30 de julho de 2012

is drifting away...

Postado por V, às 21:27 0 comentários
acho que já deu. sei lá, eu largo tanta coisa pra trás, eu desisto de tanta coisa e andei achando estranho como é que as coisas ainda estão tomando tanto espaço na minha cabeça, na minha vida, nas minhas prioridades. eu acho que não posso duvidar de ninguém, não posso acreditar e achar que tudo vai ser como eu quero.
engraçado como eu escrevo e penso nas coisas, sabendo que o que acontece na verdade é o contrário. eu tenho essa mania de entender que algumas coisas que eu quero fazer, que eu quero deixar para trás, coisas que eu preciso simplesmente guardar como lembrança ou nem isso, vão voltar lá na frente. lembro que escrevi alguma coisa parecida assim há algum tempo, então acho que é mais uma daquelas partidas momentâneas.
espero realmente que não seja. que algo diferente finalmente aconteça. que alguém melhor apareça. não deve ser tão impossível e difícil achar alguém assim. espero não me prender tanto tempo à isso. espero, apenas. espero.

...past and present, 1855-1901.

27 de julho de 2012

i'm the context.

Postado por V, às 20:05 0 comentários
é que esse mês todo eu passei sentindo saudade de We Need To Talk About Kevin, e hoje me deu vontade de fazer um fangirlie do Ezra Miller. agora sinto que necessito ver todos os filmes já feitos por ele, bem essa vibe que eu tinha quando era da fandom do Logan Lerman.
só que a gente vai lembrando de que meu querido livro não está comigo, e que eu já vi o filme umas três vezes em um período de dois meses. sei lá, acho que já decorei alguns diálogos, cenas e partes em que senti pena. até que chorei.
e bem, nesse review todo de abril, não podia faltar o kevin, já que é o macro de todo o mês, e pelo o que meus amigos relatam, da vida de minha persona. sei que agora estou feliz com esse "everyday is a-gettin' closer, goin' faster than a roller cluster..." o que meio que total se encaixa no contexto. o que realmente me leva de volta ao kevin, então acho melhor eu ter uma pequena overdose de tal.
de kevin, de ezra, de everyday e de todas as outras coisas que façam eu não morrer de tédio nesses ultimos quatro dias de férias. já que a gente não sabe o que pode acontecer... depois.
afinal...


24 de julho de 2012

e depois de alguns dias, pesadelos fazem bem.

Postado por V, às 17:57 0 comentários
~~le lendo post do medo B~~
"(...) "Quem tem mais sonhos desagradáveis fica mais regulado emocionalmente", diz Flávio Aloe, coordenador do Centro Interdepartamental de Estudos do Sono do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Mas, se existe um fator que os sonhos ruins realmente preveem, é a personalidade. Quem tem pesadelos plausíveis, como não conseguir terminar uma prova a tempo, por exemplo, costuma ter grande capacidade de concentração e habilidade para separar o pensamento racional do emocional. Já as pessoas no outro oposto de personalidade têm dificuldade em distanciar a razão da emoção, são mais vulneráveis a situações de estresse, e passam boa parte da vida (acordada) viajando em pensamentos distantes. Mas nem tudo é ruim. "Quem passa a vida tendo pesadelos tem tendências artísticas e criativas que não são encontradas nos outros grupos", diz Patrick McNamara em seu livro Nightmares. São essas as pessoas agraciadas com sonhos de alienígenas e banquetes canibais."

e agora a pessoa se pergunta: eu tendo meus pesadelos frequentes, que até mesmo sinto falta quando eles demoram a se manifestar nessas minhas noites tão curtas, posso ser uma pessoa mais equilibrada?
o que total faria sentido, já que levando em conta todos os pesadelos medonhos que eu já tive ao longo da vida, e por me lembrar de muitos deles... até mesmo tentar transformar alguns deles em contos (é, a pessoa cria estórias até quando dorme, vejamos onde é que a coisa vai), posso dizer que se a sensação de acordar do pesadelos como se fosse um sonho "bom", me deixaria milimetricamente mais preparada para enfrentar situações realmente extremas. e se eu agisse em estado de alerta na vida real, como ajo nos sonhos, sobreviveria à muitos desastre sobrenaturais e situações de sequestros ou... burrice mesmo.
é, até que faz realmente sentido isso.

16 de julho de 2012

one foot girl.

Postado por V, às 15:34 0 comentários
é que eu sempre lembro dessa música do mika quando as coisas ficam loucas demais.
e o momento é totalmente louco o suficiente pra eu passar a mão na testa, suspirar e simplesmente dizer: my oh my, what do i do now?
bem, estou de férias, e nas férias eu sempre decido coisas. só que eu estou com medo de decidir alguma coisa nessas férias. nas ultimas eu decidi algo e... não foi que eu me fodi, mas depois de um tempo algumas coisas passaram a dar muito errado. e olhando por um angulo mais amplo, eu fiz a decisão que eu estou pensando se tomo agora ou não pela mesma especulação, só que agora é uma pessoa diferente enchendo minha cabeça. não sei. tenho medo de tomar a decisão e ver que não era isso o que queria. que foi por impulso. e ficar naquela coisa dos últimos dois meses de novo. eu não queria arriscar errar mais uma vez, mas parece que é o mais confortável a se fazer. não o mais confortável, mas parece que é o que vai acabar acontecendo. os papéis estão invertidos agora e eu só queria entender o que é melhor a se fazer.
e eu sinto que eu preciso fazer alguma coisa. alguma merda, no caso. por que é mais ou menos assim que a pessoa decide se tá fazendo algo que valha a pena ou não.
e depois a pessoa lembra de coisas que disse, coisas que sentiu, coisas que escreveu no meio dessa loucura toda. antes até, dessa loucura toda. da inocência das conversa casual que levou a tudo isso. é estranho tentar decidir se é melhor deixar como está ou jogar tudo pro alto. as duas opções são um tanto incertas na mesma medida. e só ficar aqui suspirando e planejando não vai adiantar em nada.
queria não precisar me imaginar tentando demais. queria não sentir que tentar algo é errado demais. queria não sentir que deixar assim é o melhor. não que esteja ruim desse jeito, só que não tá bom também.
férias de mim tem como tirar? ah, bem que podia, não? tô precisando.
mas só dá pra continuar aqui, esperando que alguma coisa comece a funcionar.

my oh my. i think my mind is gone. i'm left here wondering: was i crazy all along? what do i do? nothing left but pray. gonna shoot somebody. help me drive this craziness away...

7 de julho de 2012

6:19pm

Postado por V, às 18:24 0 comentários
eu tô tão assim... pelos cantos e pela metade. essa coisinha chata que não dá pra aturar.
bem digna de matín em o jogo do anjo. cheia de pessoas em volta que tentam se importar e eu simplesmente querendo o meu canto naquela casa gigante pra escrever sozinha. só que a oferta de corelli não foi uns mil francos por um livro. foi minha sanidade e estabilidade por uma distância e um mês. e eu topei. quero saber se no final vai ter um anjo e alguém imortal, pra ficar do meu lado quando o sorriso aparecer e sumir.
é isso o que a saudade faz, pessoas. mantenham-se longe disso.

3 de julho de 2012

tô viva!

Postado por V, às 20:26 0 comentários
é, férias, finalmente. não é por correria de final de bimestre que eu parei de postar. na verdade é por ter assunto, mas não ter vontade de escrever. de divulgar. vai que, né.
só que a semana passada (e essa já começou mais ou menos) foi macabra o suficiente para que eu pare e pense que tem coisa errada acontecendo aí.
por que né, num sábado de madrugada sua mãe esmurra a sua porta com a seguinte pergunta:
- foi você que trancou o quarto dos meninos?
- quê?! não.
- é que só você ficou em casa...
- mas não fui eu.
- tá trancada por dentro...
- tá, não fui eu.
- então tá.
(alguns minutos depois)
irmão: - vou no terreiro, pra tirar essa coisa ruim de mim! *risos*
ou seja.
a casa está com uma vibe meio tensa. e bem, a janela estava fechada, então não é possível que alguém tenha entrado no quarto, trancasse, saísse pela janela e ainda fechasse ela. e quem mais iria fazer isso? é. estranho.
seria mais legal ainda se no dois dias seguintes, não me perseguissem com conversas sobre religião. já não basta eu estar lendo taaaaaaaaanto sobre anjo (e eu achando que o clockwork angel era só por causa do pingente de anjinho da tessa... ai, ai), tem que ficar falando de deus também? mas queeeeee coisa. não mereço.
mas a gente segue tentando... tentando viver. tentando não matar ninguém. tentando apenas tomar banho em paz. quando não é a água esfriando do nada, é a luz que diminui e depois volta a iluminar decentemente. por enquanto nada furtivamente entrou no meu quarto... além dos cachorros. se nem fé na água benta ou num crucifixo pra espantar "a coisa" eu tenho. só me restaria pular a janela.
 

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