são tantas coisas que eu nem sei como começar.
é engraçado passar tempo longe dessa coisa de falar sobre os dias pra ver se eles parecem mais aturáveis. porém não se tornam mais aturáveis um segundo.
acredito que quando fui concebida alguma coisa deu muito errado no universo pra eu ser essa pessoa cagadíssima que simplesmente não suporta uma única pessoa que ~existe~ perto de mim. eu ainda preciso conhecer alguém que não me irrite em aspecto nenhum, mas acho que seria mais fácil eu passar a seguir o falecido homem jesus.
pois bem.
em 2014 foi confirmada a ideia de que as pessoas........ as pessoas não tem essa necessidade de existir. o planeta seria bem mais bonitinho e aturável sem elas por favor entendam que é a verdade. e se isso não é algo óbvio para.... todas as pessoas.... é só mais um singelo motivo para vermos que o mundo estaria melhor sem elas. talvez ainda houvesse água para os animais restantes.
2015 é mais ou menos a confirmação DA CONFIRMAÇÃO porque as pessoas parecem mais insuportáveis a cada dia/mes/segundo que passa. juro que não tô falando isso como a pessoa rabugenta que odeia tudo mas é esse o meu lado que me fez perceber que ninguém precisa de humanos mesmo.
cheguei o estado de: bufar. sempre que ouço/vejo algo indiscutivelmente humano sendo feito (o tempo todo) já não tenho mais forças pra expressar minha insatisfação com o universo e então começo a bufar. o que tem sido algo muitissimo recorrente, dado o fato de que a coleguinha de trabalho é bem lerda, mas realmente muito lerda e me ofende ter que fazer um serviço pelo qual ela foi designada (se vocês não sabem que eu sou uma pessoa horrível, acabaram de ler a confirmação) e o outro coleguinha usa mais diminutivo do que eu. entendam que ele é vendedor de carros e constantemente está fazendo ligações e falando "você tem interesse em comprar carrinhos?" "gostou do modelo? é só me informar a plaquinha pra gente poder fechar aqui." são seis horas de "temos carrinhos". seis. horas. carrinhos.
porém.
o bônus sempre recai em cima dos namoradinhos, né?
pois meu namoradinho tem os piores amigos do mundo e eu simplesmente gostaria muito que todos eles parassem de compartilhar alguns detalhes com meu namoradinho porque eventualmente ele me conta esses detalhes E MEU DEUS EU TENHO 18 ANOS E GOSTARIA QUE O ÚNICO TEENAGE DRAMA QUE EU CONHECESSE FOSSE O MEU já quase inexistente porque já tenho que arcar com a quase vida adulta QUE EU ESPERO NÃO TER MAIS TEENAGE DRAMA obrigada.
mas.
tem os amigos. ou as amigas.
vocês sabem que garotinhas de 13~16 anos ~convencionais~ são o pior tipo de ser vivo que existe. sim elas ganham das baratas VOADORAS e não existe nada pior do que barata voadora EXCETO as garotinhas.
(parte da culpa é minha e da minha curiosidade, assumo, só que pensem que legal você tá lá com o namoradinho fazendo um belissimo nada mas vocês são interrompidos porque tem uma retardada mandando mensagem do tipo: eu já sei o que houve meu deus não foi você que contou)
o problema de algumas garotinhas é que elas não ENTENDEM QUE AS PESSOAS PODEM TER MAIS O QUE FAZER ALÉM DE FICAR FALANDO DA VIDA DELAS E/OU SE PREOCUPANDO COM O QUE ELAS PASSAM/FALAM. coisas que implicam em: existir, comer, respirar ou GIVE 0 FUCKS TO THIS
então.
estou constantemente achando coisas mais interessantes pra fazer do que realmente ouvir os desgosto que os amigos do namorado tem a me dar, mesmo que nenhum desses desgostos me atinja diretamente. e o namorado considera isso como irritação. na verdade é a forma que eu tenho para não me irritar, reflitam.
se eu ouço superficialmente, meu cérebro não realmente registra e isso não martela na minha cabeça tipo: as pessoas realmente pessoam por aí.
apenas gostaria de interagir ainda ~menos~ com as pessoas, mas preciso descobrir uma forma de simplesmente não acharem que eu tenho ~problemas~ por preferir interagir com, sei lá, a parede, já que ninguém entende que o ~problema~ é o ~convívio~ com as ~pessoas~ em geral.
14 de fevereiro de 2015
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