"we accept the love we think we deserve"
sendo injusta ou não.
estando errada ou não.
perdendo as melhores pessoas ou não.
eu não mereço esse tipo.
eu não sou esse tipo.
eu não quero mais nada disso.
24 de dezembro de 2013
23 de dezembro de 2013
8.
the thing is that we need to change and move.
é o que eu vivo repetindo e repetindo. sei que acaba sendo apenas a mesma coisa de nunca se mover ou mudar, mas é bom manter o pensamento até que uma hora tudo simplesmente exploda e você finalmente... faça algo.
não entendo a comodidade das pessoas em sempre estarem no mesmo emprego, na mesma casa, com o mesmo parceiro e os mesmos amigos. não me diga que é sobre afeto e sentimento. não acredito mais que as pessoas se mantenham próximas à merda só porque estão apegadas à mesma.
quer dizer, existe todo um universo que eu não me dou ao trabalho de entender, mas existem algumas coisas dos universos das outras pessoas que vive colidindo com o meu que faz com que eu seja obrigada a me perguntar coisas estúpidas como: "é capaz de acontecerem coisas dessa forma comigo?". num looping infinito.
mas acontece que às vezes a gente fica um pouco com o pé atrás antes de simplesmente explodir com tudo.
assim, algum tipo de arrependimento, sabe? nada tão prejudicial, mas, às vezes, parece que a gente vai explodir no lugar errado com as razões erradas. mas pelo menos existe algum movimento no que se está fazendo.
fico, agora, me perguntando qual seria a razão de isso se dar logo no final do ano. é algo para, finalmente, terminar/começar o ano com qualquer coisa que seja sendo diferente?
de qualquer forma.
é o que eu vivo repetindo e repetindo. sei que acaba sendo apenas a mesma coisa de nunca se mover ou mudar, mas é bom manter o pensamento até que uma hora tudo simplesmente exploda e você finalmente... faça algo.
não entendo a comodidade das pessoas em sempre estarem no mesmo emprego, na mesma casa, com o mesmo parceiro e os mesmos amigos. não me diga que é sobre afeto e sentimento. não acredito mais que as pessoas se mantenham próximas à merda só porque estão apegadas à mesma.
quer dizer, existe todo um universo que eu não me dou ao trabalho de entender, mas existem algumas coisas dos universos das outras pessoas que vive colidindo com o meu que faz com que eu seja obrigada a me perguntar coisas estúpidas como: "é capaz de acontecerem coisas dessa forma comigo?". num looping infinito.
mas acontece que às vezes a gente fica um pouco com o pé atrás antes de simplesmente explodir com tudo.
assim, algum tipo de arrependimento, sabe? nada tão prejudicial, mas, às vezes, parece que a gente vai explodir no lugar errado com as razões erradas. mas pelo menos existe algum movimento no que se está fazendo.
fico, agora, me perguntando qual seria a razão de isso se dar logo no final do ano. é algo para, finalmente, terminar/começar o ano com qualquer coisa que seja sendo diferente?
de qualquer forma.
20 de dezembro de 2013
11.
se eu fosse resumir esse ano em uma única expressão, seria: mimimi.
eu não sei o que ocorre com as pessoas de acharem que a vida tem o simples e incrível papel de exclusivamente foder com elas.
eu não sei o que ocorre com as pessoas que acham que a vida delas tem que ser sempre baseada em mentiras que todas as pessoas já ouvem e sabem que devem desacreditar.
eu não sei o que ocorre com as pessoas que não sabem que são indivíduos-individuais e que não conseguem andar por aí sozinhos, com as próprias pernas.
eu não sei, realmente, o que anda acontecendo com as pessoas.
fico em um extremo descontentamento com as coisas. eu fico vendo como as pessoas do meu círculo social são problemáticas. aliás, não sei se o acumulo de problemas é algo normal - e necessário - e que a aberração, na verdade, sou eu. porquê simplesmente não me entra na cabeça toda essas necessidade de parecer incrível, e crescido, e querido, e atingido, e prejudicado e não entendo.
eu realmente andei desgostosa com as pessoas esse ano. não sei se eu fiquei - um pouco - mais crítica acerca dos requisitos que constituem uma boa pessoa - aos meus olhos, claro -, ou se foram as pessoas que decaíram mesmo. de qualquer forma, as duas opções são ruins. de qualquer forma eu vou simplesmente continuar nesse rodízio infinito de "pessoas que eu simplesmente suporto por não poder mandar se foder em voz alta". perdão.
agora estou desgostosa até comigo. por ter uns conhecidos bem babacas.
e por achar que as pessoas imbecis são melhores.
pelo menos não são os babacas de sempre.
sdds.
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