De verdade? Parece que as coisas estão de ponta cabeça. Eu sinto falta daquilo que me machuca, daqueles que não se importam, de tudo o que já me fez mal. É como se eu não existisse sem a dor. Sem aquela dor que me motiva a melhorar, a ser alguém melhor. Não para os outros, para mim.
Eu agora sinto vontade de fazer com que qualquer pessoa me note, simplesmente por alguns segundo, só para que elas possam partir de novo. Talvez assim eu possa dizer que tentei. Eu tento, às vezes dá certo, às vezes eu me enforco com a minha própria corda. E acordo bem no dia seguinte, só pra pra fazer tudo de novo.
Fácil seria se ninguém nunca te desse as costas, sabe? Seria muito bom se todo mundo sempre ficasse do seu lado, mas de que adiantaria? Às vezes é você quem se cansa das pessoas, não elas que se cansam de você. Você simplesmente as usa como desculpa, para não precisar ser o culpado por não ter mais o mundo ao seu lado. Estranho quando a verdade te dá uns tapas na cara, né? Acho que eu cansei de levar sempre do mesmo lado, vou tentar virar o gosto, pra sensação não ser tão dolorida.
Gostaria de saber, assim, se mais alguém pelo menos já pensou nisso. Por que muitas vezes meus pensamentos são tão egoístas, tão malucos, que eu acho que só eu consigo pensar em coisas assim. Mas ninguém nunca vai estar sozinho no mundo. Não completamente sozinho, não concorda?
Hoje é só hoje. Tem tá aqui agora, pode não estar daqui dois minutos. Já pensou nisso? E amanhã, é só o amanhã. Tu não sabe quem vai sentar do teu lado no banco da praça enquanto tu espera sua carona. Quem sabe a pessoa que sentou ali não seja a sua carona. Quem sabe.
Igual nos filmes.
Já que nos filmes é tudo mais bonito. Neles ninguém nunca se esquece. E quando se esquece, alguma coisa os faz lembrar. Mas isso a gente pode chamar de realidade. Já vivi bastante disso, e sei que é verdade.
Lembrar… Nunca imaginei que isso seria algo ruim.
Mas pior mesmo, é sentir falta. Sentir falta daquilo que te machuca.
30 de novembro de 2011
Tem gente que nasceu pra não esquecer o passado. É simples assim. Vão negando, negando. Até que uma hora a verdade aparece. Fica aquela dor insuportável lá dentro, mas não tem como parar. Simplesmente não tem como esquecer.
A: Por que você é sempre assim?
E: Assim... Como?
A: Tão calmo, tão controlado, tão sossegado. Me sinto tão louca perto de você.
E: Como assim? Não te entendo.
A: Quando eu fico mal, você só me abraça e fala que tudo vai passar. Você não me chama de idiota, não grita comigo, não fala que eu deveria correr atrás dele, nem que eu estou errada em ficar aqui chorando. Você não faz nada, mas mesmo assim...
E: As coisas melhoram?
A: É. Geralmente as pessoas precisam brigar comigo e me deixar pior do que eu já estou para as coisas melhorarem.
E: Talvez as coisas melhorem por que eu deixo você chorar e ser quem você precisa ser quando está mal. Talvez seja por que eu sirva de apoio pra você, quando mais ninguém está aqui pra te apoiar. E de que adianta brigar e gritar? Como você disse, isso só faz você ficar pior, e esse não é o melhor modo de fazer você melhorar. Então eu fico aqui, em silêncio, ouvindo o que você tem pra dizer, secando as lágrimas que você tem pra chorar e tudo fica bem.
A: Mas você faz isso há tanto tempo. Eu nunca vi você reclamar, eu nunca vi você passando por isso, eu nunca vi você dizendo que ama alguém. Você não se cansa? Por que você não recebe metade do que você me dá, em troca.
E: Recebo a melhor coisa que eu posso ter. Você, sorrindo. E sim, eu amo alguém, e a propósito, é a pessoa mais curiosa que eu conheço. Ela vive fazendo perguntas bobas... Mas ela nunca viu isso, e eu nunca me importei em dizer isso pra ela. Ela está feliz me vendo do jeito que vê, melhor não estragar isso.
A: Ah, entendi. Ela deve ser uma pessoa legal, pra você querer preservar a amizade, ao invés de tentar construir um amor.
E: É, é melhor assim. Ela é meio bobinha e lentas às vezes... E ela é minha melhor amiga, também.
A: Mas a sua melhor amiga s...
E: Shhh! Existem coisas que as pessoas não precisam saber.
E: Assim... Como?
A: Tão calmo, tão controlado, tão sossegado. Me sinto tão louca perto de você.
E: Como assim? Não te entendo.
A: Quando eu fico mal, você só me abraça e fala que tudo vai passar. Você não me chama de idiota, não grita comigo, não fala que eu deveria correr atrás dele, nem que eu estou errada em ficar aqui chorando. Você não faz nada, mas mesmo assim...
E: As coisas melhoram?
A: É. Geralmente as pessoas precisam brigar comigo e me deixar pior do que eu já estou para as coisas melhorarem.
E: Talvez as coisas melhorem por que eu deixo você chorar e ser quem você precisa ser quando está mal. Talvez seja por que eu sirva de apoio pra você, quando mais ninguém está aqui pra te apoiar. E de que adianta brigar e gritar? Como você disse, isso só faz você ficar pior, e esse não é o melhor modo de fazer você melhorar. Então eu fico aqui, em silêncio, ouvindo o que você tem pra dizer, secando as lágrimas que você tem pra chorar e tudo fica bem.
A: Mas você faz isso há tanto tempo. Eu nunca vi você reclamar, eu nunca vi você passando por isso, eu nunca vi você dizendo que ama alguém. Você não se cansa? Por que você não recebe metade do que você me dá, em troca.
E: Recebo a melhor coisa que eu posso ter. Você, sorrindo. E sim, eu amo alguém, e a propósito, é a pessoa mais curiosa que eu conheço. Ela vive fazendo perguntas bobas... Mas ela nunca viu isso, e eu nunca me importei em dizer isso pra ela. Ela está feliz me vendo do jeito que vê, melhor não estragar isso.
A: Ah, entendi. Ela deve ser uma pessoa legal, pra você querer preservar a amizade, ao invés de tentar construir um amor.
E: É, é melhor assim. Ela é meio bobinha e lentas às vezes... E ela é minha melhor amiga, também.
A: Mas a sua melhor amiga s...
E: Shhh! Existem coisas que as pessoas não precisam saber.
27 de novembro de 2011
20:38 - Respira.
Faz algum tempo que eu já não sei o que dizer. Bem, algumas coisas simplesmente saem do controle, e quase nunca conseguimos colocá-las no lugar novamente. É isso o que avida significa agora? Desordem? Bem, não sei dizer. A minha nunca andou em linha reta, nem em curvas. É mais um zigue-zague cheio de retornos. Nunca soube como é seguir totalmente em frente.
20:40 - Suspiro.
Acontece de vez em quando, quando eu preciso de alguém pra sentar e chorar. Parece que as coisas nunca vão estar calma de verdade. Parece que todos sempre vão estar gritando a minha volta, e que sempre vou ver as coisas embaçadas. Não dá pra se arrumar óculos pra enxergar o caminho da vida. Nem mesmo para enxergar a vida melhor.
20:42 - Falta.
Sei também, que nem sempre vou conseguir fazer com que as coisas saiam do meu modo. Que eu tenha prazos e saiba cumpri-los. Talvez eu não deixe algumas coisas para a ultima hora. Talvez um dia eu aprenda como é ser alguém responsável. Que faz, e não que sonha.
20:49 - "Everyday that you wanna waste, you can... ♪"
Mas até agora, eu acho que vou continuar desse jeito. Talvez algum dia, meus sonhos, minhas vontades, qualquer coisa, não se torne realidade. Talvez... Talvez.
Faz algum tempo que eu já não sei o que dizer. Bem, algumas coisas simplesmente saem do controle, e quase nunca conseguimos colocá-las no lugar novamente. É isso o que avida significa agora? Desordem? Bem, não sei dizer. A minha nunca andou em linha reta, nem em curvas. É mais um zigue-zague cheio de retornos. Nunca soube como é seguir totalmente em frente.
20:40 - Suspiro.
Acontece de vez em quando, quando eu preciso de alguém pra sentar e chorar. Parece que as coisas nunca vão estar calma de verdade. Parece que todos sempre vão estar gritando a minha volta, e que sempre vou ver as coisas embaçadas. Não dá pra se arrumar óculos pra enxergar o caminho da vida. Nem mesmo para enxergar a vida melhor.
20:42 - Falta.
Sei também, que nem sempre vou conseguir fazer com que as coisas saiam do meu modo. Que eu tenha prazos e saiba cumpri-los. Talvez eu não deixe algumas coisas para a ultima hora. Talvez um dia eu aprenda como é ser alguém responsável. Que faz, e não que sonha.
20:49 - "Everyday that you wanna waste, you can... ♪"
Mas até agora, eu acho que vou continuar desse jeito. Talvez algum dia, meus sonhos, minhas vontades, qualquer coisa, não se torne realidade. Talvez... Talvez.
22 de novembro de 2011
Cansei de porcelanas. Cansei de plásticos.
Esses dias andaram dizendo que eu estou diferente. Acho que as pessoas ainda não perceberam que eu simplesmente estou retribuindo elas com o mesmo afeto que elas me oferecem. Pois entendam, se eu tenho amigos, que estão sempre comigo, não digo que é necessário estar somente comigo, mas pelo menos não fazem com que eu me sinta menosprezada, eu vou ser uma pessoa legal com essas pessoas. Agora, se uma pessoa simplesmente me trata como substituivel, como só mais alguém pra ela dizer oi, mandar mensagem e me ter como mais um número no facebook, eu dispenso. Dispenso um milhão de vezes.
Por que eu acho, que se é pra eu ser alguém legal, eu tenho que me sentir bem com isso. E eu não me sinto bem sendo legal com pessoas que não são legais comigo. Dá pra entender? Acho que dá, espero que muitas pessoas pensem assim.
E sabe quando a gente faz a coisa certa, mas mesmo assim ainda tem gente pra se fazer de vitima, como se eles não tivessem feito nada? Aliás, é exatamente por isso, eles nunca fazem nada. E ainda colocam a culpa em mim. Como se eu fosse realmente a Cruela da coisa toda. Eu simplesmente... Ignoro. É, é isso o que eu sei fazer de melhor com gente assim.
Mas mesmo eu jogando a verdade na cara das pessoas, elas não entendem. Não conseguem enxergar o que eu fico tentando dizer, e ainda acham que podem estar sempre do meu lado. Querendo minha atenção. Querendo minha amizade. Mas... Que droga, eu não consigo ser amiga de gente que só tem interesse. Mesmo que seja pra se aproximar de alguém, para conseguir notas, para conseguirem conselhos, que merda for o que eles quiserem. Eu não sei lidar somente com pessoas que pedem.
Olhem bem. Eu, capricorniana nata, com todos os defeitos e qualidades do signo. É uma característica eu me visar, antes de qualquer pessoa, mas eu sei escutar, eu sei ser amiga, eu sei ser boa. Não que eu seja assim com todo mundo, saia rindo por aí e dando dinheiro aos mendigos. Claro que não. Mas quando alguém precisa, e eu posso ajudar, eu faço. Faço nem tão bem, mas pelo menos tento. Esse é o meu problema, eu tento. Eu persisto. Se eu consigo, eu fico muito feliz. Se eu não consigo, eu jogo no lixo. Jogo mesmo, e nem mesmo sinto remorso por ter feito. E não gosto quando as pessoas me colocam de lado. Quando eu sou um livro velho numa estante empoeirada. Aquela camiseta velha que fica entucada no fundo do guarda roupas. Eu não sou segundo ou último plano. Mas não preciso ser primeiro. Acho que já perceberam que mesmo eu não querendo ser o centro, eu não quero ser a borda.
Não suporto quem gosta hoje, esquece duas semanas, e depois volta. Não suporto pessoas que fingem que você vale algo para elas, e no fim sempre tem alguém pra pôr no seu lugar, como se você nunca tivesse estado lá. Não suporto pessoas que usam.
E sim, eu me protejo. Quando esses seres tentam forçar a barra, eu simplesmente os empurro. Como eu disse, jogo no lixo. Quer falar? Fala sozinho. Fala com todas as outras pessoas. Já não me esqueceu por um tempo? Esquece pelo resto. Não quero sobrar, não quero pessoas que só lembram de mim quando estão confusas. Não quero amigos pela metade.
E se eu mudo, é por que as pessoas mudam comigo. Não há reação sem alguma ação antes. Eu nunca dou o primeiro passo, nem para o começo, nem para o fim. Por favor, nem mesmo tente um recomeço.
Mas certo, eu posso jogar no lixo, e os outros não? Claro. E eles jogam. Jogam e depois tentam reciclar. Mas não fica a mesma coisa. Amizade reciclada não faz bem pra natureza, nem pro caráter. Nesse sentido é melhor arrumar outra pra por no lugar, e deixar aquela onde você jogou. Afinal, é bem capaz da pessoa nem sentir sua falta.
Cansei dessas pessoas de porcelana. Amigáveis por fora e ocas por dentro. Cansei de pessoas que são de plástico. São falsos, e a gente nem mesmo consegue quebrar ao ponto de conseguir que sejam trocados. Cansei... CANSEI!
19 de novembro de 2011
Depressão pré-volta às aulas.
Tive duas semanas de "folga" das aulas, e hoje descobri que a coisa mais legal que eu fiz foi não deixar as tarefas para ultima hora. Simplesmente por que "a ultima hora" eu vou provavelmente estar sentada em uma carteira de universidade, fazendo uma prova que vai simplesmente definir se eu estudo ou não em uma lugar decente ano que vem. E mesmo assim não é suficiente, por que eu sempre me cobro por não ter feito mais nos meus dias livres, mas só lembro da cobrança quando eles já acabaram. Entendem?
Pois bem. Eu não fiz nada nesses semanas. Certo que ler três livros em duas semanas não é considerado "fazer algo". Nem mesmo quase terminar um quase livro que você escreve. Nem mesmo fazer compras, deixar as unhas crescerem, arrumar o cabelo ou coisas do tipo. Nada disso é realmente fazer algo. E eu nunca faço nada, simples assim.
A única coisa que eu sei fazer, é deixar todo mundo puto da cara comigo. Tá todo mundo tão puto da cara comigo, que minha irmã quase não fala comigo, depois que a gente quase conseguiu estabelecer uma relação considerável de amizade entre irmãs, ninguém me manda mais sms, e tá certo que quase todos os meus contatos consideravelmente amigáveis e que não me deixam puta da cara com eles estão sem bônus, então acho que eles não estão putos da cara comigo. Mas de resto, parece que tá todo mundo puto da cara comigo.
Só por que hoje eu tô meio que precisando de atenção. De gente me bajulando. Ou talvez eu só precise de gente nova me descobrindo, de lugares novos. Na verdade, eu tô puta da cara comigo mesma por nunca ter nada novo. Por nunca fazer nada novo.
Esse é só mais um problema meu. Coloco minha culpa nos outros, só pra não me sentir tão pessoa mais má do mundo todo. O que às vezes acaba sendo verdade. (Dica pra quem nunca me viu com crianças).
Só que o fato de eu não ter nada novo nunca, nem pessoas novas nunca, se deve ao fato de eu achar que as pessoas não são tão aceitáveis. E as aceitáveis não me acham aceitáveis. Por que para o milagre de eu ser a pessoa que começa a conversa, é resultado de três fatores apenas: desespero, afinidade ou... Alcool. O último não é considerável. E eu sou uma pessoa, diga-se de passagem, controlada. Até demais, dá raiva. Então o desespero só bate quando eu não penso nas consequências. E eu não pensar em algo é meio difícil. E a afinidade... Como que eu vou achar afinidade com alguém que eu não conheço? Mas claro, eu acho ela em dois segundos... Se a pessoa vier falar comigo primeiro. Fácil assim, não é?
Agora eu me vejo aqui. No meus penúltimo dia de glória e sem a obrigação de ter que acordar cedo ou de ter que me preocupar com a segunda feita. Aí nos meus dias de tristeza, que vão do dia 21 até 30 desse mês, eu me pego pensando que eu deveria ter ido dormir mais cedo em tal dia. Que meus colegas de classe são algo bem próximo dos homosapiens, e que eu preciso de mais uns dias para ficar em casa.
Sim, ficar em casa. Por que fazer algo, não é algo que eu faça de fato. Infelizmente.
Pois bem. Eu não fiz nada nesses semanas. Certo que ler três livros em duas semanas não é considerado "fazer algo". Nem mesmo quase terminar um quase livro que você escreve. Nem mesmo fazer compras, deixar as unhas crescerem, arrumar o cabelo ou coisas do tipo. Nada disso é realmente fazer algo. E eu nunca faço nada, simples assim.
A única coisa que eu sei fazer, é deixar todo mundo puto da cara comigo. Tá todo mundo tão puto da cara comigo, que minha irmã quase não fala comigo, depois que a gente quase conseguiu estabelecer uma relação considerável de amizade entre irmãs, ninguém me manda mais sms, e tá certo que quase todos os meus contatos consideravelmente amigáveis e que não me deixam puta da cara com eles estão sem bônus, então acho que eles não estão putos da cara comigo. Mas de resto, parece que tá todo mundo puto da cara comigo.
Só por que hoje eu tô meio que precisando de atenção. De gente me bajulando. Ou talvez eu só precise de gente nova me descobrindo, de lugares novos. Na verdade, eu tô puta da cara comigo mesma por nunca ter nada novo. Por nunca fazer nada novo.
Esse é só mais um problema meu. Coloco minha culpa nos outros, só pra não me sentir tão pessoa mais má do mundo todo. O que às vezes acaba sendo verdade. (Dica pra quem nunca me viu com crianças).
Só que o fato de eu não ter nada novo nunca, nem pessoas novas nunca, se deve ao fato de eu achar que as pessoas não são tão aceitáveis. E as aceitáveis não me acham aceitáveis. Por que para o milagre de eu ser a pessoa que começa a conversa, é resultado de três fatores apenas: desespero, afinidade ou... Alcool. O último não é considerável. E eu sou uma pessoa, diga-se de passagem, controlada. Até demais, dá raiva. Então o desespero só bate quando eu não penso nas consequências. E eu não pensar em algo é meio difícil. E a afinidade... Como que eu vou achar afinidade com alguém que eu não conheço? Mas claro, eu acho ela em dois segundos... Se a pessoa vier falar comigo primeiro. Fácil assim, não é?
Agora eu me vejo aqui. No meus penúltimo dia de glória e sem a obrigação de ter que acordar cedo ou de ter que me preocupar com a segunda feita. Aí nos meus dias de tristeza, que vão do dia 21 até 30 desse mês, eu me pego pensando que eu deveria ter ido dormir mais cedo em tal dia. Que meus colegas de classe são algo bem próximo dos homosapiens, e que eu preciso de mais uns dias para ficar em casa.
Sim, ficar em casa. Por que fazer algo, não é algo que eu faça de fato. Infelizmente.
17 de novembro de 2011
Everyday that you wanna change, that you wanna change...
Devagar. Uma coisa de cada vez, e você se vê perdendo quase tudo.
Primeiro vão coisas pequenas, que você quase não se dá falta, depois as médias, que é quando você finalmente percebe que há algo errado, mas mesmo assim não consegue impedir, e no fim, se vai tudo de uma vez, sem nem mesmo te dar tempo para gritar "Espere!".
A sensação é sempre a mesma, a impotência é a pior coisa que se pode sentir, não acha? Eu acho que já vivi muito disso, e hoje me pego pensando no tempo perdido, em que eu estava ocupada demais não vendo os pequenos detalhes. Só hoje que eu me dou conta de percebê-los, mas às vezes, mesmo com eles, as coisas não são como eu esperava que fossem.
Podia ser eu no lugar das coisas, não é? Se eu fosse sumindo aos poucos, talvez as pessoas nem mesmo percebessem. Meus pais, irmãos, talvez. Quem sabe.
Mas sem pensar nas coisas que eu já perdi. Talvez eu possa pensar nas que eu vá ganhar, e só ganhar. A vida é assim, não? A gente perde, a gente ganha. As pessoas mudam, nós mudamos. E assim crescemos. Alguns retardam isso ao máximo, eu simplesmente anseio mais e mais. Mais e mais.
Primeiro vão coisas pequenas, que você quase não se dá falta, depois as médias, que é quando você finalmente percebe que há algo errado, mas mesmo assim não consegue impedir, e no fim, se vai tudo de uma vez, sem nem mesmo te dar tempo para gritar "Espere!".
A sensação é sempre a mesma, a impotência é a pior coisa que se pode sentir, não acha? Eu acho que já vivi muito disso, e hoje me pego pensando no tempo perdido, em que eu estava ocupada demais não vendo os pequenos detalhes. Só hoje que eu me dou conta de percebê-los, mas às vezes, mesmo com eles, as coisas não são como eu esperava que fossem.
Podia ser eu no lugar das coisas, não é? Se eu fosse sumindo aos poucos, talvez as pessoas nem mesmo percebessem. Meus pais, irmãos, talvez. Quem sabe.
Mas sem pensar nas coisas que eu já perdi. Talvez eu possa pensar nas que eu vá ganhar, e só ganhar. A vida é assim, não? A gente perde, a gente ganha. As pessoas mudam, nós mudamos. E assim crescemos. Alguns retardam isso ao máximo, eu simplesmente anseio mais e mais. Mais e mais.
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15 de novembro de 2011
Eu sou uma daquelas pessoas que se liga os pequenos detalhes. Entendam como: rodapés de agendas. Eu escrevo um pseudodiário, em uma agenda comercial. E elas sempre tem uma pensamento legal de autoajuda no rodapé. Eu leio isso sempre, às vezes dou risada, e alguns até me fazem pensar de fato.
Meu pseudodiário é mais um espécie de livros das vontades frustadas, alimentadas por uma mente meio louca e fértil. É mais ou menos os textos que eu posto, só que mais pessoais, com menos sentido e em inglês. Às vezes algumas vontades se tornam verdade, e tal. Como se alguma coisa divina acontecesse com as palavras que eu escrevo ali.
Certo que eu não deveria falar isso, é totalmente louco, mas é o livro das minhas ideias malucas, então ele tem que ter funções malucas, além de me deixar com sono depois de escrever nele.
De qualquer forma, voltando ao assunto inicial: os rodapés. Como eu escrevo bem pouco, passo mais tempo lendo e grifando os rodapés, do que de fato imaginando ideias malucas. E bem, hoje mesmo, (14 de Novembro, meia noite e quarenta e algo), tentei escrever, quando me atraio pela frase já impressa: "Eu sinto uma enorme gratidão por minhas vontades gostarem da liberdade". E levando em conta todos os versos musicais indiretos escritos à mão naquelas páginas, com as siglas loucas, metáforas e pensamentos nadaimpossíveis, eu me sinto abençoadamente gratificada por minhas vontades serem tão loucas e libertinas (não no sentido literal, elas são apenas realmente PROVIDAS de liberdade), escritas ali, e algum dia, se Deus permitir, se tornarão realidade.
Aí eu muda a frase, num futuro quem sabe próximo, para: "Eu sinto uma enorme gratidão por minha realidade gostar da liberdade" e viro autora de rodapés de agendas.
Meu pseudodiário é mais um espécie de livros das vontades frustadas, alimentadas por uma mente meio louca e fértil. É mais ou menos os textos que eu posto, só que mais pessoais, com menos sentido e em inglês. Às vezes algumas vontades se tornam verdade, e tal. Como se alguma coisa divina acontecesse com as palavras que eu escrevo ali.
Certo que eu não deveria falar isso, é totalmente louco, mas é o livro das minhas ideias malucas, então ele tem que ter funções malucas, além de me deixar com sono depois de escrever nele.
De qualquer forma, voltando ao assunto inicial: os rodapés. Como eu escrevo bem pouco, passo mais tempo lendo e grifando os rodapés, do que de fato imaginando ideias malucas. E bem, hoje mesmo, (14 de Novembro, meia noite e quarenta e algo), tentei escrever, quando me atraio pela frase já impressa: "Eu sinto uma enorme gratidão por minhas vontades gostarem da liberdade". E levando em conta todos os versos musicais indiretos escritos à mão naquelas páginas, com as siglas loucas, metáforas e pensamentos nada
Aí eu muda a frase, num futuro quem sabe próximo, para: "Eu sinto uma enorme gratidão por minha realidade gostar da liberdade" e viro autora de rodapés de agendas.
14 de novembro de 2011
Cidades, espaços maiores e eu.
Pois bem. Eu sou uma daquelas pessoas que sempre tenta ocupar o máximo de espaço possível em cubículos, e me sinto na obrigação de não ocupar grande coisa em amplos espaços. Vai entender. É que parece que quanto menor o lugar, mas de mim pode caber. Só eu, minhas coisas, minha cabeça e eu. Em lugares maiores é como se qualquer pessoas pudesse esbarrar nas minhas coisas e eu iria ficar pirada de raiva. Odeio de desarrumem, ou arrumem, que seja, minha bagunça; Mas odeio ver as coisas bagunçadas de verdade.
É como eu sempre digo, não me entendam.
Acho que é o fato de eu ter crescido em uma cidade pequena. Não algo interiorrr paulista, mas algo pequeno. Aqui meus pais conhecem bastante gente, meus irmãos também, e eu sou apenas eu. Assim, já é um milagre de eu falar com as pessoas da minha sala, então não aposto grande coisa em mim para ter mais do que 20 amigos, que eu posso dizer amigos, até a minha maioridade. Que é quando o meu plano idiota de já ter arrumado dinheiro o suficiente para ir pra capital, ou passar em um vestibular grandão e ir parar em um apartamento na Grande São Paulo. Bem essas coisas de gente de cidade pequena, não vê a hora de morar na metrópole.
Mas vejam, eu nunca gostei daqui. É simplesmente uma daquelas cidades que a coisa mais legal para se fazer no domingo ou é ir para a casa dos avós jogar baralho, ou ir para uma praça, ou ir tomar sorvete... Ou sair da cidade. Eu gosto da ultima opção, apesar de nunca conseguir executar ela com frequência. E eu não sou do tipo garota doente por shoppings. Eu só vou no shopping quando quero algum livro, que geralmente eu acho bilhões de vezes mais barato na internet. Mas quando eu não tô afim de esperar 12 dias úteis para poder ler a coisa, eu vou lá e pago mais caro mesmo. E caso houvesse uma livraria considerável no centro da cidade, eu com certeza não pisaria no shopping. Nem pra tomar o milk shake de ovomaltine pelo qual eu sou apaixonada.
Não é pelo fato de ele ser pequeno. Levar só 10 minutos para você andar a coisa toda. É que assim, eu não gosto das pessoas da cidade. Por isso não sou o tipo sociável. Eu sempre acho que as pessoas de outras cidades são mais bonitas. Se vestem melhor. Tem um sotaque mais legal. Ouvem músicas mais legais. As outras cidades são simplesmente mais legais e ponto. Não todas, só a capital. E algumas cidades do Sul. E Campos do Jordão. Lá é frio e tem chocolate. Eu poderia morrer lá, que eu seria alguém mais feliz.
Juntando o começo do texto, com tudo o que eu fui desenvolvendo ao longo, eu acho que gosto de cidades grandes simplesmente por que eu me sentiria bem ocupando meu espacinho miserável. E talvez não me incomodasse com as pessoas esbarrando em mim nem na minha bagunça. Afinal, eu não sou apaixonada por aqui. Sou apaixonada por lá. E paixão pode até ser passageira, mas alguma coisa boa sempre deixa. Eu fico pensando que depois de algum tempo em uma lugar tão grande, eu vou ficar com medo disso tudo, e querer voltar pra essa coisinha menor aqui. Que vou ficar com saudade da lanchonete mais gostosa do mundo, e da maionese que ninguém nunca vai fazer igual. Ficar com saudade das praças, das igrejas do centro, do shopping de 10 minutos, e do cinema que é uma porcaria. Como se eu fosse ficar com saudade, assim, só dos prédios que eu já cansei de ver. Talvez fique com saudade das pessoas... Ou não.
Mas. Por enquanto, eu simplesmente acho que o lanche super bom a maionese que ninguém faz igual já me é enjoativo, e acabo de lembrar que o shopping de 10 minutos vai virar um shopping quase digno, com um andar só para o cinema que não vai mais ser uma porcaria, e até vai dar vontade de ir nele nas quartas-feiras que é quando tem promoção e é mais barato. Ainda acho as pessoas feias, chatas, com péssimo gosto musical e mal vestidas. Até tinham duas livrarias consideráveis no centro, mas eu nunca fui em nenhuma delas. E não faz mal esperar 12 dias até entregarem os livros mais baratos. O importante seria que eu poderia sair daqui, e não mais precisar respirar ar -quase, nem tão- puro por um longo tempo.
Afinal, a Cidade Cinza é mais poética e eu não preciso ocupar tanto espaço.
É como eu sempre digo, não me entendam.
Acho que é o fato de eu ter crescido em uma cidade pequena. Não algo interiorrr paulista, mas algo pequeno. Aqui meus pais conhecem bastante gente, meus irmãos também, e eu sou apenas eu. Assim, já é um milagre de eu falar com as pessoas da minha sala, então não aposto grande coisa em mim para ter mais do que 20 amigos, que eu posso dizer amigos, até a minha maioridade. Que é quando o meu plano idiota de já ter arrumado dinheiro o suficiente para ir pra capital, ou passar em um vestibular grandão e ir parar em um apartamento na Grande São Paulo. Bem essas coisas de gente de cidade pequena, não vê a hora de morar na metrópole.
Mas vejam, eu nunca gostei daqui. É simplesmente uma daquelas cidades que a coisa mais legal para se fazer no domingo ou é ir para a casa dos avós jogar baralho, ou ir para uma praça, ou ir tomar sorvete... Ou sair da cidade. Eu gosto da ultima opção, apesar de nunca conseguir executar ela com frequência. E eu não sou do tipo garota doente por shoppings. Eu só vou no shopping quando quero algum livro, que geralmente eu acho bilhões de vezes mais barato na internet. Mas quando eu não tô afim de esperar 12 dias úteis para poder ler a coisa, eu vou lá e pago mais caro mesmo. E caso houvesse uma livraria considerável no centro da cidade, eu com certeza não pisaria no shopping. Nem pra tomar o milk shake de ovomaltine pelo qual eu sou apaixonada.
Não é pelo fato de ele ser pequeno. Levar só 10 minutos para você andar a coisa toda. É que assim, eu não gosto das pessoas da cidade. Por isso não sou o tipo sociável. Eu sempre acho que as pessoas de outras cidades são mais bonitas. Se vestem melhor. Tem um sotaque mais legal. Ouvem músicas mais legais. As outras cidades são simplesmente mais legais e ponto. Não todas, só a capital. E algumas cidades do Sul. E Campos do Jordão. Lá é frio e tem chocolate. Eu poderia morrer lá, que eu seria alguém mais feliz.
Juntando o começo do texto, com tudo o que eu fui desenvolvendo ao longo, eu acho que gosto de cidades grandes simplesmente por que eu me sentiria bem ocupando meu espacinho miserável. E talvez não me incomodasse com as pessoas esbarrando em mim nem na minha bagunça. Afinal, eu não sou apaixonada por aqui. Sou apaixonada por lá. E paixão pode até ser passageira, mas alguma coisa boa sempre deixa. Eu fico pensando que depois de algum tempo em uma lugar tão grande, eu vou ficar com medo disso tudo, e querer voltar pra essa coisinha menor aqui. Que vou ficar com saudade da lanchonete mais gostosa do mundo, e da maionese que ninguém nunca vai fazer igual. Ficar com saudade das praças, das igrejas do centro, do shopping de 10 minutos, e do cinema que é uma porcaria. Como se eu fosse ficar com saudade, assim, só dos prédios que eu já cansei de ver. Talvez fique com saudade das pessoas... Ou não.
Mas. Por enquanto, eu simplesmente acho que o lanche super bom a maionese que ninguém faz igual já me é enjoativo, e acabo de lembrar que o shopping de 10 minutos vai virar um shopping quase digno, com um andar só para o cinema que não vai mais ser uma porcaria, e até vai dar vontade de ir nele nas quartas-feiras que é quando tem promoção e é mais barato. Ainda acho as pessoas feias, chatas, com péssimo gosto musical e mal vestidas. Até tinham duas livrarias consideráveis no centro, mas eu nunca fui em nenhuma delas. E não faz mal esperar 12 dias até entregarem os livros mais baratos. O importante seria que eu poderia sair daqui, e não mais precisar respirar ar -quase, nem tão- puro por um longo tempo.
Afinal, a Cidade Cinza é mais poética e eu não preciso ocupar tanto espaço.
13 de novembro de 2011
Paranoia pontual: 18:24
Exatamente, às 18:17 eu começo a escolher uma nova playlist para ouvir quando alguém vier até esse lindo quarto e me convocar para mais uma graciosa partida de Tranca na mesa da sala de jantar, que só serve para o baralho e Atlantis.
Não sei se era mesmo 18:17, mas sinto uma irresistível vontade de saber que horas são, e vejo que são 18:18. As famosas horas iguais. Quem foi que nunca acreditou essa porcaria? E bem, agora são 18:25, e o que impede de alguém estar pensando em mim agora? Além do fato que não vá realmente existir alguém pensando em mim durante todo o dia. Nem minha mãe, talvez.Pois bem. Essa é uma coisa tão sem fundamento, que às vezes chega a ser divertida. Dá vontade de saber quem foi o gênio que olhou no relógio, e viu 05:05 e pensou: "Ah, tem alguém pensando em mim!", só por que as horas eram iguais. E como se não bastasse, teve outro gênio que baseado na teoria do cincoecinco, olhou no relógio e era 05:50, e deduziu: "Se cincoecinco é alguém pensando em mim, cincoecinquenta, que são número iguais, só que invertidos, deve ser alguém falando de mim!". E então mais um gênio teve a brilhante ideia de que todas as horas iguais/invertidas tem o mesmo significado, a partir do cincoecinco/cincoecinquenta.
Mas é que existem dias, como hoje, que eu simplesmente, quase só vejo esses maditos quinzeequinze, dezessesiedezesseis, dezoitoedezoito, vinteedois (20:02, não 22), mas tem dia que eu vejo vinteedoisevinteedois. E em um desses dias, eu procurei o que as pessoas interpretavam por esses números. E não é que cada hora tem uma significado próprio? Como bem, segundo a internet, o cérebro da nossa geração, 18:18 significa que alguém sente saudades de mim, pois me ama. Piada do século, não é? Imagina, é loucura demais para uma frase só. Alguém me amando. E pior! Sentindo minha falta. Esse tipo de coisa vai contra as leis da natureza, e não é qualquer relógio que vai me fazer pensar o contrário.
Tudo bem, já tive algumas provas que essas coisas podem ser verdade. Talvez coincidências, não decidi ainda. E como eu sei? Ah, então, eu tinha um namorado, e essas coisas. Certo dia ele me ligou e perguntou se eu tinha chorado por ele recentemente, eu respondi que não, é... E depois ele disse que tinha visto alguma hora igual, e que significava que alguém chorava por ele. Eu fiz algum barulho de indiferença, só que o segredo maior foi que eu tinha mesmo chorado um pouco, por umas paranoias antigas aí que envolviam aquele ser humano. Quase caí na rua quando ele disse o significado e pensei "É, talvez seja verdade". Mas foi só essa vez que alguma prova do relógio me foi verdadeira.
Deixando o passado pra lá, eu me vejo em uma enorme incógnita. Acontece que, nesse momento presente, não existe nenhum ser vivente que "habite" meu pequeno coraçãozinho. Não ando pensando demais em ninguém (real/possível), o que me faz imaginar que ninguém me dê a graça de "habitar" seu coraçãozinho, ou que pense em mim. Talvez assim, pense tipo "ah, a menina estranha da escola" e tal, ou alguma amiga minha que talvez pense em me ligar, ou que viu algo e lembrou de mim. Mas as horas iguais tem algum "quê" amoroso. É quase obrigatório alguém do sexo oposto (para o meu caso, vai saber o caso dos outros) esteja executando o significado daqueles números.
Então hoje, ao ver 15:15, 16:16, 17:17 e 18:18 (sim, todos SEM trapaça), eu me pego imaginando: "E se tiver alguém pensando em mim? Quem diabos que vai ser?", já que eu mesma não penso em ninguém. Vai saber que, isso vai parecer estranho, mas tudo bem, seja aquele carinha legal que eu queria tanto conhecer. Ou não sei, qualquer pessoa realmente impossível, para mim, que eu jamais iria imaginar que se lembrasse de quem eu sou. Ou talvez, alguém que eu já esqueci.
E levando em conta a linha de horários... 1515 (Indiretas) / 1616 (Quer um beijo seu, em segredo) / 1717 (Não pensa em você dessa maneira) e 1818 (Sente saudades de ti, por que te ama), me leva a conclusão, ou são duas pessoas, ou eu teria que pensar em alguém quando vi o 1717, para que "não pensasse em mim dessa maneira (?)" ou que o ser humano, se é que ele existe, e se é que essas coisas são verdade, é meio bipolar. Não se decide, se sente saudade ou se pensa em mim de outro jeito. Vai saber.
Talvez isso tudo signifique apenas que são 18 horas e 18 minutos da tarde, como agora são 18 horas e 49 minutos.
12 de novembro de 2011
Oh, I'd 'cross the whole world...
Seria assim, nós três. Sim, três. Não me dou bem com números pares. Seriamos inseparáveis, umas daquelas amizades que nunca é quebrada, algumas brigas, talvez, mas quem sabe dure o tempo que precisar. Como aquelas coisas que existe entre irmãos. Mas seria melhor.
Um dia alugaríamos um apartamento, e a partir daí começaríamos a ter realmente responsabilidades. Trabalhar, cuidar de uma casa, pagar as contas, mas mesmo assim seria divertido. Seria melhor do que morar sozinho, com os irmãos, com um namorado ou com os pais. Seria engraçado, por que teríamos camas, mas dormiríamos no sofá e acordaríamos no chão. E mesmo com tantos problemas, nos divertiríamos no nosso mundo e dificilmente deixaríamos pessoas de fora entrar. Seria só a gente sendo feliz.
Mesmo que todos dissessem que nunca iria dar certo, que depois de algum tempo iriamos nos odiar com a convivência, conseguiríamos dinheiro o suficiente para quando as coisas ficassem entediantes, pudéssemos ir pra qualquer lugar que quiséssemos. Bem aquela vida que as pessoas conseguem levar no filmes e seriados. Mas seria de verdade.
Nos divertiríamos contando alto até tarde da noite, ou rindo de coisas que não tem graça. Simplesmente vivendo a vida como deveria ser vivida. Conhecendo todo mundo que a gente precisasse conhecer. Namorar aqueles que fossem "aprovados" pelos outros dois, ou simplesmente mandaríamos os outros procurarem algo melhor para fazer do que ficar julgando as pessoas por quem nos interessássemos. Dá pra imaginar uma vida assim?
A gente se cuidando, e sendo simplesmente feliz, não importando o que acontecesse.
E mesmo se vocês tentassem fugir de mim, eu procuraria por vocês até que a gente conseguisse realizar tudo isso. E se eu fugisse, imagino vocês fazendo o mesmo por mim. Seria ótimo, o que acham? E não, não pode ser qualquer pessoa, ou alguém parecido, só vocês dois.
Um dia alugaríamos um apartamento, e a partir daí começaríamos a ter realmente responsabilidades. Trabalhar, cuidar de uma casa, pagar as contas, mas mesmo assim seria divertido. Seria melhor do que morar sozinho, com os irmãos, com um namorado ou com os pais. Seria engraçado, por que teríamos camas, mas dormiríamos no sofá e acordaríamos no chão. E mesmo com tantos problemas, nos divertiríamos no nosso mundo e dificilmente deixaríamos pessoas de fora entrar. Seria só a gente sendo feliz.
Mesmo que todos dissessem que nunca iria dar certo, que depois de algum tempo iriamos nos odiar com a convivência, conseguiríamos dinheiro o suficiente para quando as coisas ficassem entediantes, pudéssemos ir pra qualquer lugar que quiséssemos. Bem aquela vida que as pessoas conseguem levar no filmes e seriados. Mas seria de verdade.
Nos divertiríamos contando alto até tarde da noite, ou rindo de coisas que não tem graça. Simplesmente vivendo a vida como deveria ser vivida. Conhecendo todo mundo que a gente precisasse conhecer. Namorar aqueles que fossem "aprovados" pelos outros dois, ou simplesmente mandaríamos os outros procurarem algo melhor para fazer do que ficar julgando as pessoas por quem nos interessássemos. Dá pra imaginar uma vida assim?
A gente se cuidando, e sendo simplesmente feliz, não importando o que acontecesse.
E mesmo se vocês tentassem fugir de mim, eu procuraria por vocês até que a gente conseguisse realizar tudo isso. E se eu fugisse, imagino vocês fazendo o mesmo por mim. Seria ótimo, o que acham? E não, não pode ser qualquer pessoa, ou alguém parecido, só vocês dois.
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9 de novembro de 2011
Paranoia Anterior: Passado, tempo e eu.
"Passado"
Pas-sa-do.
P-a-s-s-a-d-o.
Não, nem soletrando essa palavra fica estranha.
Acho que já somos intimas. Eu faço parte dela, e ela faz parte de mim.
Não que seja algo exclusivo meu, é só que eu faço parte do passado morto e enterrado e muita gente. Gente que faz parte do meu passado-presente. Ou nem fazem mais, também. Aprendi que o melhor jeito de ser esquecido por alguém, é esquecer esse alguém primeiro. Mas às vezes nem isso adianta. Enfim, às vezes é só uma mentirinha, dizendo que esqueceu, mas a única coisa que se faz é lembrar cada dia mais.
É simples assim. Vai todo mundo mentindo, até que uma hora a mentira vira verdade, e o passado vira passado de fato. Só me acostumei com tudo isso. Me forço tanto a fazer algo parecer real, que às vezes me esqueço que existe um mundo lá fora melhor do que esse que eu tento consertar. Mas então, tempo perdido a gente não chora, só divide o que sobrou pra compensar.
E outra coisa que eu nunca soube muito bem ser amiga: Tempo. Ou eu acho que passa devagar. Ou eu acho que passa muito rápido. Não tem um meio termo. É tipo o chuveiro quando a gente quer sair do banho rápido, a água nunca fica morna. Nunca soube administrar bem ele. E quanto vejo, acabou. Fim. Como se o Tempo e o Passado fossem simplesmente criados para me fazer confusa.
Quando mais Tempo passa, mais o Passado parece presente. E quanto mais o Passado de afasta de fato, mais o Tempo parece correr. Estranho... Complicado? Mas é assim mesmo que eu me sinto. Quanto não existe daquilo o que se lembrar, o tempo voa. E quanto mais o Passado se faz presente, mais Tempo passa, mas com a sensação de como se nenhum dia tivesse mudado.
Agora se eu fizer com "tempo" o que fiz no começo, fica estranho.
"Tempo"
Tem-po
T-e-m-p-o
Fico olhando e repetindo, e no final eu só consigo imaginar a pergunta "tem pó?". Vai ver é por que eu ainda tenho o que aprender com o Tempo. Vai ver um dia eu ainda fique intimamente infeliz com ele, assim como fiquei com Passado.
Paranoia minha. Não é necessário entender.
Pas-sa-do.
P-a-s-s-a-d-o.
Não, nem soletrando essa palavra fica estranha.
Acho que já somos intimas. Eu faço parte dela, e ela faz parte de mim.
Não que seja algo exclusivo meu, é só que eu faço parte do passado morto e enterrado e muita gente. Gente que faz parte do meu passado-presente. Ou nem fazem mais, também. Aprendi que o melhor jeito de ser esquecido por alguém, é esquecer esse alguém primeiro. Mas às vezes nem isso adianta. Enfim, às vezes é só uma mentirinha, dizendo que esqueceu, mas a única coisa que se faz é lembrar cada dia mais.
É simples assim. Vai todo mundo mentindo, até que uma hora a mentira vira verdade, e o passado vira passado de fato. Só me acostumei com tudo isso. Me forço tanto a fazer algo parecer real, que às vezes me esqueço que existe um mundo lá fora melhor do que esse que eu tento consertar. Mas então, tempo perdido a gente não chora, só divide o que sobrou pra compensar.
E outra coisa que eu nunca soube muito bem ser amiga: Tempo. Ou eu acho que passa devagar. Ou eu acho que passa muito rápido. Não tem um meio termo. É tipo o chuveiro quando a gente quer sair do banho rápido, a água nunca fica morna. Nunca soube administrar bem ele. E quanto vejo, acabou. Fim. Como se o Tempo e o Passado fossem simplesmente criados para me fazer confusa.
Quando mais Tempo passa, mais o Passado parece presente. E quanto mais o Passado de afasta de fato, mais o Tempo parece correr. Estranho... Complicado? Mas é assim mesmo que eu me sinto. Quanto não existe daquilo o que se lembrar, o tempo voa. E quanto mais o Passado se faz presente, mais Tempo passa, mas com a sensação de como se nenhum dia tivesse mudado.
Agora se eu fizer com "tempo" o que fiz no começo, fica estranho.
"Tempo"
Tem-po
T-e-m-p-o
Fico olhando e repetindo, e no final eu só consigo imaginar a pergunta "tem pó?". Vai ver é por que eu ainda tenho o que aprender com o Tempo. Vai ver um dia eu ainda fique intimamente infeliz com ele, assim como fiquei com Passado.
Paranoia minha. Não é necessário entender.
O que você esperava? Que tudo fosse simplesmente perfeito? Eu às vezes fico impressionada como as pessoas conseguem mesmo serem influenciadas por suas próprias vontades. Como se tudo fosse simplesmente do jeito que eles esperassem que fosse. Sabe, que às vezes a gente só vê o que quer ver. Só sente o que acha que deve sentir. Há sempre alguma coisa bloqueando a verdade, e quando ela "aparece", a gente fica meio assustado... Não, decepcionado é o termo mais correto. Egoismo? Talvez.
Mas é que assim, a vida dentro da bolha protetora é mais divertida. As coisas e pessoas boas a gente deixa entrar, o que é ruim a gente coloca pra fora e nem mesmo ouve. Se isso é errado, não vou querer viver do jeito correto. Por que eu não tenho nenhuma obrigação maior de ficar ouvindo o que não me agrada. Igual quando o gosto é ruim e a gente cospe. Não que uma surrinha da vida, ou uma bronca dos pais não eja saudável de vez em quando, mas é só que enche o saco às vezes.
E não é que eu seja só mais uma dessas pessoas que reclama, reclama, reclama. Eu até engulo muita, muita coisa. Até mais do que deveria. Só acho que uma liberdadezinha às vezes, uma paz por uns cinco minutos é melhor do que só pedrada.
Mas é que assim, a vida dentro da bolha protetora é mais divertida. As coisas e pessoas boas a gente deixa entrar, o que é ruim a gente coloca pra fora e nem mesmo ouve. Se isso é errado, não vou querer viver do jeito correto. Por que eu não tenho nenhuma obrigação maior de ficar ouvindo o que não me agrada. Igual quando o gosto é ruim e a gente cospe. Não que uma surrinha da vida, ou uma bronca dos pais não eja saudável de vez em quando, mas é só que enche o saco às vezes.
E não é que eu seja só mais uma dessas pessoas que reclama, reclama, reclama. Eu até engulo muita, muita coisa. Até mais do que deveria. Só acho que uma liberdadezinha às vezes, uma paz por uns cinco minutos é melhor do que só pedrada.
8 de novembro de 2011
- Adeus.
- Até amanhã.
- Não. Adeus.
- Adeus, pra sempre?
- Até quando eu quiser voltar.
- Volta logo.
- Não.
- Por que?
- Por que não quero.
- Vou sentir saudades.
- E eu acredito que um dia eu…
- Que um dia…?
- Nada. Esquece.
- Tudo bem, volta logo.
- Não. Posso.
- Você não quer.
- Não mesmo.
- É por mim?
- É por tudo.
- É por mim, não é?
- Adeus.
- Responde. Só isso.
- Não importa. Você nunca se importou.
- Mentira.
- Esquece. Adeus.
- Até logo.
5 de novembro de 2011
Tenho dentro de mim aquilo que ninguém jamais conseguiu explicar. Sinto-me completa e aos pedaços ao mesmo tempo. Sinto raiva e afeição, tudo junto. Quero estar perto, mas também prefiro ficar longe. Não existe um acordo, quase não se tem ligação. Não passa, não se esquece. Vive para sempre, eu acho. Amo. E amo com todos os defeitos.
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4 de novembro de 2011
03X08 Ordinary Family
É só que as coisas realmente ficam estranhas depois de um tempo. às vezes a gente acha que a verdade é só a verdade, mas ela acaba sendo uma mentira. E depois vai se transformando em outra e em outra, e mais outra... É uma surpresa, tudo é sempre tão surpreendente, não? Acredita que nem sempre é tudo como a gente esperava, sabe?
Mas é o natural, não é? Se é que algo ainda pode ser natural.
As coisas são simplesmente assim. Você as decifra hoje, e amanhã elas estão novamente sendo vistas como um enigma. É estranho como isso vai se repetindo, e repetindo. Faz com que eu creia que as coisas nunca vão ser totalmente iguais. Nada é, não é? Até aquilo que nós mais prezamos, vai mudando, e quando percebemos, já não é mais como nós gostávamos. Mas a gente precisa engolir os amargos de vez em quando. Mesmo quando é amargo demais. E porquê? Bem, algumas pessoas simplesmente não conseguem conviver com a ideia de solidão, entende? Algumas pessoas não conseguem não perdoar. "Para todo fim há um recomeço", não é que dizem? Quando a gente perde, a gente começa uma nova partida. Tudo de novo. Do zero.
Como se nada nunca tivesse acontecido.
"He's my brother, and I'm immortal. Should I spend eternity alone instead?"
E às vezes, só às vezes, o "nada nunca aconteceu" é literal demais. Algumas coisas se perdem com o tempo. Vão sumindo, mas ainda há aqueles que vão lembrar. Nem todo fim é mesmo fim quando ainda houver quem se lembre.
E às vezes a gente demora para perceber isso. É incrível como algumas coisas de dissolvem como pó em água. Vira tudo uma coisa só e sem vida. Sem graça, sabe? É só... Líquido. Se você pegar escorre pelas mãos. Dependendo do cheiro, enjoa. Dependendo do gosto, mata. Dependendo da composição, derrete. É estranho pensar nisso, mas é mais ou menos como as coisas acontecem.
E com isso, só aparecem mais surpresas. Quem diria, né? Quem diria.
"I think that you're gonna be the one who'll save him from himself. It won't be because he loves me. It will be because he loves you."
E amanhã sempre tem mais.
Mas é o natural, não é? Se é que algo ainda pode ser natural.
As coisas são simplesmente assim. Você as decifra hoje, e amanhã elas estão novamente sendo vistas como um enigma. É estranho como isso vai se repetindo, e repetindo. Faz com que eu creia que as coisas nunca vão ser totalmente iguais. Nada é, não é? Até aquilo que nós mais prezamos, vai mudando, e quando percebemos, já não é mais como nós gostávamos. Mas a gente precisa engolir os amargos de vez em quando. Mesmo quando é amargo demais. E porquê? Bem, algumas pessoas simplesmente não conseguem conviver com a ideia de solidão, entende? Algumas pessoas não conseguem não perdoar. "Para todo fim há um recomeço", não é que dizem? Quando a gente perde, a gente começa uma nova partida. Tudo de novo. Do zero.
Como se nada nunca tivesse acontecido.
"He's my brother, and I'm immortal. Should I spend eternity alone instead?"
E às vezes, só às vezes, o "nada nunca aconteceu" é literal demais. Algumas coisas se perdem com o tempo. Vão sumindo, mas ainda há aqueles que vão lembrar. Nem todo fim é mesmo fim quando ainda houver quem se lembre.
E às vezes a gente demora para perceber isso. É incrível como algumas coisas de dissolvem como pó em água. Vira tudo uma coisa só e sem vida. Sem graça, sabe? É só... Líquido. Se você pegar escorre pelas mãos. Dependendo do cheiro, enjoa. Dependendo do gosto, mata. Dependendo da composição, derrete. É estranho pensar nisso, mas é mais ou menos como as coisas acontecem.
E com isso, só aparecem mais surpresas. Quem diria, né? Quem diria.
"I think that you're gonna be the one who'll save him from himself. It won't be because he loves me. It will be because he loves you."
E amanhã sempre tem mais.
Paranoia Metafórica: Eu, as janelas e as moscas.
Já se sentiu como uma mosquinha batendo no vidro de uma janela? Ok, uma mosca? Por que não uma borboleta? Borboletas voam um pouquinho mais livres, sabe? E quase todo dia eu vejo uma mosca batendo na janela. Seja por fora ou por dentro.
É tão irônico, não? Sempre tem um mundo lindo, um dia ótimo, tudo, lá fora. E a gente geralmente sempre fica dando cabeçada nessa janela, ao invés de simplesmente sair pro mundo com mais calma. Como quando a gente fica brigando e brigando com as coisas, com a vida, às vezes, e sabe que não vai resultar em nada. Ou quando a gente acha que é só ir na cara e na coragem, e do nada BUUM! Tem um vidro bem na sua cara, que só deixa você ficar olhando o que acontece do outro lado, sem nem tocar, nem participar. Às vezes as pessoas do outro lado nem mesmo te ouvem.
Mas quem sabe um dia alguém não abre a nossa janela, não é?
É tão irônico, não? Sempre tem um mundo lindo, um dia ótimo, tudo, lá fora. E a gente geralmente sempre fica dando cabeçada nessa janela, ao invés de simplesmente sair pro mundo com mais calma. Como quando a gente fica brigando e brigando com as coisas, com a vida, às vezes, e sabe que não vai resultar em nada. Ou quando a gente acha que é só ir na cara e na coragem, e do nada BUUM! Tem um vidro bem na sua cara, que só deixa você ficar olhando o que acontece do outro lado, sem nem tocar, nem participar. Às vezes as pessoas do outro lado nem mesmo te ouvem.
Mas quem sabe um dia alguém não abre a nossa janela, não é?
2 de novembro de 2011
There's a bird in here...
Fica mais um pouco. Um sorriso ainda não me é o bastante, quero um pouco mais. Mesmo que aqui não seja lugar para permanecer, é apenas o certo para nós, não concorda? Eu que sempre achei que aqui fosse lindo, e agora conheci algo mais, e finalmente percebi que talvez seja melhor apenas dizer adeus. Mas não desse forma. Acho que aqui merece um pouco mais de dedicação. Mais um pouco de tempo. Mais um sorriso seu, por favor.
Parece que algumas coisas simplesmente foram feitas para ficar, não acha? Ficar na memória, que seja, mas não foram feitas para ir e vir. Ainda mais aquelas que nunca mudam, e mesmo assim sempre vão ser novas. Algumas daquelas coisas que a gente aprende e odiar na infância, mas sente falta quando fica mais velho. Às vezes não tem como voltar e reviver alguns poucos minutos.
Por isso digo para ficar. Não sei se algum dia poderemos voltar aqui.
Pode ser que fique talvez mais bonito daqui um tempo, mas não será mais nosso. Algumas coisas simplesmente mudam, não completamente, mas vão mudando aos poucos, e se tornam irreconhecíveis. Talvez não por fora, mas por dentro. Ou vice-versa.
Talvez não devêssemos dizer adeus.
"Life goes by in the Talihina Sky..."
E eu gostaria de estar por lá para experimentar. Ou simplesmente ficar.
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Ela ama qualquer coisa que ele faça, ela não pensa por si só, ela só sabe se guiar pelas custas dos outros. Eu tenho dó dessa garota. Ela me grita por ajuda, mas eu não quero ajudá-la. Eu já a ajudei, mas ela nunca quis me ouvir. Eu vou sentar e assistir o desastre dela acontecer. Ela se parece comigo, antes d’eu aprender que o melhor jeito de caminhar pela vida é com as próprias pernas, com os pensamentos livres e sozinha.
Um dia eu perguntei à uma amiga quais eram os sonhos, as ambições da vida dela, ela simplesmente disse que não fazia planos para o futuro, e que o maior sonho dela era conhecer um cara, que segundo ela, era a razão pela qual ela se sentia bem.
Hoje eu me pergunto que pessoa não pensa no futuro, quem simplesmente acha que vai sobreviver com os pais para pagarem suas contas para o resto da vida deles, me pergunto se as pessoas hoje em dia só pensam em achar um amor e fim.
Queria entender se eu faço parte de um mundo do qual mais ninguém vive, onde as pessoas procuram serem livres, serem elas mesmas, sem nenhum apoio de amor nenhum. Me pergunto se essa não é a realidade impossível da vida.
Não sei, vejo algumas pessoas de um jeito meio estranho, eles são mais dependentes do amor do que qualquer pessoa é dependente de alguma outra coisa. E depois penso se existe alguém que vive sem sonhos, se existe alguém que viva sem futuro.
Hoje eu me pergunto que pessoa não pensa no futuro, quem simplesmente acha que vai sobreviver com os pais para pagarem suas contas para o resto da vida deles, me pergunto se as pessoas hoje em dia só pensam em achar um amor e fim.
Queria entender se eu faço parte de um mundo do qual mais ninguém vive, onde as pessoas procuram serem livres, serem elas mesmas, sem nenhum apoio de amor nenhum. Me pergunto se essa não é a realidade impossível da vida.
Não sei, vejo algumas pessoas de um jeito meio estranho, eles são mais dependentes do amor do que qualquer pessoa é dependente de alguma outra coisa. E depois penso se existe alguém que vive sem sonhos, se existe alguém que viva sem futuro.
E olá.
Esperanças, certo? Eu tinha dito algo sobre Esperanças algum tempo atrás. Ou alguma coisa sobre fazer todas aquelas coisas que me dariam vontade de fazer. E não só dizer, fazer de fato. Enfim, acho que me perdi no meio que tantas coisas que eu disse, e acho que acabei esquecendo. Isso por que é só o começo. Imagina quando chegar no final.
Na verdade, se eu pudesse, pulava essa parte. Sabe aquele "Antes, Durante, Depois"? Eu pularia o durante com todos os prazer. Ele nunca conta, no final das contas. Talvez seja complicado de entender, mas é que quanto mais a gente prolonga a coisa, mais monótona e acomodada ela fica. É como se quanto mais se demora para finalizar algo, fica mais impossível de ser pôr um fim.
Talvez a Esperança fique para outra hora. Talvez todo esse desgosto de transforme em alegria a certa altura.
Digo Olá, então, já que me é obrigação. Não obrigação, mas... Talvez seja isso mesmo.
Fiquei meio sem tempo, agora preciso ir revolver alguns assuntos. Volto depois e me explico melhor. Desculpe. Não desconte em mim com o decorrer do tempo, não é minha culpa.
Ou talvez seja.
Na verdade, se eu pudesse, pulava essa parte. Sabe aquele "Antes, Durante, Depois"? Eu pularia o durante com todos os prazer. Ele nunca conta, no final das contas. Talvez seja complicado de entender, mas é que quanto mais a gente prolonga a coisa, mais monótona e acomodada ela fica. É como se quanto mais se demora para finalizar algo, fica mais impossível de ser pôr um fim.
Talvez a Esperança fique para outra hora. Talvez todo esse desgosto de transforme em alegria a certa altura.
Digo Olá, então, já que me é obrigação. Não obrigação, mas... Talvez seja isso mesmo.
Fiquei meio sem tempo, agora preciso ir revolver alguns assuntos. Volto depois e me explico melhor. Desculpe. Não desconte em mim com o decorrer do tempo, não é minha culpa.
Ou talvez seja.
Adeus.
Não era hora de me focar naquilo que é certeiro. Eu tinha certeza de todas as coisas que falei, mas mesmo assim me esqueci do ponto mais importante. Mais um final. E depois outro começo. Re-começo, melhor dizendo.
Acredito que nunca fui daquelas que presta muita atenção no que acontece. Surpresas, sim. De fato, muitas. Mas foram simplesmente para me aliviar, abrir os olhos, sabe? Talvez não foram as que eu esperava. Mas foram o que foram. Enfim, livre, entende?
O estranho é que esse final me trouxe ansiedade. A espera por mais alguns dias está ficando difícil. Queria pular de ontem para daqui três semanas. E sem nenhum motivo aparente.
Enfim, Surpresas foi o que eu pedi. Surpresas foi o que eu tive. E acabou. Fim. Agora só resta um Adeus, que eu sempre me atraso em dizer.
Talvez da próxima vez seja melhor.
Acredito que nunca fui daquelas que presta muita atenção no que acontece. Surpresas, sim. De fato, muitas. Mas foram simplesmente para me aliviar, abrir os olhos, sabe? Talvez não foram as que eu esperava. Mas foram o que foram. Enfim, livre, entende?
O estranho é que esse final me trouxe ansiedade. A espera por mais alguns dias está ficando difícil. Queria pular de ontem para daqui três semanas. E sem nenhum motivo aparente.
Enfim, Surpresas foi o que eu pedi. Surpresas foi o que eu tive. E acabou. Fim. Agora só resta um Adeus, que eu sempre me atraso em dizer.
Talvez da próxima vez seja melhor.
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