- ADEUS HUMANOS HAHAHAHAH... ainda tem que viver.
triste, né?
por mim viveria só com os cachorros. mesmo que ele não estejam cheirando bem. daria banho.
mas como tenho que interagir com pessoas, e vivas, ainda, melhor achar clipe novo, de banda velha, pra amar e ficar feliz nesses tempos de última carteira da sala com toothless e dor de cabeça. :)
tô a pessoa mais amável do mundo. só isso.
27 de fevereiro de 2013
25 de fevereiro de 2013
19-99;
(ainda estou me afogando em Sigur Rós, não julguem.)
e daí que eu me reapaixonei pela astronomia e desprezo ainda mais as pessoas.
é o que uma conversa cabeça com alguém que entende seus pontos de vista faz. e, olhe! não sou mais inadequada sozinha. desculpe, melhor amigo, não foi dessa vez.
e, gente.
o que é que o mundo virou, hein?
eu ainda tento me situar nessa realidade, só nessa realidade, onde as pessoas são isso aí o que elas são. sabe, essa coisinha qualquer coisa que são hoje em dia. esse tanto faz. esse tá bom, assim.
mas, gente. não tá.
eu quase nem tenho palavras para expressar a minha inconformidade com tudo.
o problema são as pessoas. simplesmente. as pessoas e suas ambições. e seus costumes. e... tudo. o problema são as pessoas e essa coisa de ignorância que atinge desde aquele que ensina até aquele que aprende.
e eu falo isso por conviver com vários tipos de problemas, e todos eles fazerem parecer que EU sou o problema. não que a minha mente seja o ápice da originalidade mental, mas, é um pedacinho de um pensamento muito "exclusivo".
mas, fico feliz em não precisar plantar pensamento na mente de pelo menos uma ou duas pessoas. de perceber que não é só uma concordância pra você "curtir" agora e "desfazer" depois.
parece khef. só falta um ka-tet. já que o ka se estabeleceu por aqui.
bora sair em busca d'a torre.
e daí que eu me reapaixonei pela astronomia e desprezo ainda mais as pessoas.
é o que uma conversa cabeça com alguém que entende seus pontos de vista faz. e, olhe! não sou mais inadequada sozinha. desculpe, melhor amigo, não foi dessa vez.
e, gente.
o que é que o mundo virou, hein?
eu ainda tento me situar nessa realidade, só nessa realidade, onde as pessoas são isso aí o que elas são. sabe, essa coisinha qualquer coisa que são hoje em dia. esse tanto faz. esse tá bom, assim.
mas, gente. não tá.
eu quase nem tenho palavras para expressar a minha inconformidade com tudo.
o problema são as pessoas. simplesmente. as pessoas e suas ambições. e seus costumes. e... tudo. o problema são as pessoas e essa coisa de ignorância que atinge desde aquele que ensina até aquele que aprende.
e eu falo isso por conviver com vários tipos de problemas, e todos eles fazerem parecer que EU sou o problema. não que a minha mente seja o ápice da originalidade mental, mas, é um pedacinho de um pensamento muito "exclusivo".
mas, fico feliz em não precisar plantar pensamento na mente de pelo menos uma ou duas pessoas. de perceber que não é só uma concordância pra você "curtir" agora e "desfazer" depois.
parece khef. só falta um ka-tet. já que o ka se estabeleceu por aqui.
bora sair em busca d'a torre.
18 de fevereiro de 2013
nébulas terrestres e pessoas planetas.
hoje estou numa onda de metáforas, me permitam a palavra.
voltando pra casa eu vi uma nuvem. uma nuvem bem densa e grande. crescia de baixo pra cima, já que haviam prédios e construções tapando seu início. e aquilo me remeteu à conversa que certo dia tive com o melhor amigo sobre as nébulas (nebulae, nebulosas) e suas formas. e a gente têm que olhar tão longe no espaço pra ver uma nébula? não. temos nuvens. não tão coloridas e estáticas como as nebulosas propriamente ditas, mas ainda sim um tipo de nébula.
e nuvens são tão nébulas, que a gente fica procurando formas nelas. como a Cabela de Cavalo de uma nebulosa em Órion. como a Peixe-Boi em outra constelação. a Olho-de-Gato, ou até uma que meu irmão, mesmo, nomeou como "Pássaro", já que tem "olho e bico". pra mim parecia mais um dedo apontando uma direção, mas hoje vejo um pássaro.
e... é isso. a gente sempre tem que achar o mais distante, colorido, impossível, chamativo mais bonito. a gente tem milhares de mini coisinhas que só procuramos no espaço, aqui mesmo, na nossa camada atmosférica. eu nunca gostei dessa obsessão por procurar inteligencia fora do planeta, se nós pudéssemos trabalhar a inteligente do nosso próprio planeta. eu estou parando de ver só o universo como universo, e não ver meu próprio planeta, minha própria casa, meu próprio lugar como extraterrestre, alienígena e inteligente. certo que "inteligente" não é a palavra correta, mas, ESPERO EU que, estamos caminhando para mudar isso.
e isso se remete às pessoas em si.
se o planeta fosse um universo, as nuvens seriam nébulas, as estrelas seriam... bem, estrelas, planetas, meteoros e meteoritos, como são. minto. seriam, realmente, apenas pontinhos brilhantes num manto escuro. a lua seria Júpiter e o sol seria uma hipergigante branca. as pessoas seriam planetas. algumas anões. algumas em formação. algumas em colisão. outras seriam meteoros e asteroides de altíssimo risco. colidiriam. explodiriam. causariam catástrofes. reações químicas e físicas por todos os lados. devastações.
e como já disse Hazel Grace com seu conjunto de infinito: às vezes eu me sinto frustrada com meu pequeno conjunto de sistemas solares.
alguns são maiores e mais densos que os outros. outros mais conturbados. alguns passam despercebidos, mas parece que só o meu, apenas o meu, só esse pequeno pedaço de universo se encontra em constante explosão e movimentação. e eu não sou gravitacional o suficiente para que isso se ajeite.
e todo o mundo é meu universo. meu universo real e provável. eu ainda assim quero estudar o irreal e improvável, mas para isso eu tenho que lidar com meu provável.
talvez a solução seja expulsar alguns planetas querendo ser maiores que outros. mudar a direção de asteroides e meteoros. talvez eu devesse proteger melhor esse meu íntimo sistema solar.
agravante? sim. mas ninguém nunca me disse que o melhor é agradável.
voltando pra casa eu vi uma nuvem. uma nuvem bem densa e grande. crescia de baixo pra cima, já que haviam prédios e construções tapando seu início. e aquilo me remeteu à conversa que certo dia tive com o melhor amigo sobre as nébulas (nebulae, nebulosas) e suas formas. e a gente têm que olhar tão longe no espaço pra ver uma nébula? não. temos nuvens. não tão coloridas e estáticas como as nebulosas propriamente ditas, mas ainda sim um tipo de nébula.
e nuvens são tão nébulas, que a gente fica procurando formas nelas. como a Cabela de Cavalo de uma nebulosa em Órion. como a Peixe-Boi em outra constelação. a Olho-de-Gato, ou até uma que meu irmão, mesmo, nomeou como "Pássaro", já que tem "olho e bico". pra mim parecia mais um dedo apontando uma direção, mas hoje vejo um pássaro.
e... é isso. a gente sempre tem que achar o mais distante, colorido, impossível, chamativo mais bonito. a gente tem milhares de mini coisinhas que só procuramos no espaço, aqui mesmo, na nossa camada atmosférica. eu nunca gostei dessa obsessão por procurar inteligencia fora do planeta, se nós pudéssemos trabalhar a inteligente do nosso próprio planeta. eu estou parando de ver só o universo como universo, e não ver meu próprio planeta, minha própria casa, meu próprio lugar como extraterrestre, alienígena e inteligente. certo que "inteligente" não é a palavra correta, mas, ESPERO EU que, estamos caminhando para mudar isso.
e isso se remete às pessoas em si.
se o planeta fosse um universo, as nuvens seriam nébulas, as estrelas seriam... bem, estrelas, planetas, meteoros e meteoritos, como são. minto. seriam, realmente, apenas pontinhos brilhantes num manto escuro. a lua seria Júpiter e o sol seria uma hipergigante branca. as pessoas seriam planetas. algumas anões. algumas em formação. algumas em colisão. outras seriam meteoros e asteroides de altíssimo risco. colidiriam. explodiriam. causariam catástrofes. reações químicas e físicas por todos os lados. devastações.
e como já disse Hazel Grace com seu conjunto de infinito: às vezes eu me sinto frustrada com meu pequeno conjunto de sistemas solares.
alguns são maiores e mais densos que os outros. outros mais conturbados. alguns passam despercebidos, mas parece que só o meu, apenas o meu, só esse pequeno pedaço de universo se encontra em constante explosão e movimentação. e eu não sou gravitacional o suficiente para que isso se ajeite.
e todo o mundo é meu universo. meu universo real e provável. eu ainda assim quero estudar o irreal e improvável, mas para isso eu tenho que lidar com meu provável.
talvez a solução seja expulsar alguns planetas querendo ser maiores que outros. mudar a direção de asteroides e meteoros. talvez eu devesse proteger melhor esse meu íntimo sistema solar.
agravante? sim. mas ninguém nunca me disse que o melhor é agradável.
17 de fevereiro de 2013
7 days after.
a gente desacostuma rápido, sabe?
e agora sinto uma exaustão tão enorme que seria capaz de apenas dizer tchau e voltar só daqui uns anos.
alguma coisa não vai dar certo e algumas outras já estão realmente me saturando. quero mais nada não, obrigada. cancela os planos do ano, eu começo de novo no próximo.
só quero ficar curtindo a pré-depressão que é viver em grupo de novo. fasfavor e me conceda só esse pequeno prazer.
(sim, claro. a pessoa tem que pensar em sair ouvindo birdy. dormir ouvindo birdy. e, acima de tudo, acordar. ouvindo. BIRDY. e estou bem, claro. sempre.)
e agora sinto uma exaustão tão enorme que seria capaz de apenas dizer tchau e voltar só daqui uns anos.
alguma coisa não vai dar certo e algumas outras já estão realmente me saturando. quero mais nada não, obrigada. cancela os planos do ano, eu começo de novo no próximo.
só quero ficar curtindo a pré-depressão que é viver em grupo de novo. fasfavor e me conceda só esse pequeno prazer.
(sim, claro. a pessoa tem que pensar em sair ouvindo birdy. dormir ouvindo birdy. e, acima de tudo, acordar. ouvindo. BIRDY. e estou bem, claro. sempre.)
16 de fevereiro de 2013
gen-te.
eu realmente preciso de algo mais do que pessoas sete-caras (duas é muito pouco) pra rolar na timeline e na vida.
por que desse jeito não dá dando, olha.
eu fico aqui apenas querendo me encolher até o útero da alma pra tentar fugir disso tudo, mas não pode, né? senão vira anti-socialismo.
mas pode fazer o que? só sorrir sarcasticamente e desviar o olhar? fingir que não ouve? fingir que não conhece? tô com minhas dúvidas, mas preciso de uma solução.
não consigo, sinceramente.
por que desse jeito não dá dando, olha.
eu fico aqui apenas querendo me encolher até o útero da alma pra tentar fugir disso tudo, mas não pode, né? senão vira anti-socialismo.
mas pode fazer o que? só sorrir sarcasticamente e desviar o olhar? fingir que não ouve? fingir que não conhece? tô com minhas dúvidas, mas preciso de uma solução.
não consigo, sinceramente.
15 de fevereiro de 2013
i find freaks everywhere.
não é que eu procure.
eles aparecem.
e isso define a vida toda.
nos livros.
nas músicas.
nos ciclos sociais.
em todo fucking lugar.
eles aparecem.
e isso define a vida toda.
nos livros.
nas músicas.
nos ciclos sociais.
em todo fucking lugar.
11 de fevereiro de 2013
bring the drugs, baby, i can bring my pain.
wicked games é sempre uma música ridiculamente perfeita, pra qualquer estado/momento.
e, gente, eu não entendo, ainda, se o erro sou eu, ou se as pessoas que são todas desreguladas da cabeça.eu tenho sérias dúvidas, mas não cabe à minha pequena pessoa julgar, cabe? não. deveria, porém.
e eu fico aqui, apenas, lembrando o refrão de wicked games e pensando: como é que pode!? como é que fica? como é que faz? a música tem O quê de dissimulação, que eu acho impossível não ouvir lembrar de mil pessoas enquanto ouço. deve ser o lance de traição explícito, ou de mentira, ou de distração, ou de dor, ou de tudo isso o que a gente capta enquanto ouve.
e eu realmente tento ser paciente. eu realmente tento ser uma boa pessoa. eu realmente tento fazer o bem e toda essa coisa que a maioria das pessoas tenta. mas acho que minha mente já tá estragada e eu fico fazendo little games com as pessoas. eu poderia ser mais clara, mas aí não teria graça. quer dizer, eu sou clara, as pessoas é que não entendem que precisam se auto-esclarecer pra depois tentar esclarecer outra pessoa.
e isso é tão divertido.
e, gente, eu não entendo, ainda, se o erro sou eu, ou se as pessoas que são todas desreguladas da cabeça.eu tenho sérias dúvidas, mas não cabe à minha pequena pessoa julgar, cabe? não. deveria, porém.
e eu fico aqui, apenas, lembrando o refrão de wicked games e pensando: como é que pode!? como é que fica? como é que faz? a música tem O quê de dissimulação, que eu acho impossível não ouvir lembrar de mil pessoas enquanto ouço. deve ser o lance de traição explícito, ou de mentira, ou de distração, ou de dor, ou de tudo isso o que a gente capta enquanto ouve.
e eu realmente tento ser paciente. eu realmente tento ser uma boa pessoa. eu realmente tento fazer o bem e toda essa coisa que a maioria das pessoas tenta. mas acho que minha mente já tá estragada e eu fico fazendo little games com as pessoas. eu poderia ser mais clara, mas aí não teria graça. quer dizer, eu sou clara, as pessoas é que não entendem que precisam se auto-esclarecer pra depois tentar esclarecer outra pessoa.
e isso é tão divertido.
bring you love, baby, i can bring my shame. bring the drugs, baby, i can bring my pain. i got my heart right here. i got my scars right here. bring the cups, baby, i can bring the drink. bring your body, baby, i can bring your fame. that's my motherfuckin' word to let me motherfuckin' love you.
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