano. acho estranho, apenas.
agora que tá frio, eu acho que preciso mesmo de um abraço, ou de fones de ouvido bem potentes, chocolate quente, coberta e livro. vou voltar pra minha vida de 2010, vai que resolve esse monte de problema não procurar problema algum. nem mesmo me aprofundar nas pessoas.
26 de março de 2012
i need to see more about kevin...
daí que sábado meu pai tava trabalhando em casa, e como meus fichários resolveram me odiar, eu fui customizar as capas de uns cadernos e usar o que ficasse mais bonito... e eu sempre customizo as coisas com jornal. então eu senti na cozinha e procurei folhas da sessão "Caderno A" que é mais cultural e menos trágica, por que eu prefiro saber a programação do teatro do que saber quanto os bandidos roubaram do bando principal na ultima sexta-feira.
eu sentei perto da gaveta de jornais e fiquei procurando por qualquer coisa que me interessasse, até que eu paro e vejo Ezra Millers com uma cara de psicopata, ilustrando a manchete "Ele é um jovem muito mal". e vejamos lá, eu muito fã de caras boni(somerhalder)tos fazendo person(damon)agens malé(salvatore)ficos não resisti e li a reportagem tão rápido quem nem mesmo lembro direito o que estava escrito nela. só sei que eu adorei o que li, e me interessei bastante pela história. lembro que há uns 3 ou 4 anos atrás, eu tinha visto num dos folhetos que veio junto com os livros da saga twilight sobre esse livro. a capa "original" (original da intrínseca) é de um garoto numa trilha, só que no lugar da cabeça dele, é a cabeça de um gato. eu gostava daquela capa, mas nunca tinha procurado saber mais sobre o livro, então se passaram vários outros livros pelo mais radar de máximo interesse, e só agora que eu resolvi me apaixonar perdidamente (sim, antes de ler) por "we need to talk about kevin". eu fiquei tão wow com o que li no jornal (e com o Ezra, assumo) que nem menos de 24 horas que estava fascinada pela história, e um pouco mais tarde baixei o filme e hoje comprei o livro (certo que só chega mês que vem, mas tudo bem, né? pelo menos chega). eu às vezes tenho medo dessas minhas fissuras repentinas que geralmente se tornam algo bom, por quê eu tenho essas fissuras por coisas que geralmente me agradam bastante. estou me mordendo por dentro para ver o filme, mas somente verei quando o livro chegar, assim não fico tão desesperada para conferir o que têm no livro que falta no filme. só tenho uma certeza: eu vou amar a história de qualquer maneira. é o tipo de história que, se bem contada, claro, eu não vou conseguir achar defeito. certo que é uma coisa meio tate langdon, ou não, também, mas pelo menos vale o Ezra embelezando a minha prateleira de livros em breve. ah, sim, eu comprei a "capa especial". não por quê tem o Ezra, mas por quê a versão com capa do filme era mais barata do que a com a "capa original" (?). e mesmo sendo aquela coisa de adolescente-com-mãe-louca-que-matou-todo-mundo-na-escola, eu sinto que vou gostar, por que é total meu gosto isso. eu sempre gostei de coisas assim. e até agora eu não li um "que porcaria esse filme/livro", e olha que eu já rodei a internet quase que toda pra descobrir que os 28 reais seriam bem gastos. e parecem que foram. ainda estou cogitando a hipótese de deixar pra lá os troços de química (rysos) pra assistir o filme, mas vou me segurar até onde conseguir. eu tô mesmo nessa vibe de resistir às coisas que eu mais quero.
vou me contentar com a histórinha de vampiros que eu dei continuação na leitura ontem, e esperar mais um pouco pra ver se realmente, eu não vou precisar fazer as coisas de química... qualquer coisa me encontro namorando meu caderno (eu contei que a capa ficou toda azul? então, ficou azul) inspirado em "we need to talk about kevin" enquanto meu pacote não chega.
só espero que não demore.
eu sentei perto da gaveta de jornais e fiquei procurando por qualquer coisa que me interessasse, até que eu paro e vejo Ezra Millers com uma cara de psicopata, ilustrando a manchete "Ele é um jovem muito mal". e vejamos lá, eu muito fã de caras boni(somerhalder)tos fazendo person(damon)agens malé(salvatore)ficos não resisti e li a reportagem tão rápido quem nem mesmo lembro direito o que estava escrito nela. só sei que eu adorei o que li, e me interessei bastante pela história. lembro que há uns 3 ou 4 anos atrás, eu tinha visto num dos folhetos que veio junto com os livros da saga twilight sobre esse livro. a capa "original" (original da intrínseca) é de um garoto numa trilha, só que no lugar da cabeça dele, é a cabeça de um gato. eu gostava daquela capa, mas nunca tinha procurado saber mais sobre o livro, então se passaram vários outros livros pelo mais radar de máximo interesse, e só agora que eu resolvi me apaixonar perdidamente (sim, antes de ler) por "we need to talk about kevin". eu fiquei tão wow com o que li no jornal (e com o Ezra, assumo) que nem menos de 24 horas que estava fascinada pela história, e um pouco mais tarde baixei o filme e hoje comprei o livro (certo que só chega mês que vem, mas tudo bem, né? pelo menos chega). eu às vezes tenho medo dessas minhas fissuras repentinas que geralmente se tornam algo bom, por quê eu tenho essas fissuras por coisas que geralmente me agradam bastante. estou me mordendo por dentro para ver o filme, mas somente verei quando o livro chegar, assim não fico tão desesperada para conferir o que têm no livro que falta no filme. só tenho uma certeza: eu vou amar a história de qualquer maneira. é o tipo de história que, se bem contada, claro, eu não vou conseguir achar defeito. certo que é uma coisa meio tate langdon, ou não, também, mas pelo menos vale o Ezra embelezando a minha prateleira de livros em breve. ah, sim, eu comprei a "capa especial". não por quê tem o Ezra, mas por quê a versão com capa do filme era mais barata do que a com a "capa original" (?). e mesmo sendo aquela coisa de adolescente-com-mãe-louca-que-matou-todo-mundo-na-escola, eu sinto que vou gostar, por que é total meu gosto isso. eu sempre gostei de coisas assim. e até agora eu não li um "que porcaria esse filme/livro", e olha que eu já rodei a internet quase que toda pra descobrir que os 28 reais seriam bem gastos. e parecem que foram. ainda estou cogitando a hipótese de deixar pra lá os troços de química (rysos) pra assistir o filme, mas vou me segurar até onde conseguir. eu tô mesmo nessa vibe de resistir às coisas que eu mais quero.
vou me contentar com a histórinha de vampiros que eu dei continuação na leitura ontem, e esperar mais um pouco pra ver se realmente, eu não vou precisar fazer as coisas de química... qualquer coisa me encontro namorando meu caderno (eu contei que a capa ficou toda azul? então, ficou azul) inspirado em "we need to talk about kevin" enquanto meu pacote não chega.
só espero que não demore.
25 de março de 2012
alguns trechos de Beeshop e Esteban, já que eu não sei mais escrever.
"Existe alguém em mim que quer falar tudo que acha que sente. Quer dizer que faz qualquer coisa pra te ter ao lado todo dia à noite. Esse alguém te quer. Existe alguém que duvida. Duvida do que tu sentes e, justamente por isso, não diz o que sente. Ele não diz, e te faz achar que ele não sente nada por ti. Esse alguém te gosta muito. Existe também alguém que ferve. Alguém que ignora todo o sentimento, pois espera a cada esquina por algo melhor, algo que nunca aparece e que o faz permanecer nessa incessante busca. Esse alguém não vive sem ti."
"Todas as pessoas que eu amo vão embora, sempre, de uma forma ou de outra… Tentei muitas vezes resolver o mistério do adeus. Não se tem palavras, não se tem coração. Um ar de tristeza embaça a minha visão, é uma grande dor. Mais toda a vez que o vento sopra te respiro. Porque igual a você não há. Foi a minha alegria durante muito tempo é realmente uma pena que eu tenha falhado contigo. Foi muito lindo, muito intenso, como nos contos, novelas enfim… Uma realidade que não terei, que não mais verei, mas, em mim sempre estarás em tua forma de ser pensar e até mesmo como maneira de encarar a vida. Mais é aquilo ninguém sabe o que tem até que no final perde! Como a solidão é o castigo, o que será o alivio? Nada bastará até que você esteja aqui. Porque tudo que vai…volta!"
"Sempre tem alguém que vai gostar daquela música. Que vai ficar feliz porque eu tirei um tempo pra terminar aquilo e mostrar. E, putz, fazer alguém feliz é tão difícil, hoje em dia, que uma felicidade alheia por mim provocada é até mais foda do que uma felicidade-solo, só minha. Só quero dividir essas coisas."
"Olha, graças a Deus, eu nunca fui popular no colégio. Isso me fez virar quem eu sou. Todo o grande cara nunca foi “o cara”. No colégio eu não era nada. Eu sou tão dramático que eu andava com os impopulares. Eu ficava sempre do lado dos nerds e dos excluídos. E era muito mais legal. Eu tinha certeza que o futuro dos ditos populares poderia ter um fim trágico e os caras que não eram muito populares evoluíram muito mais."
"Quando menos espero, me pego apalpando memórias em busca de algo que faça sentido para todos, e não só pra mim."
"Eu tenho o vício de entender as pessoas. Eu só não to conseguindo me entender muito bem."
"Existem sentimentos que nos levam a fazer coisas inacreditáveis, inimagináveis e até, por vezes, patéticas. Colocam à prova nossas convicções, nossa capacidade de suportar a dor, a pressão e a angústia, só para deixar bem claro que somos bem maiores do que um dia achamos ser. Assim a gente olha pra trás e vê o quão longe chegamos. Tem coisas que simplesmente não devem ser explicadas, mas que, às vezes, dão vontade de explicar."
e por aí vai.
"Todas as pessoas que eu amo vão embora, sempre, de uma forma ou de outra… Tentei muitas vezes resolver o mistério do adeus. Não se tem palavras, não se tem coração. Um ar de tristeza embaça a minha visão, é uma grande dor. Mais toda a vez que o vento sopra te respiro. Porque igual a você não há. Foi a minha alegria durante muito tempo é realmente uma pena que eu tenha falhado contigo. Foi muito lindo, muito intenso, como nos contos, novelas enfim… Uma realidade que não terei, que não mais verei, mas, em mim sempre estarás em tua forma de ser pensar e até mesmo como maneira de encarar a vida. Mais é aquilo ninguém sabe o que tem até que no final perde! Como a solidão é o castigo, o que será o alivio? Nada bastará até que você esteja aqui. Porque tudo que vai…volta!"
"Sempre tem alguém que vai gostar daquela música. Que vai ficar feliz porque eu tirei um tempo pra terminar aquilo e mostrar. E, putz, fazer alguém feliz é tão difícil, hoje em dia, que uma felicidade alheia por mim provocada é até mais foda do que uma felicidade-solo, só minha. Só quero dividir essas coisas."
"Olha, graças a Deus, eu nunca fui popular no colégio. Isso me fez virar quem eu sou. Todo o grande cara nunca foi “o cara”. No colégio eu não era nada. Eu sou tão dramático que eu andava com os impopulares. Eu ficava sempre do lado dos nerds e dos excluídos. E era muito mais legal. Eu tinha certeza que o futuro dos ditos populares poderia ter um fim trágico e os caras que não eram muito populares evoluíram muito mais."
"Quando menos espero, me pego apalpando memórias em busca de algo que faça sentido para todos, e não só pra mim."
"Eu tenho o vício de entender as pessoas. Eu só não to conseguindo me entender muito bem."
"Existem sentimentos que nos levam a fazer coisas inacreditáveis, inimagináveis e até, por vezes, patéticas. Colocam à prova nossas convicções, nossa capacidade de suportar a dor, a pressão e a angústia, só para deixar bem claro que somos bem maiores do que um dia achamos ser. Assim a gente olha pra trás e vê o quão longe chegamos. Tem coisas que simplesmente não devem ser explicadas, mas que, às vezes, dão vontade de explicar."
e por aí vai.
22 de março de 2012
we were born to... wait.
don't make me sad, don't make me cry. somtimes love is not enough and the road gets tough. i don't know why. keep making me laugh. let's go get high. the road is long, we carry on. try to have fun in the meantime. come on take a walk on the wild side. let me kiss you hard in the pouring rain. you like yours girls insane. so choose your last words. this is the last time, 'cause you and i... we were born to die.
Born To Die - Lana Del Rey
hoje é quinta-feira. tá chovendo. dia 22 de março. "esperado março". parece que foi ontem que eu acordei e era dia 1º de março, mas tudo bem também. os dias estão literalmente voando. ou eu que andei perdendo a noção do tempo mesmo. eu nunca fui muito de lembrar do dia-a-dia, mas se bem que essa semana não foi nada "um dia após o outro", parece que todas as coisas que não aconteceram no começo do ano, vieram a acontecer na semana do 19-03, que eu deveria ter esquecido. mas eu segui em frente, continuo seguindo e... quem sabe mais o que se pode encontrar, não? às vezes eu mesma fico impressionada com as coisas que faço (famoso e tão querido) vai que dá certo. dessa vez me parece que algum "foi que" sai. volto para contar assim que consegui-lo. meta da próxima semana.
19 de março de 2012
aí fez um ano.
e sabe quando você se perguntar se aquilo tudo mesmo morreu? assim, eu sei que faz tanto tempo, que não sou mais tão tonta assim, mas parece que era tanta coisa, tanto sentimento, algo tão quente que é quase impossível ter sumido assim, quase do nada. não sei se eu sinto faltam é só que eu costumava ficar sonhando com essas coisas que eram poucas, escassas, mas que pra mim eram as melhores coisas que existiam. não sei. não sei porquê ainda lembro. não sei porquê ainda espero que esse dia seja bom. não significa nada, certo? não sei. é que eu sou simplesmente cismada com datas e números.
mas fez um ano. e aquilo que eu tanto escrevi, chorei e gritei foi embora. eu achei que ia ser mais duradouro, porquê eu realmente acreditava que as coisas dariam certo. ingênua eu, não? às vezes rio de mim mesma, quando revejo as coisas que fiz, escrevi, sonhei. dói saber que eu nunca mais senti o mesmo por outra pessoa até agora. e eu já pude sentir com tantas. tudo bem, acabou. é isso. não quero nada de volta.
aí fez um ano, e eu acho que mesmo não sendo uma coisa com futuro, alguma coisa estranha aconteceu hoje. é só que... eu nunca imaginei que fosse acontecer assim. algo. assim. e mesmo que não seja nada, é estranho. porquê... porquê se existe um "porquê" no início, pode existir qualquer coisa depois. por enquanto, e por todo o resto do tempo, é melhor "porquê não". só me dou bem com ele.
mas fez um ano. e aquilo que eu tanto escrevi, chorei e gritei foi embora. eu achei que ia ser mais duradouro, porquê eu realmente acreditava que as coisas dariam certo. ingênua eu, não? às vezes rio de mim mesma, quando revejo as coisas que fiz, escrevi, sonhei. dói saber que eu nunca mais senti o mesmo por outra pessoa até agora. e eu já pude sentir com tantas. tudo bem, acabou. é isso. não quero nada de volta.
aí fez um ano, e eu acho que mesmo não sendo uma coisa com futuro, alguma coisa estranha aconteceu hoje. é só que... eu nunca imaginei que fosse acontecer assim. algo. assim. e mesmo que não seja nada, é estranho. porquê... porquê se existe um "porquê" no início, pode existir qualquer coisa depois. por enquanto, e por todo o resto do tempo, é melhor "porquê não". só me dou bem com ele.
18 de março de 2012
25's wishes.
me encontro em um momento menos poético de "escrito com a tinta do coração", no qual algumas lacunas ainda precisam ser preenchidas, e todo esse interesse sem contato algum já está me deixando meio frustada comigo mesma. mas mesmo assim me recuso a trocar de hábitos, me recuso a pensar em outras coisas. não sei se uma hora toda essa terapia de "tudo vai dar certo" uma hora vai funcionar, mas espero que pelo menos dessa vez todas as páginas riscadas e palavras cuspidas não sejam em vão. sei lá, só não quero que mais algumas paredes caiam sem que eu perceba. só queria pensar que tenho o controle de alguma coisa por pelo menos algum tempo, e que dessa vez, só dessa vez, as coisas sejam como eu quero.
"não larga esse cigarro e o copo. não solta esse choro. continua gritando que não pode mais ficar assim. (...) veste essa solidão e não muda o canal.e lembra: tu não me vê, mas eu te curto."
"não larga esse cigarro e o copo. não solta esse choro. continua gritando que não pode mais ficar assim. (...) veste essa solidão e não muda o canal.e lembra: tu não me vê, mas eu te curto."
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