it was dark, and i was over, until you kissed my lips and you saved me. my hands they were strong, but my knees were far too weak, to stand into your arms without falling to your feet. but there's a side to you, that i never knew, never knew. all the thing you'd say, they were never true, never true. and the games you'd play, you would always, always win. but i set fire to the rain. watched it pour as i touched your face. wll, it burned while i cried, 'cause i heard it screaming out your name (...) but i set fire to the rain, and threw us into the flames. well, it felt something died, 'cause i knew that was the last time.
é que eu simplesmente me recuso a absorver o fato de que todos conseguem enxergar as coisas e eu não. eu me recuso a entender o que os outros entendem. eu me recuso a achar que existe alguma coisa onde não tem. eu não sei mais como posso ajudar a pessoa a verem isso, eu não sei como só eu vejo as coisas do modo certo. não sei, é só que eu tenho noção do que é possível e do que não é. e isso o que todo mundo anda vendo não é.
mas. e. daí. né? e só quero entender como é que faz pra ver tudo tão possível assim. quem sabe fazer o tudo tão possível acontecer. pessoas poderiam me ensinar, mas talvez eu estivesse ocupada demais pensando (vendo, querendo, esperando) outra coisa. como sempre.
e aí eu fico nessa adeles (ou seria boyce?) vibe eterna. escrevendo coisas que ninguém vai entender. esperando que ou as coisas voltem no tempo, ou que as coisas mudem pra melhor, ou que a visão dos outros seja realizada. não decidi ainda. por enquanto me encontro procurando alguma chuva para incendiar.
0 comentários:
Postar um comentário