10 de dezembro de 2012

#7; when you know i can't love you.

Postado por V, às 22:22 0 comentários
sorry for the english, but i can't think in another language.
and it's just because i've been listening inspiring things and i can't take the setences and melodies from my head.
so, i was wrote about the good things, isn't? now i think we have had so mmuch more bad things than good things. and you know i'm right. but why do i want to remind all of them? i don't know, maybe it's because... it's easier, y'know? it's easier to remind about the bad things, because i know that we'll always have something good to fix it. or fix them. sometimes one good thing fix three or four bad things.
and why did i choose "Love, Love, Love" as a title? because it remind of our start. and, yes, i'm gonna talk about our start.
remember when i used to say that i don't loved you as you used to do? you, sometimes, used to say that you would love for both. and, i'm sorry, i think you still do this sometimes. just because i'm the kind of person who don't pay attetion enough in things and let details pass by.
and the funniest thing is that in that time i was sure about we gettin' togheter. and the real good days past so fast. after two weeks, i think, things just got mad and out of control. and how much days we spent together, "being in love", just made we start to disgust each other. and i think i shouldn't say things like this, but i have to. this is the kind of thing i have to say.
i miss the old days. and i write this with tears on my eyes. i really miss the old days. we were truly in love. we were truly inocent. we were what we are fighting to be again. we were united, remember? now we are, not just fisically, but emotionally apart. when did we got so distant? i miss the old days.
and this is a problem, because i miss the doubt about you. i miss all the fear and the insecurity. i miss all the things i hate. but they were easier. and i'm the kind of person who likes easy things. must to be because of this i'm not comfortable not.
i know i'm making this "anniversary text" look like a "goodbye text", but this is the purpose. and now i understand the sad songs and all the sad words. it's not about you, not about us, it's about me, again. and "Love, Love, Love" express this everything. somtimes i feel like the vilain. i'm the bad person. i'm the grotty half. it's not your fault.
and if we pass by throught this, we'll be invincible, i hope.

  maybe i'm a crock for stealing your heart away.
'cause you love, love, love, when you know i can't love you.

happy 3rd anniversary. from many.

28 de novembro de 2012

bring your love, baby, i can bring my shame.

Postado por V, às 22:04 0 comentários
"so she got into the room and stared atthe dark. they were looking each other and the felt that terrible feeling. that thing people feel when they're sure about don't love anymore. whe went panic, what would she do now? how could she broke the most pure and important heart? how could she just go away and never, ever, look back again? she went panic and he couldn't realize that. she never have been different. he always said she was cold as ice, and then she smiled, saying that he always knew that. he used to hug her and kiss her. she used to like that, but now she was just lost. how could she never miss that? all those words used to be a amount of lies? she went panic. how could he never complain about anything? he always said she was so quiet, and she always started to talk just to make he understand that she could talks, but she always prefer be quiet. she started to regret that everything. oh, she was regreting her personality. she was wondering how she fulled him all that time? she couldn't... she wasn't that kind of person. she used to be in love, but now she was seeking something new. she wanted emotion and... he was just there, quiet. did he noticed she get in the room? he said something. she was trying to understand. he said: 'is this everything? so you're going to be stand here and wait me to do something. say something. what are you so afraid? sometimes i wonder where the hell you locked the girl i used to love. where is she? what you feel? who are you? i think i don't know you anymore.'... and then, she took a deep breath. she found what she was looking up. she doesn't know him anymore. he doesn't know her anymore. she went there and kissed him. he was a stranger. he kissed her back. they could, finally, fall in love with each other again."




bring the drugs, baby, i cant bring my pain. i got my heart right here. i got my scars right here. bring the cups, baby, i can bring the drink. bring your body, baby, i can bring your fame. that's my motherfuking words to just let me motherfucking love you.

15 de novembro de 2012

#5; o surgimento de um par de asas.

Postado por V, às 15:26 0 comentários
e se me pedissem para escrever uma solução, eu, primeiro, citaria Silveira:

"Tem horas que tudo o que a vida faz é nos empurrar pra bem longe. E o que a gente faz? A gente vai. A gente sai correndo, esquece de tudo, esquece de todos... Até chegar lá.
Porque é justamente lá, no meio do nada, embrenhado naquele silêncio que parece que corta a gente ao meio, é só lá que a gente consegue ter na nossa cabeça, finalmente, aquela clareza que a gente tanto procurava sem saber.
E fazer música? Fazer música pra mim é botar ordem nessa barulheira que é essa vida que a gente leva. É fazer com que esses caminhões lá fora, o sangue na TV, a gritaria das ruas, a injustiça dos nossos dias, aquelas pressões que chegam acabar com a nossa vontade de viver... É fazer com que tudo isso pare, com que tudo isso se harmonize, nem que seja por alguns minutos.
Porque... Porque às vezes e penso... A gente briga, pra ter paz. A gente chora, pra poder sorrir. A gente grita, às vezes, porque a gente quer que as pessoas ouçam o que a gente canta. A gente vive pelos que se foram. A gente morre pelos os que ainda estão aqui.
E eu sinto que às vezes a gente precisa dar de cara com o muro, mesmo.
A gente precisa ver no horizonte o fim da linha, até que no auge do desespero, a gente apalpe as nossas próprias costas e vê nelas o surgimento de um par de asas.
É nessa hora que a gente percebe... Que enquanto a gente acreditar nisso tudo o que a gente faz, colocar cada gota do nosso sangue, do nosso suor nisso o que a gente faz e continuar fazendo isso enquanto houverem forças... O que a gente tem nas nossas mãos é Infinito."

e logo depois, escreveria:

"Entendo o que pensa. Entendo que tudo o que você quer é que eu não veja problema em nada, que tudo volte a ser como era no começo. Sei que quer a calmaria de um amor duradouro. Sei que quer sentir a vento nas costas e não achar que é mais uma tempestade. Sei bem que quer ouvir a harmonia dos sons que ouvimos quando estamos em silêncio. Eu sei o que você pensa. Eu sei o que você sente. Não por te conhecer bem, mas por sentir o mesmo.Esses textos, todos, são para mim. São o que eu me tornei. São todos os conflitos que eu gero na minha cabeça. Não tem nada a ver com você, com ninguém. Tem a ver comigo, com a minha auto-insatisfação.
E... Eu vou continuar. O texto. A persistência. A vontade. Por mais que você me dê todos os sinais de que não quer que eu faça tudo por completo. Não sinais, mas me dá motivos. Desmotivos. Entende? Eu vejo defeitos onde não tem, sou perfeccionista. Nunca fico feliz com o que tenho, não. Sempre quero mais, sim. Sempre me pergunto se o que faço e o que quero é o certo. Eu dou um passo à frente me perguntando se o passo para a esquerda não é o certo, ou o passo para a direita. Ou ficar parada, também. Eu me questiono e as pessoas acham que são sempre com elas. Eu me questiono com relação à coisas que os outros fazem comigo e por mim. Eu, agora, me pergunto se o que os outros dizem é verdade. Não por duvidar de ti, não duvido. Eu só gosto de saber da verdade. Eu gosto de saber que ainda existe um caminho lá na frente, não um precipício. Eu só gosto de ter certeza que aquilo o que eu estou dando todo o meu empenho, é algo que não vai simplesmente sumir demais.
Entenda que não quero que a ilusão bata à minha porta e eu a deixe entrar. Entenda que eu não gosto de incertezas, não gosto de meias atitudes, meias palavras. Entenda que não me tornei "talvez" por gostar dele, mas porque sempre me fizeram ser talvez. Entenda que eu tenho pavor de coisas feitas pela metade, que eu tenho desprezo por todos aqueles que não sabem o que querem, nem mesmo o que falam. Mas quem sou eu para não gostar disso? Talvez seja só alguém que tenha medo de se tornar um desses. Só mais um. Eu tenho medo de ser só mais uma. E é um medo que eu enfrentei a vida toda. Entenda que o pior medo que eu posso sentir não é aquele tão asqueroso que eu não o enfrente, e sim aquele que eu enfrento todos os dias. Entenda que nada disso é sobre você, é sobre mim.
Sei que você gosta de pensar que todas as coisas são pra você e por você. Mas eu não posso existir com você se não existir, primeiro, por mim. Eu preciso desse espaço, desse momento de solidão. Preciso pensar sozinha, preciso levantar sozinha, caminhar, responder, viver, existir sozinha. Não quero - e tenho certeza disso - te deixar para trás. Não quero soltar a sua mão enquanto andamos por esse caminho ao qual chegamos. Estávamos em uma estrada bifurcada e se nos encontramos nessa estrada única, só vamos nos separar se encontrarmos outra bifurcação. Acho que já encontramos, fizemos menção de mudar a direção, mas estamos aqui.
Estamos aqui. Por mais que pareça que estamos separados, não estamos.E se você tem medo das minhas palavras, eu tenho medo da incerteza do futuro. Tenho medo de que a certeza dos outros seja a verdadeira. Eu tenho medo, o simples e puro medo, de descobrir que a minha verdade era ilusória de novo. Eu tenho medo de saber todas as respostas, mas as perguntas não são pra você. São pra vida. E eu só poderei sabe quais são as respostas vivendo os dias.
Mas você sabe, que não são apenas as minhas asas que estão sendo destruídas. Sabe que eu não sou a única que deixei de voar por isso. Não sinto falta da altura, eu sempre tive medo dela, sempre tive medo da queda. Sinto as minhas ressurgindo aqui. Sinto que elas precisam se exercitar, mas não quero. Não vou deixar que elas façam o que foram feitas para fazer. A menos que você diga que eu posso abri-las e voltar para o ar. E, talvez, eu tenha medo que você diga que eu sou livre para ir, sozinha. E, talvez, eu tenha medo que você queira voltar para o ar, sozinho."

mas, até agora, escrevi todas as coisas que ninguém nunca me pediu para escrever.

13 de novembro de 2012

#3; a gente vai.

Postado por V, às 22:46 0 comentários
e se me pedissem para escrever sobre "o agora", eu escreveria isso:
"O que ninguém percebe sobre o "Agora", é que ele é Passado. O tempo todo estamos mudando o passado com nossas ações de Agora. O Passado está sempre mudando. As pessoas não percebem que vivemos em uma máquina do tempo, da qual estamos sempre mudando o que foi feito. A gente não percebe que poderíamos mudar muita coisa na história se alguém simplesmente mudasse o final de um livro e o distribuísse por aí. Se queimássemos todos os arquivos e registros da histórias e reescrevêssemos tudo, poderíamos mudar o passado sem nem mesmo precisar ter pisado nele. Poderíamos dizer que os negros invadiram a Europa. Poderíamos dizer que o passado foi como queremos que seja o Futuro. Poderíamos dizer que o Futuro será como o Presente. E tudo isso nesse máquina do tempo que não vemos que é o Agora.
O Agora é um segundo. Perceba... Passado. Cada letra aqui digitada é passado. Cada segundo que você demora para passar os olhos por essas palavras, é Passado. Teu agora é simplesmente Passado e você acha que ainda vive em um Presente. Acho que a definição de "presente" para momento e para "ganho" é basicamente a mesma. O Agora é teu Presente para que tu mude teu Passado e pense no teu Futuro. Vai, faz agora alguma coisa que mude tudo.
E temos um problema com esse tal de Futuro, não é? Vejo que as pessoas cada vez menos tem certeza dele. Eu não tenho certeza do meu Passado, nem do meu Agora. Sei que tenho uma noção vaga do meu Futuro, mas ele é a única coisa que realmente não sabemos o que é... Mas se aplicássemos a teoria de que o Agora é Passado, ele também é Futuro. Meio à Meio. Sem Passado, não há Futuro. Assim você não saberia o que quer mudar do que era para o que se tornará. E sem Futuro, não há Passado. Se tu não pensar no que quer amanhã, não fará nada hoje, e terá repetido o mesmo ontem. O Agora é algo pequeno, mas é algo importantíssimo. E bem. O Futuro, voltamos a ele.
Acho que se o Agora é tão pequeno, porquê perdemos tanto tempo nos lamentando com o Passado, que na nossa concepção ortodoxa é imutável, e não o perdemos pensando no Futuro? Pense. Seu Futuro é o que você é. É o que você almeja. Seu Futuro é tudo aquilo o que você ainda vai precisar alcançar. Então, vamos lá. O que você quer dele?
Exato. Você não pode imaginar teu Futuro pois não pensa no teu Agora. Sabe que não quer repetir teu Passado, mas... Que Passado? Como você pode ter um Passado se nunca teve um Futuro? Como você pode pensar num Futuro, se não sabe nem mesmo explicar seu Agora?
Vê? Precisamos de outras pessoas, pessoas que saibam as perguntas certas para mudar as coisas. Não que eu saiba, não que eu mude. Mas se alguém já tivesse dito algo assim antes, e muitas pessoas pudesse ouvir, tenho certeza que não estaríamos como estamos. Vejo que estamos todos, sim, TODOS, perdidos. Eu mesma não sei o que quero agora. Não me recordo do que quis no passado. Não tenho certeza sobre o que quero do futuro. Sei apenas que existem coisas que ao longo da minha caminhada, eu recolhi. Coisas que sei que não consigo mais me pensar sem. Seja ela uma música, uma voz. Uma força. Um livro, um conforto. Um abraço. Um sorriso. Essas coisas que sei, simplesmente sei, que houve um momento, num Passado inespecífico, em que elas estiveram comigo. Sei que no Agora tomo consciência delas, então estão comigo. Sinto que no Futuro, no Futuro desconhecido, estarão comigo. Podem ser lugares, podem ser escritos. Podem ser pessoas, mas essas já não tenho tanta certeza. Pessoas mudam e se mudam. Há real motivo para mudarmos e nos mudarmos por e com elas? Algumas, com vã incerteza, digo que sim. Algumas outras, com certeza incerteza, digo que espero que sim. Mas elas podem mudar esse Passado marcado com o Agora. Ou podem marcar o Futuro desconhecido com o Agora.
Percebo, eu, Agora, que esse segundo... Esse momento do qual todos sempre dizem que temos que aproveitar, afinal, o Agora é apenas um segundo, é a coisa mais importante que podemos tomar nota. Esqueça o Passado, esqueça por um segundo o Futuro. Pense no Agora. O que você quer fazer, AGORA, que mude ou possibilite uma mudança? O que você quer que aconteça, AGORA, que te mude? O que você quer, Agora? E, por fim, Agora, no que você acredita?
Sei que são apenas montes de palavras e letras e tempo perdido. Sei essas coisas não mudam da noite para o dia. Mas não custa tentar, certo? Quem sabe um dia outras pessoas vejam o Agora, o Passado e o Futuro como eu. Quem sabe um dia todos nós entremos nessa máquina do tempo fisicamente possível.
"
eu escreveria se me pedissem. mas não pediram.

11 de novembro de 2012

and she's dying to say: just keep away from all that i am.

Postado por V, às 21:47 0 comentários
se eu pudesse, começaria uma carta. e ela escreveria:
"Não preciso de saudação, pois é uma despedida. É tipo aquele bilhete que os suicidas deixam quando estão encarando a arma, a janela, o veneno, os remédios ou a corda. E hoje quem morre é meu amor. Desculpe ser assim direta, mas acho que já enrolei demais quanto a isso. Acho que todos os dias vejo pontos e motivos que me levam a pensar que ele está morrendo aos poucos, todos os dias. Ele tem uma doença terminal e ela vai fazendo com que ele definhe mais e mais a cada segundo. Eu sei qual é a cura. Eu sei que só precisaria dar um passo à frente, só precisaria dizer duas palavras e me redimir. Só precisaria deixar que as coisas voltassem a ser como eram e ele poderia ser salvo. Mas algumas curas não são de graça. Algumas curas são inúteis. E se você cura uma doença, aparece outra. É assim que vem acontecendo com ele. Curo uma ferida e outra simplesmente aparece. E eu não faço a mínima ideia do porquê isso acontece. Às vezes penso que a culpa é minha, por ficar tão acomodada, mas prefiro pensar que foi só mais um passo errado que eu tomei e que isso tudo é só uma queda da qual eu me recuso a perceber.
Essa carta não é pra ninguém, é pra mim. Acho que eu preciso conversar comigo mesma e ver o quanto eu estou mudando por isso. Ou o quanto estou voltando a ser o que eu era por isso. Às vezes a gente se perde em nós mesmo e fica difícil achar o caminho de volta. Arrisco dizer que esse abismo pelo qual venho caindo, sou eu. Sou vazia, afinal! Nada até hoje me preencheu como eu esperei sempre que acontecesse. Sou vazia, sou oca. Sou uma camada fina de gelo que protege toda uma imensidão de água gelada. É só isso o que eu sou. Dizem que o amor recupera as pessoas. Dizem que ele ajuda a gente a ver melhor a vida e que preenche esse vazio todo. Então quer dizer que isso o que eu achei que fosse amor não era nada? Era só mais um monte de vazio? Era o quê, afinal? Perda de tempo? Perda de espaço? Perda de consciência? O que é tudo isso?
É cada vez mais difícil respirar fundo. É cada vez mais difícil abrir os olhos. É cada vez mais difícil enxergar a luz. Eu não vejo mais nada, eu não sinto mais nada. Fico ouvindo meus pensamento e minhas lembranças. Parece tudo tão distante. Será que eu sonhei tudo isso? Será que esses sonhos ruins se devem ao fato d'eu dizer que sempre preferi pesadelos? Vivo em um pesadelo constante e a culpa é só minha? O que foi que eu fiz que me levou a isso?
Acho que eu nunca me questionei tanto. Sei todas as respostas, sei quem é que está certo. Eu preciso perder esse senso de rebeldia e concordar com o sistema. As coisas não vão passar a ser do meu jeito porque eu simplesmente quero que elas sejam assim. Só queria saber se eu vou continuar assim até eu senti que estou confortável em mudar. Mas, me diz. E se eu nunca me sentir confortável em partir? Vou cortar o que resta das minhas asas e ficar? E se eu quiser gritar? Vou gritar no ouvido de pessoas que cuidaram de mim, ou vou gritar pro mundo finalmente me ouvir?
Estamos doentes. Eu e meu amor. Ele perece, mas eu tenho que continuar de pé. Uma nova doença será a cura para esta? Ele perece, enquanto eu tenho que tatear no escuro por um novo apoio. Ele perece, enquanto eu tenho que achar formas de me explicar. Ele perece, enquanto eu continuo caindo... E caindo... E caindo em mim. E quando eu hei de perecer, ele há de ressurgir. Não podemos viver em conjunto, eu e esse amor. Mas não podemos ambos morrer. Mas não podemos, sozinhos, morrer.
"
se eu pudesse, escreveria essa carta. mas não posso. talvez um dia eu possa.

22 de outubro de 2012

2 days. 4 days left.

Postado por V, às 21:04 0 comentários
so this is how it feels, right? i mean, the real compromise, the real thing. that fuckin' feeling that make us cry while we're smiling, and smile while we're crying. i thought once that i would never ever felt like this again, because something were really broken here inside. but now i do feel it everything again and don't know what to do about.
(22th)
sometimes i just wonder. i just can't believe that i'm gonna get quiet and just see things goin', and goin', and goin'... i can't believe that things may be so easy to break apart, y'know? i just can't understand how this fuckin' shit works. 'cause i'm a bit tired of being just planning. i'm a bit tired of being imaginating, tired of listening and just think how wonderful WOULD be. i can't say that i see the same porpouse i always saw. i can't say that i want the way i always wanted. i can't say anything, 'cause i'm tired but i can't let it go. i keep wondering if the same thoughts pass by someone elses mind. i keep ondering how far we'll go. i keep wondering how far I'll go. i just... i just... I JUST GO MAD! i feel so useless, i feel so... i feel like i want just to don't feel anything.
i can't, i just can't get part of this. it's getting hard. it's getting exausting. it's getting weird.
but... i swear... all i wanted was you around listening, enjoing to the moment. all i wanted was that you just understand how things should work, but now i see how hard it is. i won't lie, i still wish we dancing along with the melody and i don't want to let this wish just fade away, but for first, i can't forget of holding your hand. don't run, don't go away. you know i can't breathe as well, but i would follow your steps in a heartbeat, until i can't take anymore.

30 de setembro de 2012

Pequeno.

Postado por V, às 23:21 0 comentários
Diga que não sentiu falta das palavras. Sei que ando desleixada com os registros, mas tenho essa mania de não escrever tudo o que é bom. E me deu justamente aquilo que eu já não acreditava mais. Me faz sorrir por lembrar de uma conversa ou duas, me faz querer chorar por pensar em ficar sem, me faz sentir saudade no meio da noite e implorar para que a cama não fique vazia por muito tempo. Sabe que ainda me importa em muito, sabe que eu ainda amo quando dizem que chegou. Sabe que eu me sinto em dívida pela falta de atenção, sabe que sou grata por ser sempre tão calmo.
E olhe que já nem me preocupo tanto com os outros, bem sabe o quanto eu preciso que esteja sempre de acordo. Bem sabe como eu sinto medo de que aquele velho ditado que um dia eu criei volte a ser verdadeiro. Mas percebo que há muito todos o esperam de braços aberto. Esse é o efeito das suas primaveras? Eu nunca parei pra pensar nelas.
Pode ser que um dia eu não faça mais isso desse jeito tão explicito. Sinto falta do papel e da caneta, entende? Sinto falta de sonhar todos os pedidos e acompanhá-los enquanto os nós dos dedos ficam brancos e dormentes. Sinto falta de me deliciar em todos os acordares e adormeceres. Sinto falta de ser tão plenamente completada por esses dias. É que o sol brilhava tão forte que eu esquecia de não me deixar proteger dele, e depois o vento soprou tão frio que eu me esqueci de gritar com ele. Tão controverso e tão certo. Tão sinônimo de mim que nem mesmo percebia.
Me fogem as palavras, afinal, isso não é algo com o qual quero que qualquer pessoa se identifique. É mais intimo, é mais profundo. É meu ritual quando todo final se aproxima. E tenho só 49 minutos para me lembrar do quão intenso e imenso foi. Me fogem as palavras para agradecer ou venerar. Me foge o conforto de saber que logo vai se repetir, pois sei que vai demorar, e que até lá vão existir outras tempestades das quais precisará acalmar.
Sei que estou seca de palavras bonitas esses tempos, ainda mais quando não consigo nem mesmo escrever mais sobre isso. Sei que preciso voltar ao estágio de conseguir me expressar e me expressar bem. Liricamente. Preciso voltar a sentir com mais clareza, preciso voltar a me importar com as chegadas e não com as partidas. Sei que existem milhares de coisas das quais preciso mudar, e sei que fugi completamente do que esperava fazer, não se trata de mim, se trata desse novo fim. Sei que sempre me coloco em foco de qualquer coisa.
Sei que eu deveria ser mais grata, deveria sorrir por não acabar como os outros, não é?
Chegou tão calado e se vai tão tranquilo. Acho que é isso o que eu tanto admiro, essa coisa de calar todos os problemas e acalmar todos os furacões. Coloca a casa em ordem e me deixa todas as instruções de como continuar. Deixa a chave do coração pendurada perto da porta pra eu nunca me esquecer de trancar. Deixa a cama arrumada e o livro marcado bem aonde eu preciso continuar. Esquenta a água e deixa o açúcar na mesa do lado do chá. Deixa o lar com cara de lar e faz com que qualquer pessoa que entre ali nunca mais queira sair.
Pequeno, vou tentar deixar tudo mais arrumado da próxima vez. Assim pode passar mais tranquilo, sem medo, sem dor, sem choro. O calor virá de dentro e fará com que tudo pareça sem graça lá fora. Vou pintar um quadro novo e fazer com que as flores de lá de fora não pareçam tão bonitas como as de dentro. Vou seguir as regras e anotar menos problemas no quadro de avisos.
Volte sempre, te espero aqui. Como nunca vai deixar de ser.

23 de setembro de 2012

351.

Postado por V, às 23:19 0 comentários
"São onze horas da noite.
Saio da Aurelia e pego a Roma-Civitavecchia.
Mais quarenta e cinco minutos e, se tudo correr bem, chegamos a Roma. Alice adormeceu contando as estrelas. Agora está sonhando, encolhida no banco, com o rosto voltado para mim. De vez em quando eu tiro a mão do câmbio e acaricio seu rosto. Liguei o rádio para me manter acordado, mas deixo o volume baixo, para não acordá-la. Eu não sei bem o que é a felicidade, mas deve ser algo parecido com isso.
Encontrei um mundo do meu tamanho, sem precisar recorrer a "mágicas" idiotas.
Tiro a mão do câmbio e acaricio o rosto do meu mundo. E depois as dúvidas me perseguem, como sempre. Dentro de poucos meses, já estaremos em caminhos diversos, ela vai estudar Letras, e eu, Medicina.
Ela quer ser escritora, colocar o mundo em um pedaço de papel, preto no branco. Eu não. Não tenho coragem para isso. Não nos veremos mais tods as manhãs, não teremos mais tempo para comprar roupas e sapatos da Cola di Rienzo, nem para ir ao Adriano.
Ela vai conhecer outras pessoas, outros mundos.
Talvez eu também conheça outros mundos. Mas não agora. Agora não consigo nem imaginar.
Quanto tempo será que vamos durar? Um mês? Um ano? A vida toda?
Mas vale a pena. Eu e ela, nem que dure apenas uma hora.
Quanto tempo nós vamos durar? Eu não sei. O mundo é estranho, se amplia, se restringe e depois volta a se ampliar, e nunca conseguimos ter certeza de que ficaremos confortáveis dentro dele.
Mas, quando se consegue estar lá dentro, é preciso capturar toda a vida possível. E reservar um pouquinho dela. Porque talvez, um dia, quando estivermos necessidade de lembranças, aquele punhado de vida vai nos servir, e ficaremos felizes ao encontrar um pouco de areia nos cabelos. Ficaremos ali, afagando o coração e ouvindo o que ele tem para contar."

E é assim que "E as estrelas, quantas são?" termina. Com esse suspiro longo e essa promessa de que vai durar, afinal, a gente sempre soube disso. Nem que seja apenas uma hora.
Elas eram 351 para eles. Acho que se a gente sentasse, contaríamos muitas mais. Ou pararíamos, já que essas coisas não contamos. Existem mais delas no universo do que grãos de areia nesse mundo, lembra? Finge que cada uma delas é um dia nosso juntos. Depois a gente conta os planetas. Depois disso as galáxias. E depois a gente contaria lembranças. Da infância, da adolescência, da gente. Cada uma sendo um dia nosso.
Pode ser?

15 de setembro de 2012

that's how i feel.

Postado por V, às 14:16 0 comentários
acho que algumas pessoas já sabem qual é a minha relação com setembro. é meu mês fofinho, preferido. mesmo que seja um desastre, o que é bem certo de acontecer, eu gosto dele. meu mês preferido. por que as coisas parecem ficar mais calmas e até deixam o trágico bonito. não sei quando foi que eu percebi isso, mas as pessoas parecem entrar nessa coisa de fofura em setembro. as coisas parecem ficar mais bonitas nesse mês. deve ser a primavera ou coisa assim.
MAS. percebi essa semana que qualquer dia que seja precedido por "setembro" tem um quê de tragédia. vamos lá, entendam: ao falarmos "quinze de setembro" deve nos dar uma sensação de: há alguns anos, qualquer ano, qualquer pessoa deve ter presenciado uma tragédia nesse dia. para ficar mais claro: "vinte e seis de setembro". um dia qualquer, não é? ou "quatro de setembro". parece que setembro é sinônimo de tragédia.  pode ser que isso se dê pelo "onze de setembro", que todo mundo ao ver esse dia no calendário se lembra de tragédia. e o mês inteiro, de todos os anos, não apenas aquele dia onze daquele setembro naquele dois mil e um. como se depois disso, todos os meses de setembro fossem tragédias pessoais, e apenas o onze fosse uma tragédia compartilhada.
se formos analisar, é bem isso mesmo. mas são tragédias que a gente abraça. aquela coisa que a gente sobrevive, sorri e continua. afinal, é setembro. o mês da brisa fresca e das flores. é setembro, simplesmente assim. mesmo trágico é calmo.

14 de setembro de 2012

all about stars

Postado por V, às 23:10 0 comentários
"─ Vai chegar um dia em que todos vamos estar mortos. Todos nós. Vai chegar um dia em que não vai sobrar nenhum ser humano sequer para lembrar que alguém já existiu ou que nossa espécie fez qualquer coisa nesse mundo. Não vai sobrar ninguém para se lembrar de Aristóteles ou de Cleópatra, quanto mais de você. Tudo o que fizemos, construímos, escrevemos, pensamos e descobrimos vai ser esquecido e tudo isso aqui vai ter sido inútil. Pode ser que esse dia chegue logo e pode ser que demore milhões de anos, mas, mesmo que o mundo sobreviva a uma explosão do Sol, não vamos viver para sempre. Houve um tempo antes do surgimento da consciência nos organismos vivos, e vai haver outro depois. E se a inevitabilidade do esquecimento humano preocupa você, sugiro que deixe esse assunto para lá."
─ Hazel; The Fault In Our Stars, pág. 19, Capítulo Um.

vibe linda de setembro. é só o começo de TFIOS.
ainda tenho E as estrelas, quantas são? que... ninguém me avisou antes que seria tão... assim.
isso por que foi só a sinopse e meia página.
se bem que eu não recusaria um Shiver, nem um Chuva de Novembro, nem mesmo um Tre Metri Sopra Il Cielo.

8 de setembro de 2012

Postado por V, às 19:01 0 comentários
porquê eu tô nessa de metade-metade de novo. uma vez eu disse que assim era melhor, né? uma vez eu disse tanta coisa, mas não é bem assim. essa coisa de não saber e talvez sim talvez não, não vai levar isso a lugar nenhum. queria saber dar mais de mim, mas acho que tô cansada demais. queria saber como fazer isso voltar a ser bom. queria saber como é que eu conseguia... e é assim que a coisa anda. eu começo e não consigo terminar o pensamento. incomoda demais. quando foi que minha cabeça achou motivo pra isso? volta pro dia 25, quero sentir saudade daquele jeito.

5 de setembro de 2012

uns bilhões de anos depois.

Postado por V, às 20:31 0 comentários
e tudo o que eu fiz foi acumular um monte de coisa pra fazer.
trabalhos, anotações, textos, roteiros.
e eu continuo acumulando, me assustando com a passagem tão rápida do tempo. mas é sempre assim. quando não se há o que fazer, o tempo passar normal (ele nunca passa devagar). quando se tem bilhões de coisas para fazer, e todas ao mesmo tempo, com a mesma importância, as horas de dobram em segundos. é incrível isso. você pisca e passa mais da metade do dia.
desacelera aí. eu tenho milhões de coisas pra fazer, cinco dias ou menos pra terminas, e tudo... tudo isso poderia ser substituído por cama o dia todo.

8 de agosto de 2012

prfv atuando 2.0

Postado por V, às 20:05 0 comentários
ai, porque uma vez eu disse que abril tava se repetindo, só que é pior que isso.
assim.
as coisas tomaram uma proporção absurda de non sense. juro. tá num nível em que você realmente se pergunta como é que dá pra viver desse jeito. eu, que nem sou atingida diretamente, não sei. é difícil.
porque você começa a se perguntar os porquês dos outros. e quando você passa a tentar entender os outros, você vê que ninguém faz nenhum sentido. e agem como se fizessem.
outra vez, também, eu escrevi sobre os bubbles. as pessoas que vivem tranquilamente em suas bolhas protetoras. e acham ruim quando outras pessoas tentam, sei lá, entrar nelas também e trazer um pouco da vida lá fora, sabe? quando você tenta estar, conviver apenas, com uma pessoa que tem menos experiência em qualquer coisa que você. e a pessoa não deixa. a pessoa tem medo. a pessoa se incomoda com isso e tenta te afastar. mas você só quer ajudar, sabe? não mudar completamente as coisas, mas ajudar a viver uma coisa mais real. talvez a única, primeira, não sei, coisa real que a outra pessoa tenha na vida.
e o que me deixa com mais perguntas na cabeça é: a troco de quê!? A TROCO DE QUÊ, COSMOS? como consegue? como pode? eu... cara, eu não sei mais ser tão inocente e cega. eu entendo tanto as pessoas, ou acho que entendo. ainda mais essas que tentam se fazer de quem não são. se a casca é grossa, o conteúdo de dentro nunca vale a pena. afinal, casca grossa é tão mais transparente do que gente transparente.
ah. só sei que eu cansei, de verdade. cansei de pensar, cansei de querer, cansei de entender. cansei, só.

7 de agosto de 2012

ia fazer um texto lírico sobre meu assunto da pesquisa de biologia, mas não.

Postado por V, às 22:28 0 comentários
como tá frio e eu preciso ir deitar, acho melhor deixar apenas uma observação do dicionário do inglês-português do meu celular:
"sleep[sli:p]
(pt, pp, slep)
N sono
VI dormir
(...)
to sleep with sb (euphemism) dormir com alguém."
por que sempre rola um eufemismo nessas horas, né? apenas digo isso.
melhor era a definição debaixo, mas preciso ficar com um pequeno eufemismo na cabeça. já está de bom tamanho e me fará pensar nas ironias da vida.

6 de agosto de 2012

segunda-feira.

Postado por V, às 15:57 0 comentários
e não é sobre o Discrepância.
nem sobre o Esteban, mas é a única coisa coerente que eu consigo pensar para um título.

ok, tive meu primeiro dia de aula - de novo - e é estranho que as coisas pareçam tão inadequadas. afinal, oi? como assim? e depois que eu estou de um jeito tão lerdo de viver, que acho que deveria dar dó. sei lá, só não consigo ser coerente com a vida. não entro num acordo de pensar, fazer, agradecer e viver. por enquanto somente penso e existo. é uma coisa triste, mas é real.
então, voltamos aos tempo de aulas morais. por que eu não tenho matéria de português, só de moral. é mais ou menos a mulher falando meia hora ininterrupta sobre qualquer coisa. e nesse vai e vêm, ela explicou porque raios a gente usa tanto mim e deixa o eu de lado. mais ou menos isso:
"a gente usa mais o mim do que o eu por puro egoísmo. é tudo meu, pra mim, pra mim, mim. tudo isso é egoísmo e por isso a gente deixa o eu de lado."
nessa hora eu meio que acordei e pensei: não é que a mulher tem razão?
por que pensa. o eu é algo mais coletivo. tipo eu e você, ele e eu. quando falam em "nós" (ok trocadilho ridículo de Tumblr, vá para longe de mim e me deixe escrever em paz), pensamos em "eu e qualquer pessoa", ou no caso "você", se se fosse falado em primeira pessoa, seria "eu". OU SEJA. o "eu" é coletivo. o "mim" é egoísta. e a gente não sabe ser coletivo, então é egoísta demais. tudo pra mim, tudo meu. já que o "mim" nunca é idiota, o "mim" nunca deveria morrer, o "mim" nunca é xingado ou odiado. sempre que a gente se odeia, é tudo pra cima do coitado do "eu". tudo eu. quem nunca reclamou assim, não é? viva as reclamações da mamãe, amigos. mas a gente nunca reclama com "tudo pra mim!", "sempre falam pra mim fazer" (até nessas horas o pessoal viciado é conjugar errado, usa o "eu", já que o "mim" é digno. "eu" que se foda).
foi a coisa mais inteligente que eu já ouvi da boca dela, já que o resto eu sempre trato de esquecer.
e no meio desse devaneio de "mim" e "eu", eu cheguei no trecho de Dostoiévski, que é o seguinte: "do dizer ao fazer vai uma grande distância". putíssima define. afinal, poderia definir melhor? eu não sei posso definir o dia de hoje em raiva, ou em alívio, ou em progresso, ou em só mais uma segunda-feira. mas que diabos de dia arrastado. de dia sem sentido. de dia em que eu poderia pensar em outra coisa senão que as coisas que eu pensei antes vão todas serem... contraditas. meus planos e vontades vão se esvair tão mais rápido quanto eles apareceram. e falo isso porque me conheço. porque sei que uma hora ou outra vai acontecer das coisas simplesmente desfuncionarem... de novo.
espero que seja só mais uma loucura de paranoia minha, mas... nunca se sabe, amis.
e bem, é só mais uma segunda-feira, de tantas outras. mais uma segunda-feira em que eu vou acordar cedo, ver todo aquele monte de gente, voltar pra casa, fazer qualquer coisa pela vida e dormir pra acordar em uma outra terça-feira.
só rotina.

deixei um monte de bilhetes na sua casa. o acaso me deixou tão só. talvez eu ache algo mais forte que faça eu me sentir melhor.
tá, não é mesmo sobre o esteban, mas não posso evitar citar. é segunda-feira, na qual ele lançou a versão de iAdiós! de segunda-feira, sendo que eu já havia atribuído um significado para segundas-feiras no dia 26 de junho. inclusive para a música.
só eu sempre tendendo a fazer merda. mesmo que seja só na minha cabeça.

5 de agosto de 2012

05 (mas já? eu hein)

Postado por V, às 15:35 0 comentários
acabo de perceber que esqueci completamente do dia 03 desse mês. desenho junho eu venho lembrando desse dia por motivos idiotas, e sempre escrevia alguma coisa "significativa" pelo dia. tem bastante gente que já quase chorou com uma das versões, mas, sei lá. desapeguei.
e achei que ia poder nomear esse post de 03, mas logo percebi que já estamos no dia 5 de agosto.
quinto dia do oitavo mês do ano.
e eu ia começar toda uma narração sobre como eu só fiz merda esse ano, girando em torno de uma só coisa, mas é tão clichê fazer isso, e eu tô tão foda-se pra clichês, que prefiro falar de outra coisa e depois ir dormir. já que eu prefiro deixar de fazer qualquer coisa e ir dormir. a vida segue lindamente assim.
bem, bem. hoje chegamos ao final de dias gloriosos em que posso acordar absurdamente tarde. chegamos ao final dos dias em que trocar o café da manhã pelo almoço é total ok. chegou o final dos dias de leituras de madrugada. chegamos ao fim, apenas. e esse fim é bem mais metafórico do que só voltar às aulas. tantas coisas acabaram durante esse mês e uns dias que se passaram. tantas coisas foram postas no lugar, ou até mesmo mudaram de lugar. e isso nada tem a ver com o fato de que eu arrumei minha estante de uma forma que ela realmente parece SEMPRE organizada e o mesmo com a mesinha da TV. nada tem a ver o fato de que eu arrumei a maioria das coisas que vivem bagunçadas nesse mundo. nada tem a ver que eu voltei ao meu ritmo normal de leituras e nada tem a ver com o fato de eu ter ME organizado também. acho que não vai ser muita gente que vai gostar disso, MAS, é o que tem pro resto do ano.

então, é isso. meu ultimo dia de férias e eu vou "aproveitá-lo" assistindo we need to talk about kevin (de novo, pois é) e depois lendo dostoiévski. afinal, bem minha cara isso tudo.


30 de julho de 2012

is drifting away...

Postado por V, às 21:27 0 comentários
acho que já deu. sei lá, eu largo tanta coisa pra trás, eu desisto de tanta coisa e andei achando estranho como é que as coisas ainda estão tomando tanto espaço na minha cabeça, na minha vida, nas minhas prioridades. eu acho que não posso duvidar de ninguém, não posso acreditar e achar que tudo vai ser como eu quero.
engraçado como eu escrevo e penso nas coisas, sabendo que o que acontece na verdade é o contrário. eu tenho essa mania de entender que algumas coisas que eu quero fazer, que eu quero deixar para trás, coisas que eu preciso simplesmente guardar como lembrança ou nem isso, vão voltar lá na frente. lembro que escrevi alguma coisa parecida assim há algum tempo, então acho que é mais uma daquelas partidas momentâneas.
espero realmente que não seja. que algo diferente finalmente aconteça. que alguém melhor apareça. não deve ser tão impossível e difícil achar alguém assim. espero não me prender tanto tempo à isso. espero, apenas. espero.

...past and present, 1855-1901.

27 de julho de 2012

i'm the context.

Postado por V, às 20:05 0 comentários
é que esse mês todo eu passei sentindo saudade de We Need To Talk About Kevin, e hoje me deu vontade de fazer um fangirlie do Ezra Miller. agora sinto que necessito ver todos os filmes já feitos por ele, bem essa vibe que eu tinha quando era da fandom do Logan Lerman.
só que a gente vai lembrando de que meu querido livro não está comigo, e que eu já vi o filme umas três vezes em um período de dois meses. sei lá, acho que já decorei alguns diálogos, cenas e partes em que senti pena. até que chorei.
e bem, nesse review todo de abril, não podia faltar o kevin, já que é o macro de todo o mês, e pelo o que meus amigos relatam, da vida de minha persona. sei que agora estou feliz com esse "everyday is a-gettin' closer, goin' faster than a roller cluster..." o que meio que total se encaixa no contexto. o que realmente me leva de volta ao kevin, então acho melhor eu ter uma pequena overdose de tal.
de kevin, de ezra, de everyday e de todas as outras coisas que façam eu não morrer de tédio nesses ultimos quatro dias de férias. já que a gente não sabe o que pode acontecer... depois.
afinal...


24 de julho de 2012

e depois de alguns dias, pesadelos fazem bem.

Postado por V, às 17:57 0 comentários
~~le lendo post do medo B~~
"(...) "Quem tem mais sonhos desagradáveis fica mais regulado emocionalmente", diz Flávio Aloe, coordenador do Centro Interdepartamental de Estudos do Sono do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Mas, se existe um fator que os sonhos ruins realmente preveem, é a personalidade. Quem tem pesadelos plausíveis, como não conseguir terminar uma prova a tempo, por exemplo, costuma ter grande capacidade de concentração e habilidade para separar o pensamento racional do emocional. Já as pessoas no outro oposto de personalidade têm dificuldade em distanciar a razão da emoção, são mais vulneráveis a situações de estresse, e passam boa parte da vida (acordada) viajando em pensamentos distantes. Mas nem tudo é ruim. "Quem passa a vida tendo pesadelos tem tendências artísticas e criativas que não são encontradas nos outros grupos", diz Patrick McNamara em seu livro Nightmares. São essas as pessoas agraciadas com sonhos de alienígenas e banquetes canibais."

e agora a pessoa se pergunta: eu tendo meus pesadelos frequentes, que até mesmo sinto falta quando eles demoram a se manifestar nessas minhas noites tão curtas, posso ser uma pessoa mais equilibrada?
o que total faria sentido, já que levando em conta todos os pesadelos medonhos que eu já tive ao longo da vida, e por me lembrar de muitos deles... até mesmo tentar transformar alguns deles em contos (é, a pessoa cria estórias até quando dorme, vejamos onde é que a coisa vai), posso dizer que se a sensação de acordar do pesadelos como se fosse um sonho "bom", me deixaria milimetricamente mais preparada para enfrentar situações realmente extremas. e se eu agisse em estado de alerta na vida real, como ajo nos sonhos, sobreviveria à muitos desastre sobrenaturais e situações de sequestros ou... burrice mesmo.
é, até que faz realmente sentido isso.

16 de julho de 2012

one foot girl.

Postado por V, às 15:34 0 comentários
é que eu sempre lembro dessa música do mika quando as coisas ficam loucas demais.
e o momento é totalmente louco o suficiente pra eu passar a mão na testa, suspirar e simplesmente dizer: my oh my, what do i do now?
bem, estou de férias, e nas férias eu sempre decido coisas. só que eu estou com medo de decidir alguma coisa nessas férias. nas ultimas eu decidi algo e... não foi que eu me fodi, mas depois de um tempo algumas coisas passaram a dar muito errado. e olhando por um angulo mais amplo, eu fiz a decisão que eu estou pensando se tomo agora ou não pela mesma especulação, só que agora é uma pessoa diferente enchendo minha cabeça. não sei. tenho medo de tomar a decisão e ver que não era isso o que queria. que foi por impulso. e ficar naquela coisa dos últimos dois meses de novo. eu não queria arriscar errar mais uma vez, mas parece que é o mais confortável a se fazer. não o mais confortável, mas parece que é o que vai acabar acontecendo. os papéis estão invertidos agora e eu só queria entender o que é melhor a se fazer.
e eu sinto que eu preciso fazer alguma coisa. alguma merda, no caso. por que é mais ou menos assim que a pessoa decide se tá fazendo algo que valha a pena ou não.
e depois a pessoa lembra de coisas que disse, coisas que sentiu, coisas que escreveu no meio dessa loucura toda. antes até, dessa loucura toda. da inocência das conversa casual que levou a tudo isso. é estranho tentar decidir se é melhor deixar como está ou jogar tudo pro alto. as duas opções são um tanto incertas na mesma medida. e só ficar aqui suspirando e planejando não vai adiantar em nada.
queria não precisar me imaginar tentando demais. queria não sentir que tentar algo é errado demais. queria não sentir que deixar assim é o melhor. não que esteja ruim desse jeito, só que não tá bom também.
férias de mim tem como tirar? ah, bem que podia, não? tô precisando.
mas só dá pra continuar aqui, esperando que alguma coisa comece a funcionar.

my oh my. i think my mind is gone. i'm left here wondering: was i crazy all along? what do i do? nothing left but pray. gonna shoot somebody. help me drive this craziness away...

7 de julho de 2012

6:19pm

Postado por V, às 18:24 0 comentários
eu tô tão assim... pelos cantos e pela metade. essa coisinha chata que não dá pra aturar.
bem digna de matín em o jogo do anjo. cheia de pessoas em volta que tentam se importar e eu simplesmente querendo o meu canto naquela casa gigante pra escrever sozinha. só que a oferta de corelli não foi uns mil francos por um livro. foi minha sanidade e estabilidade por uma distância e um mês. e eu topei. quero saber se no final vai ter um anjo e alguém imortal, pra ficar do meu lado quando o sorriso aparecer e sumir.
é isso o que a saudade faz, pessoas. mantenham-se longe disso.

3 de julho de 2012

tô viva!

Postado por V, às 20:26 0 comentários
é, férias, finalmente. não é por correria de final de bimestre que eu parei de postar. na verdade é por ter assunto, mas não ter vontade de escrever. de divulgar. vai que, né.
só que a semana passada (e essa já começou mais ou menos) foi macabra o suficiente para que eu pare e pense que tem coisa errada acontecendo aí.
por que né, num sábado de madrugada sua mãe esmurra a sua porta com a seguinte pergunta:
- foi você que trancou o quarto dos meninos?
- quê?! não.
- é que só você ficou em casa...
- mas não fui eu.
- tá trancada por dentro...
- tá, não fui eu.
- então tá.
(alguns minutos depois)
irmão: - vou no terreiro, pra tirar essa coisa ruim de mim! *risos*
ou seja.
a casa está com uma vibe meio tensa. e bem, a janela estava fechada, então não é possível que alguém tenha entrado no quarto, trancasse, saísse pela janela e ainda fechasse ela. e quem mais iria fazer isso? é. estranho.
seria mais legal ainda se no dois dias seguintes, não me perseguissem com conversas sobre religião. já não basta eu estar lendo taaaaaaaaanto sobre anjo (e eu achando que o clockwork angel era só por causa do pingente de anjinho da tessa... ai, ai), tem que ficar falando de deus também? mas queeeeee coisa. não mereço.
mas a gente segue tentando... tentando viver. tentando não matar ninguém. tentando apenas tomar banho em paz. quando não é a água esfriando do nada, é a luz que diminui e depois volta a iluminar decentemente. por enquanto nada furtivamente entrou no meu quarto... além dos cachorros. se nem fé na água benta ou num crucifixo pra espantar "a coisa" eu tenho. só me restaria pular a janela.

14 de junho de 2012

Postado por V, às 21:05 0 comentários
gente, que estado de conforto que a pessoa se encontra agora. é meibesta, mas tem umas coisas que realmente relaxam a pessoa ao ponto dela ficar hein "aaaaahn!?" pra tudo. e é o que faz agora Canal 12. um amor que só. uma coisa que nem dá pra explicar, juro pra vocês.
ainda mais depois dessa semana meio maluca em que eu já nem sei mais como é que continua vivendo. nem sei o que é se continua fazendo. nem sei mais de nada.
só sei que tô feliz agora. tô em paz, licença. não vem estragar nada aqui não. <3





iadiós! sendo muitíssimo aguardado desde o ano passado.

11 de junho de 2012

ou seja, se fodem.

Postado por V, às 18:48 0 comentários
"agregam-se formando gotas maiores que precipitam-se, ou seja, chove."
depois disso eu total me sinto inspirada a escrever, ao invés de continuar copiando algo sobre... chuva. por que né, não me condis no momento.
e parafraseando o "ou seja, chove", eu fico aqui compartilhando minha total non sensise de amigas. pode até parecer caso de "é só por que não aconteceu coisa melhor com você", mas sabe quando o feeling ataca de que... vai dar merda? e assim, merda irreversível. merda que ninguém nunca acha que vai acontecer por que é só caso de tv. merda tão infinitamente enorme, que até me preocupa.
mas então. as gurias conhecem uns caras aí virtualmente (normal, conheço pessoas virtualmente que valem mais do que as pessoas que vejo a cara todo dia da vida). as gurias se apaixonam pelos caras. sério, assim, em dois minutos elas estão amando loucamente. as gurias me contam disso. acho legal, sério. curto que as coisas deem certo para as outras pessoas. então elas me contam qualé a dos caras. e sabe, eu TENHO QUE ficar com cara q- com a história. primeiro que eu acho meio wtf dois irmãos saírem da cidade deles num feriado e ficar por aí em uma cidade "vizinha" sem supervisão alguma. ainda mais se são menores de idade. ainda mais não sabendo onde é que estão. ainda mais não saberem onde estão com acesso rápido e frequente da internet. e ainda mais sem nem mesmo ter um celular por perto. mas tem gente que faz de tudo, não? tem gente que faz de tudo. só presumo que não sejam pessoas muito boas. primeiro que eu acho estranho uma pessoa gravar um vídeo falando que é de tal localidade, ou melhor, vários vídeos, onde não aparece muito bem o rosto e depois diz que mora em outro lugar. tá, tá. as pessoas mudam de cidade e tal, mas mesmo assim.
eu ainda fico meio receosa de avisar elas. talvez achem que eu tô pensando o pior por que não é comigo. mas tá meio que na cara. ainda mais quando marcam de se ver e nunca dá certo. "ah, mas é segunda"... "ah, mas tinha muito trânsito"... "ah, mas meu amigo morreu". oi!?
fatalidades acontecem, mas tanta fatalidades em um tempo tão curto é meio engraçado.
e também, as pessoas já estão se tatuando. sério. fazendo jurinhas de amor e você realmente se pergunta como é que essas coisas podem acontecer com pessoas tão próximas. é meio que surreal demais.
daí que a gente vai fingindo que as coisas são normais. claro, já aconteceu comigo. acontece sempre. só que.
e uma das gurias ainda é mais espertinha e acha que os garotos são estranhos. a outra acho que viveria a mesma vida se deixassem.
enfim, espero que elas se toquem que não é muito por esse lado.
ou eu posso estar errada.








o que eu não acredito muito que seja.

10 de junho de 2012

ani(ma)ção.

Postado por V, às 18:01 0 comentários
acho que estou voltando para meu pique de não-paro-mais-em-casa. e não que eu não goste, mas é que tudo me remete à uns tempos em que as coisas eram meio tensas. não eram, quando as coisas ficaram tensas.
assim, eu tô fugindo dessa coisa há alguns meses e parece que quanto mais eu tô correndo, mais perto isso fica. o pior é que se uma coisa volta, voltam todas. todas. por que o cosmos curte não colocar um capeta na minha vida, mas sim todos aqueles que eu afastei com um certo custo. e o mais legal: volta tudo na mesma semana. uns queridos, assim.
e eu bem que poderia enfrentar, sabe? dar a cara a tapa e sair por cima. MAS. acarneéfracaemumdessespassados. é trauma demais pra uma pessoa só. não que eu vá ter medo das pessoas pro resto da vida, mas é só que não é justo comigo. eu não mereço. os "de fora" acham que é frescura minha. que eu poderia assim, dar outra chance. que as coisas poderiam dar certo.
mas daí eu conto a história engraçada: já deu uma segunda chance em um caso, e só me fodi. no outro caso, a primeira chance foi um desastre. imagina se tem uma segunda? E PIOR: se faz igual fez na primeira? e o outro caso a gente chuta, porque deve ser macumba, LITERALMENTE, rs. então, tô correndo disso tudo. sei que as pessoas mudam, intenções também. arrependimentos surgem, mas meu rancor vai estar sempre guardado aqui. por mais que seja tentador, por mais que seja "aquilo o que parece ser melhor". por mais que... foda-se. sério. acho meio difícil as pessoas mudarem assim tão rápido. e acho tão... tão... surreal que seja na ora mais inapropriada. sei lá, dar valor quando se pode/pede faz bem. mas não. mas nunca. ninguém vê isso.
e depois eu fico me passando por má. mas chorar a minha pele ninguém quis. saber o que eu passei ninguém quer.
sou "má" mesmo. não me importo. antes eles do que eu. de novo.

9 de junho de 2012

eu fujo, tu persegues, ele (não faz nada)...

Postado por V, às 21:35 0 comentários
tá que eu terminei essa coisa chata de trabalho sobre verbos e não quero ver pronomes pessoais por um bom tempo.
tá que eu tô estranhando a minha eficiência quanto aos meus trabalhos todos. a pessoa que sempre deixa pro último dia essa coisa de "fazer trabalho", e resolveu tirar o feriadão prolongado pra não precisar ficar correndo atrás disso durante a semana. bem diferente do meu eu normal.
e bem, eu teria terminado essa coisa antes, se meu feriado não tivesse sido resumido em reencontros inesperados ft. indesejados. tá, um só foi indesejado, mas o outro inesperado deu um certo medinho de ser um daqueles que dão certo.
e daí a gente chega a conclusão que algumas pessoas nunca vão encontrar o semancol. por que sabe, atazanar meu sono até às 3:52 da manhã de uma madrugada de sexta-feira não é nada digno, logo aviso. ainda mais se você é uma pessoas que já me traumatizou com alguns assuntos. por que né, tem gente que mente e acha que a gente nunca, jamais nessa vida vai descobrir as verdades. mas olha, a verdade chega em mim antes da mentira. o que pode deixar algumas pessoas meio #chatiadas em relação às vontades passadas e atuais. enfim.
a pessoa não entende que, opa, eu andei cortando tudo mesmo por que é melhor cortar tudo do que deixar que ela volte e atrapalhe toda a minha vida de novo. por que é difícil uma coisa dessas, sabe? você coloca sua vida nos eixos de novo (não que eles sejam perfeitos e trilhem sempre na direção certa, MAS, é melhor do que uma vida desgovernada aí) e ela espera que você abra os bracinhos e aceite todo o inferno de novo. só que não, obrigada. já passei por isso algumas vezes e não foi nada legal. ainda mais nesses últimos dois meses em que as coisas não foram nada legais. só que dizer "não" não adianta em nada. a pessoa vai insistir e tal. daí só me resta sentar ali do ladinho e esperar que milagres aconteçam. um: dela desistir (de novo, por que né, tudo o que vai volta nessa vida) e dois: de outra pessoa acordar. o que eu total espero que ocorra antes de terça. não por motivos comemorativos, tá? por motivos de tempo mesmo.
daí que eu tô fugindo disso tudo, de novo. que as coisas me perseguem, de novo. que o milagre não acontece, de novo. e daí cê faz o que? nada, né. nada tá indo pro lado certo mesmo.



enquanto isso, a gente fica numa pseudo-fossa enquanto ouve uma coisa dessas:
deveria ser proibido. mas enquanto não é... é o que tem pro sábado.

6 de junho de 2012

semancol onde habita?

Postado por V, às 17:50 0 comentários
juro que dou recompensa pra quem me contar.
não, é só que eu fico vendo as pessoas, assim... eles fazem as coisas e depois querer ter a razão. só que eles não tem a opção de ter razão. querem fazer o certo, sabe? querem tudo certinho e tudo bonitinho. porque eu acho que se você quer ter razão sobre algo certo, faça o certo. daí tu pode cobrar quando, como e quanto quiser. mas daí a pessoa faz errado e cobra o certo. oi? ou, aqueles, faz errado todo dia, uma vez na vida faz certo e acha que tem a razão. double: oi?
hoje eu percebi como as pessoas não. conseguem. chegar. num. acordo. não civilizadamente, sabe? a gente precisa viver sob ameaça. DAÍ A COISA FUNCIONA. pois então. as pessoas não conseguem chegar num acordo. é difícil você dizer: olha, eu errei. eu fiz isso e isso, e acho que devo desculpas. MAS NÃO, ninguém nunca errou nem mesmo deve desculpa. só eu que, quando vejo que preciso melhorar em algo, realmente refaço meus passos e... melhoro? porque todo mundo tem dias ruins. o problema são as pessoas que possuem dias ruins todos os dias. é meio deprimente aturar a mesma atitude irritante todos os dias. e daí ninguém concorda com nada. ninguém se ajuda. nada vai pra frente. tudo continua desse jeito que não dá. porque ser a vítima é sempre mais fácil.
acho que é esse o meu problema: eu tento sempre ser o vilão. eu nunca suporto a atitude das pessoas. eu sempre preciso ter nojinho do que elas falam ou fazem. porque ser vítima me enoja profundamente. é muito fácil você acusar alguém, ou simplesmente mentir dizendo que não está fazendo nada. ou melhor, eu prefiro ser a suíça. o neutro. por que né, ficar no meio do fogo cruzado sem se queimar dá mais emoção. não que eu faça tudo certo, não mesmo. mas, sabe, tem hora que você pensa e vê que precisa parar com as atitudes idiotas. e se você faz isso regularmente (meu caso), você vai parando de fazer as coisas erradas, e faz as coisas neutras. nem tendo nem tirando razão. SIMPLES.
mas né, não dá pra entender isso pelo ponto de vista de outras pessoas. estar certo é mais legal. pena que às vezes mata mais cedo. o que total viria a calhar agora.
nada contra. só prezo a minha paciência. que hoje entrou em colapso e praticamente partiu.

5 de junho de 2012

the whole picture.

Postado por V, às 14:40 0 comentários
então que a gente precisa ver a figura como um todo. é fácil demais ficar analisando pequenos elementos e achar que entende as coisas, não? é que eu acho realmente engraçado como a vida é irônica na maioria das vezes. não sei qual o motivo de eu pensar tanto nesse assunto morto, mas... sabe quando você não acredita que o que aconteceu valeu a pena? não sei. parece que tem alguma coisa que ainda precisa ser dita e feita, mas não dá. não tem como. vai ter que ficar aqui presa até que passe.
é só que a gente se pergunta de verdade: como. pode. ser. tão... tão... tão... a coisa é tão SURREAL que não tem nem como dar características para as pessoas da qual estão participando. é mais ou menos quando a gente pega um desenho abstrato (sempre isso) qualquer, e fica tentando dar formas para as coisas. só que não. não é certo fazer isso. afinal, não vai adiantar em nada. o que a pessoa cria nunca é o que você vê. o que os outros fazem não quer dizer o que você entende. é simples assim. mas sempre tem alguém (eu) que tenta encaixar todas as pessoas e ver toda a figura., entendo todos os elementos. mas fico na minha quando entendo alguma coisa desagradável, claro. por que não existe coisa mais inadequada do que compartilhar seus pensamentos sobre... a figura como um todo.
se nem que quem sou eu pra falar? sei que ainda não fiz pior, e nem farei, claro. mas acho que tem umas coisas que não são muito bonitas de se ver. de se entender. de se fazer.
pena que não é todo mundo que pensa assim.

1 de junho de 2012

dores de cabeça e filmes.

Postado por V, às 20:49 0 comentários
tá, acho que esse blog só é atualizado nas sextas-feiras. não existe nenhum motivo especial, eu juro.
hoje estou sendo atacada por uma dor de cabeça infernal. como começou de manhã, achei que era só fome, por eu só fazer uma refeição por dia (desculpe, é o sono que faz isso comigo). só que eu comi e essa dor de cabeça não passou. tô com ela enquanto escrevo isso, num quarto escuro e com o brilho da tela em 38%. eu sei que eu deveria ir dormir, mas uma pessoa não deixa, rs.
e bem, hoje foi mais um dia de zoação do divino. engraçado como eu fui lá até a loja de esmaltes (zoação do destino acontece até no box do chuveiro, queridos) e minha irmã me chamou e me entregou um vidrinho:
- olha esse esmalte
*eu peguei o vidrinho e analisei a cor... era azul. vocês SABEM da história dos azuis, não? então. logo eu vejo o nome (depois de me APAIXONAR pela cor, claro)... e é "patchwork"*
- nossa, que lindo...
só que. o que eu imaginei antes de falar que era um lindo esmalte, eu pensei: DIVINO, CÊ TÁ DE BRINCADEIRA, NÉ? por que sério. "PATCHwork"? é mais uma interna atual, da qual eu não me orgulho MUITO que exista. mas se resume apena à: anjo. novo interesse. deixa-pra-lá.
daí que eu entrei aqui pra falar com UMA pessoa, e me apareceram outras seis. mas enfim. só por que hoje eu não me encontro em estado pra falar com mais de uma pessoa só. tudo bem, tudo bem.


parte boa do dia 1: garotinho da recepção é simpático.
parte boa do dia 2: garotão da escola é simpático.

parte boa do dia 3: perks of being a wallflower, além de ter o logan lerman <3, tem ezra miller <3<3. e eu tô numa SAUDADE do Kevin, que não dá pra descrever. acho que assistindo perks (que ainda não vi a data do lançamento, MAS OK, eu verei) vou sentir MUITO mais saudade do meu KK e também acho que assim que minha professora de sociologia devolver o meu KK, vou relê-lo. mesmo se antes eu não tiver terminado BDB, Anjo Mecânico e The Summoning. tô com saudade, de verdade.
talvez eu reserve o final de semana pra re-assistir o filme querido.

25 de maio de 2012

eu sumi. eu sei. eu sei.

Postado por V, às 22:42 0 comentários
daí que, gente, eu tô meique atolada de coisa pra fazer. e é sempre naquele vai adiando, vai adiando... e quando vejo a única coisa que fiz foi deitar na cama e dormir. sério.
sumi daqui por que não sabia o que escrever. fiquei em uma pequena temporada produtiva no outro blog, mas isso não nos convém, certo? porque eu só escrevo no outro blog quando as coisas não convém. e algumas outras coisas ainda não são convenientes, por que né. cada coisa que eu andei decidindo que até dá um certo medinho. e cada impulso que se você olhar e pensar: mas o que... dá vontade de me dar uns tapinhas na cara, por que o fruto poderia ser algo produtivo, sabe? poderia ser bom. mas não. mas nunca. sempre precisa ter aqueles cinco segundos em que tu fode a coisa toda. SEMPRE tem.
*respira fundo e continua*
que é o que eu andei fazendo basicamente todos os dias em que eu não escrevi aqui. tá fodido o assunto? ah, deixa pra lá. a coisa tá boa? por que não foder um pouco, né? deixa assim, vamos ver até onde dá. e fica nessa coisa querida de que nada nunca vai pra frente, nada nunca vai mudar e de que, né. essa coisa querida que acontece com todo mundo. e tá, tudo bem que pode ser preguiça de tentar. mas... né. deixa aí só, tá bom.




(e as palavras acima já explicam bem o real motivo de eu não ter postado nada. começo algo e não termino. bem assim a semana toda. o mês todo. a vida toda, quem sabe)

17 de maio de 2012

this is a déjà vu.

Postado por V, às 17:54 0 comentários
só que oi, espero que não.
há quase um mês eu tô nesse déjà vu sensation. sério. é tudo tão igual ao começo do ano, que até irrita. acho que ninguém percebeu que tem gente querendo seguir em frente, e se fossem os mesmo atos com outra pessoa, até que tudo bem, mas com a mesma pessoa é avacalhação.
[pausa para o inacreditável]
daí que eu tava lendo esse texto aqui, por que tudo remete às coisas escritas nesse texto. assim, as coisas atuais estão todas relacionadas ao o que aconteceu e ao o que eu sentia no momento em que escrevi todas aquelas palavras. e assim, é bem difícil eu conseguir reler alguma coisa que eu já escrevi. acho que não consigo reler o primeiro post desse blog, ou qualquer outro mais sentimental do qual eu me lembre exatamente o que estava passando quando o criei. eu não consigo abrir uma porta, ver todo o turbilhão de sentimentos que eu tinha por alguém ou por algo, depois fechá-la e seguir em frente. mesmo quando a porta ainda tá aberta, eu não consigo ler o que escrevi. mas acho que esse texto ficou pessoalmente impessoal. acho que poderia ficar lendo ele várias vezes em várias ocasiões. como se fosse um texto qualquer de outra pessoa. vai entender.
o que a mesma pessoa tem a ver com o texto? bem, o texto é pra mesma pessoa. que vem sendo a mesma pessoa de todos os textos complicados, sentimentais, entrelinhas e linhas normais desde fevereiro. sei que é perda de tempo, de oportunidade, de palavras, mas não dá pra evitar escrever sobre isso.
[retomando o assunto inicial]
só que, eu juro que tava seguindo em frente. até pensava em outras coisas. até queria outras coisas. mas então,  que decidiram não me deixar seguir em frente. não que eu me importe com o que os outros falem, sério, mas se mais de 5 pessoas falam uma mesma coisa, eu começo a achar estranho. tudo bem que duas delas são amigos que tentam me fazer rir de tudo, outra é alheia dos fatos. eu só iria considerar a opinião de uma pessoa, mas se "o falar brincando é o falar a verdade", eu temeria. mas deixemos isso de lado, por que pensar demais atrai. e tem muita gente pensando em coisas assim. e tem muita gente falando coisas assim. insinuando coisas assim. e meio que cansa, por que eu já passei por isso, e o resultado não foi nada bonito. nada confortável pra mim.
mas. se tudo der certo. se eu tiver sorte. é só coisa maluca da cabeça dos outros (suma daqui lembrança de coisas que eu já ouvi sobre "coisa da cabeça dos outros", prfv). só pessoal sendo maluco, como sempre.

16 de maio de 2012

édipo vs. cosmos.

Postado por V, às 19:21 0 comentários
irmão says: eu tenho complexo de édipo.
*eu rio silenciosamente*
mãe says: o quê?
*irmão explica o complexo de édipo, enquanto eu ajudo na definição*


tá, se você não sabe o que é "complexo de édipo", é apenas uma histórinha da mitologia grega onde o filho (édipo, claro) se apaixona pela mãe, e a vê como uma pessoa comum. daí ele sente ciúmes de todos os homens que olham para a mãe afetivamente, inclusive o pai. pessoas que possuem esse complexo (mais elevado, claro) precisam matar a imagem de "pessoa comum" da mãe, e tratá-la como... mãe. ciúmes comum de filho, mas não ao ponto de ser meu irmão e arrumar briga em bar por que cara olha torto pra mamãe. BEM ISSO que acontece sempre. juro.
complexo de édipo é bastante usado na psicanálise, quando precisam explicar tal motivo de homens procurar em outra mulher a imagem da mãe. ou sentem ciúmes doentio da mãe.

e se você achou que a família ainda não tá maluca o suficiente, eis que:

irmão says: eu fiquei umas três horas conversando essas coisas. e ainda percebi que a educação da minha filha vai ser diferente da minha, por causa do alinhamento cósmico...
eu says: realinhamento cósmico! por que tá mudando, né? essa coisa astrológica e astronômica...
irmão says: é. é por isso que as pessoas estão começando a pensar diferente agora. tudo por causa do realinhamento. eu não acredito muito, mas é verdade isso aí. cabulosa a coisa.
eu says: e todos agora acreditam em alienígenas!
mãe says: coisa do diabo.
*OU SEJA, FAMÍLIA COMUM*

daí que o realinhamento cósmico não é coisa nova, cês devem saber. esse ano, segundo estudos astronômicos, a terra, via láctea, sei lá, alguma coisa do nosso sistema solar, que altera alguma coisa no nosso planeta vai se alinhar com o centro da galáxia (A.K.A.: buraco negro super maciço). e isso, segundo estudos astrológico e conspiracionistas, pode gerar alguns conflitos intergaláticos, como a volta do Nibiru (A.K.A.: planeta X [A.K.A.: mito astronômico, ou seja, planeta gigante, maior do que Júpiter, que foi "expulso" do nosso sistema solar, devida a força gravitacional de alguma outra coisa]) que pode, não apenas alterar a localização da terra no sistema, como também alterar todo o campo gravitacional dos planetas, já que a gravidade dele é super gigante. e junto com a volta de Nibiru, pode vir com seus habitantes lendários. deixando de uma forma mais clara: a atlantis do nosso sistema solar iria imergir o fundo das águas intergaláticas, e de quebra trazendo seus habitantes gigantes junto (e os conspiracionistas pedem pra gente abrir nossas mentes pra algo assim, oi). é mais ou menos isso o que eu lembro que li, então se quiserem coisas mais exatas, por favor, pesquisem. OU SEJA: as crianças que hoje nascem, vão pensar diferente de mim, por causa do cosmos (gente, e as pessoas dessa casa se acham normais. a maluca sou eu por que gosto de ler livros sobrenaturais, tá? tá.), que fica de brincs e se altera há cada uns anos, e fica mudando as filosofias de vida dos jovens. por isso que são todos maluquinhos. mas. en. fim.

olha, eu achei essa conversa exótica demais. por que juro, ver meu irmão do meio falando uma coisa dessas, é meio estranho. ele só de saber sobre ÉDIPO já é uma coisa exótica que só se vocês vissem ele explicando iriam entender. juntar o motivo do complexo de édipo, com pessoas que matam pai e mãe e essas coisas, com as pessoas loucas e COM O REALINHAMENTO CÓSMICO... olha, acabo de concluir que no café do emprego dele devem ter algumas substâncias suspeitas. já que, segundo ele, umas quatro pessoas já ficaram piradinhas lá. e a culpa não é... sei lá, da vida. é do cosmos. (que cara brincalhão esse cosmos, não? desejo não conhecer.)
mas vendo umas weird things da vida, concluí que olha, essa coisa de gente ficando pirada por causa do cosmos é total ok. POR QUE SÉRIO, só isso explica umas coisas que vejo por aí. que vivencio. e assim... não dá nem pra explicar, porquê ainda não assimilei direito a ideia de tal weird thing acontecendo. é pior do que meu irmão entendendo sobre psicanálise, édipo, cosmos e gente louca. melhor não pensar demais por que... isso chama, né? pensar chamar coisa ruim.

e eu bem que queria ficar de fora dessa coisa que mudar por causa do cosmos, ou ter o complexo de édipo, ou essa coisa da ciência noética, que explica sobre ~~a força de realização do pensamento~~. e se eu for ficar pensando demais nisso, acho que dá algum problema mental (mais um, por que né, convenhamos) nessa minha querida cabecinha que vos cria textos non sense tipo esse.

nesse momento, só sei que estou querendinho me isolar em um lugar bem distante. por que essa semana toda, essa vida toda, esses acontecimentos todos, estão me deixando assustada. melhor ficar ali no cantinho, quietinha, esperando que o cosmos pare de brincs com a vida e me deixe voltar a viver normalmente e sem medo do amanhã. obrigada.

9 de maio de 2012

cigarros, calçadas, sorrisos e livros.

Postado por V, às 15:49 0 comentários
eu tenho um vizinho cult. e ele é uma das pessoas que eu secretamente admiro nessa vida. além de ser uma pessoa super inteligente, é mais ou menos como eu (não que eu esteja perto de ser cult ou coisa assim, mas enfim). tem um circulo realmente estreito de pessoas que ele se importa, alguns amigos malucos e cults como ele, mas que apesar de todos os defeitos e loucuras, são verdadeiros. e bem, é uma das pessoas que está sempre dizendo coisas que parecem certas, aquelas pessoas que mal abre a boca e você poderia usar aquilo o que ele disse como uma citação pra vida toda. ou quase isso.
então, eu tenho esse vizinho cult como amigo da família desde que meus irmãos mais velhos nasceram. meio que faz parte da família, já. então a gente sempre fica sabendo das coisas que acontecem no circulo cult de amizades cult dele. e eu realmente invejo isso, por que quando eu for mais velha, eu quero ter amigos cult como os dele. que saem para bares que tocam música mpb até as 3 da matina com muita cerveja e bom papo. uma vez fui em um aniversário dele em um desses bares aqui da cidade e quis voltar lá, mas nunca deu certo. apesar de eu praticamente detestar mpb, eu viveria em um bar desses bem feliz.
esses dias eu estava voltando da escola e vi esse vizinho cult com a namorada dele. e assim, sabe aquele casal tão bonitinho que dá vontade de ficar encarando a tarde toda? eles pareciam estar se divertindo ali no momento, como se na rua toda só existissem ele. a namorada dele estava com um cigarro e um livro nas mãos. ao mesmo tempo ria de alguma coisa e gesticulava para o livro, como se o que eles estavam conversando fosse pertinente ao o que ela estava lendo naquela hora. e sabe quando você sente felicidade por alguma pessoa que você quer o bem estar realmente bem, mas se pergunta se um dia aquela linda situação vai acontecer com você? por que é bem meu sonho uma coisa dessas, sabe? não só sentar na rua e ficar rindo e conversando com a pessoa que naquele momento é quem você sente algo mais do que verdadeiro. mas também de compartilhar toda essa coisa com os livros, com alguém que também goste deles como você gosta. essa coisa de encontrar alguém realmente compatível. não só na atração física, não só no sorriso, mas que não ache suas maluquices tão malucas. que faça com que você se sinta bem e um pouco mais comum, quando tudo o que você sempre sentiu foi de que era diferente. por que todo mundo já se sentiu a exceção da multidão. e olha, às vezes faz falta a gente encontrar alguém que enxergue o mesmo tom de... azul.
e é assim que eu fico imaginando algumas coisas. fico tentando entender se é que um dia eu vou encontrar uma pessoa que me dê essa sensação de normalidade. não que seja um namorado ou coisa assim, mas apenas um amigo, uma amiga, além pra admirar de perto, sabe? queria só saber se um dia eu vou poder conhecer alguém que chegue perto disso. espero que sim.

8 de maio de 2012

mimimimi de todos os dias.

Postado por V, às 21:04 0 comentários
pelamor da minha paciência.
não que eu esteja realmente reclamando de que as pessoas são assim lá muito grudentas, mas poxa, pooooooxa, tem gente que não se toca nessa vida, né? assim, você tá super a fim de ficar ali, no seu momento, você, sua solidão e ti, mas ainda tem gente querendo pegar non teu pé e achar que pode estar ali, grudando em você 75 horas por dia. porque 24 é muito pouco, né? eu queria entender o que é que a minha vida patética tá tendo de tão legal pra esse tipo de pessoa se sentir tão atraído por mim. e sabe, às vezes é legal ter alguém pra falar com você o tempo todo, pra rir de qualquer coisa que você falar, pra sei lá, estar ali do seu lado sendo amigo, mas ÀS VEZES. o tempo todo me dá dor de cabeça. e enjoa. eu enjoo mais do que rápido das coisas, ainda mais se tem todo dia. desculpe, eu ainda não passei dessa fase de amar as coisas e usar as pessoas. poucas pessoas eu amo, poucas mesmo.
e é isso. eu tô ficando sem paciência. tá irritando. tá enjoando. tá esgotando. tá... tá... tá.

quê!? vibe.

Postado por V, às 18:11 0 comentários
olha, caros senhores e senhoras, acho que alguma coisa no universo tá ao contrário. estou em um momento tão "quê!?" no dia, que qualquer coisa me surpreende. qualquer coisa, mesmo. espero que sejam apenas coisas fúteis que me façam ficar "quê!?". por hoje. por essa semana. por esse mês, por favor. não curto muito essa estada fora de sintonia com o universo todo. parece que eu tava dormindo lá nos tempos de A.C e acordei hoje, aqui, com tudo isso me deixando totalmente assustada. e eu odeio me sentir assustada (o que é BEM diferente de sentir medo), odeio surpresas e me sentir "quê!?" por tudo. se bem que o "quê!?" ficou comigo o dia todo, só agora que eu realmente reparei nele.
só que... não, não, não, não. não quero mais "quê!?"s por hoje. por favor.

7 de maio de 2012

sobre as entrelinhas. ou quase.

Postado por V, às 19:13 0 comentários
faz tempo que eu não escrevo "sobre algo" aqui, mas acho que esse assunto merece seu respectivo momento.
e daí que eu sou uma pessoa que curte ver o oculto nas ações e palavras das pessoas. é mais ou menos como se eu soubesse mesmo quando a pessoa está sendo totalmente sincera, quando ela está fingindo ou quando ela está realmente mentindo (fingir e mentir são diferentes, tá? tá). e assim, eu às vezes me sinto traída quando a pessoa bate o pé e fica no fingimento quando tá mais do que na cara, é mais como se ela estivesse gritando (em silêncio) que o que ela realmente quer é outra coisa. do mesmo modo quando eu entendo quando as pessoas estão metaforeando seus segredos e vontades, falando de coisas realmente banais. mais ou menos como dar codinomes para as pessoas, só pra poder falar sobre elas na frente delas.
e então eu andei percebendo que as entrelinhas são bem mais explícitas do que as coisas propriamente ditas. ou sou eu que andei conhecendo melhor as pessoas e já sei descrevê-las e entender o que elas querem dizer quando não estão dizendo. e isso me frustra às vezes. por que é tão mais fácil você, sei lá, falar. as pessoas enrolam, as pessoas fingem, as pessoas guardam e se machucam quando uma coisa tão simples pode ser feita. acho que ando convivendo com pessoas que recriminam as pessoas que ainda sabem falar, entende? engraçado é que elas apontam o dedo na cara das pessoas que preferem não falar. eu falo tudo o que eu tô pensando, sentindo, refletindo e duvidando. falo isso com gente que não tem a minima possibilidade de me aconselhar e me ajudar, e fico puta com a pessoa por só falar "melhoras, então", mas pelo menos eu falo.
deixo muita coisa oculta nas entrelinhas, mas quando começo a falar de verdade, aquilo o que se sente e não o que se pensa, eu falo tudo e mais um pouco. fantasio, parafraseio, sonho, realizo, minto e confesso. mas falo. de um jeito ou de outro, eu estou sempre falando as minhas coisas para todas as pessoas. e isso não é defeito, sabe? isso não é crime. não é errado. errado é mentir e esconder as coisas que você deveria falar. mas nem todo mundo pensa assim. *suspiro*
e então as pessoas se enrolam mais ainda tentando dizer sem dizer as coisas. deixam implícito em meias palavras e olha, boa sorte aí com o quebra cabeça. às vezes você entende completamente o contrário e faz merda por que não te contaram direto. assim que não é preciso jogar aos sete ventos, não que você deva, mas nada custaria avisar que, opa, caminho errado, melhor evitar o precipício ali na frente, querida. só que não. mais legal ver as pessoas quebrando a cara.
juro que já fui dessas que deixava "no ar". ainda deixo. mas quando deixo, é pra pessoa se tocar que só existem duas opções. que é isso ou aquilo. não deixo um quadro pela metade e a pessoa vai pintando todo o cenário sozinha, tudo distorcido daquele pensamento "original".
deixo no ar porquê é certo de que a pessoa entenda o que aquilo quer dizer. as pessoas deixam no ar porquê acham que é melhor pintar um quadro abstrato, confuso e mentiroso.
pena que tem gente usando máscara de gás.
pena que tem bom leitor de entrelinhas se fazendo de desentendido.
pena que tem eu pra ficar pensando e repensando em várias coisas.
pena que tem eu pra achar que entendo sentimento, entrelinha, pensamento, "no ar" abstrato das pessoas.
pena que não tem ninguém pra entender os meus.

6 de maio de 2012

Postado por V, às 18:09 0 comentários

juro que não me pronuncio ou dou minha opinião sobre a frase na foto, senão as pessoas realmente teriam certeza que eu tenho probleminha. aguardo algum debate escolar em que seja esse o assunto, para que todos a minha volta que ainda não tenham medo, passem a ter. já que né, de gente normal por aí tá cheio. pena que eu não me enquadro.

4 de maio de 2012

is too cold outside for angels to fly. (03X21 - Before Sunset)

Postado por V, às 21:06 0 comentários


E olha que eu andei em um pequeno dilema esses dias. Eu sempre tenho dilemas, e nem todos eles são graves quando vistos de fora, mas são graves para mim naquele presente momento em que eu tento resolvê-los. Acho que eu tenho que voltar para a mania de acumular todos os problemas, do qual cada problema é a solução de um outro. Uma hora eles se cansam de ser problema e viram solução. Quem sabe, não?
Mas entra a questão da verdade. Da lealdade. De quando você prefere que o que você andou sentido seja massacrado para que outra pessoa não se sinta mal. Vai ver eu me acostumei com as pessoas se sentindo bem enquanto eu estou apenas ali tentando colocar tudo no lugar. E sabe quando chega aquela bagunça desnecessária? Aquela bagunça que você sabe que deveria bater a porta e nunca mais tentar arrumar. Mas você vai pegando tralha por tralha, até colocar tudo no lugar. E quando coloca, você é expulsa daquele lugar. Você não tem o direito de permanecer ali, até porquê, você nunca quis estar lá de fato. Então você sai. E depois vem a culpa. Alguém que queria e merecia deveria ter arrumado aquilo, não você. E depois vem a saudade. Por que tudo o que você faz, sendo bom ou ruim, certo ou errado, você sente saudade. É natural da vida. E depois vem a solidão. Não a solidão de fato. Você só fica ali procurando outra bagunça, se lembrando de algumas outras que você já arrumou, ou ordens que você bagunçou. Sempre vai ter uma coisa pra fazer você lembrar de todas as coisas que você já deveria ter feito certo na vida. Sim, é o famoso "E se...?".
Assim como, às vezes, estamos querendo tantas coisas e nem mesmo percebemos quando as conseguimos, alguém precisa vir até a gente e sussurrar lá no fundo que precisamos enxergar todas as coisas que nós temos antes de querer algo maior. Ou simplesmente fazer desse pouco o suficiente. Ou fazer do suficiente, pouco. Às vezes coisas demais não são o melhor.
Aprendi que algumas paredes ainda são de vidro. Algumas pessoas ainda são transparentes. A gente precisa escolher de que lado da moedas queremos apostar. A gente precisa ver como é que as coisas vão ser quando levantarmos a cabeça e esquecer que o passado um dia importou. Imagina só, você acordar um dia e só pensar no futuro. O passado será apenas alguma coisa que você viveu, que passou. Que não deixou marcas ou coisas assim. O passado vai ser só o passado que você não consegue lembrar. E nem quer. As coisas que você fez vão ser apenas... Elas não vão ser nada. Sei que é estranho se imaginar sem todas as experiências e aprendizados, mas alguns deles não merecem tanta atenção. Tanta lembrança.
Agora é só isso. Esperar o frio passar e ver até onde que essa brincadeira vai chegar. Parece mais um tipo de esconde-esconde onde ninguém nunca vai ganhar.

and they screams: the worst things in life come free to us.
'cause we're just under the upperhand
and go mad for a couple of grams.
but she don't wanna go outside tonight.
and in the pipes she flies to the motherland.
or sells love to another man.
is too cold outside for angels to fly.
angels will die.
covered in white.                                                                                                the A team - ed sheeran

27 de abril de 2012

a mosca.

Postado por V, às 18:21 0 comentários
prfv, leia aqui e entenda o contexto da mosca. mas o relato de hoje é mais literal.

eu estava no meu quarto arrumando minha cama quando ouço o barulho de uma mosca batendo na minha janela. eu olhei para a janela e vi que tinha uma fresta considerável entre a parte direita e a esquerda, e que a mosca poderia muito bem sair por ali. continuei.
a mosca continuou batendo no vidro.
eu parei o que estava fazendo e abri a janela. a mosca sumiu. eu presumi que ela tinha saído e fui até o quarto da minha irmã ver se tinha alguma coisa pra arrumar por lá.
voltei ao meu quarto.
a mosca ainda estava batendo na janela.
mas raios que eu tinha aberto a janela minutos antes, e ela ainda estava lá.
nesse momento eu parei e refleti sobre o que eu tinha escrito sobre pessoas-moscas. eu tenho esses momentos reflexivos sempre que uma mosca fica batendo na minha janela. literalmente ou não. eu fiquei olhando a mosca tentando atravessar o vidro e depois imaginei: e se tiver alguma mosca batendo no meu eu-vidro agora e eu ainda não percebi?
eu tenho essa mania de assimilar toda e qualquer coisa banal à minha vida. tudo pra mim é metáfora de acontecimentos que estão acontecendo e eu não percebi. e a mosca continuava lá, tentando atravessar.
engraçado foi que eu abri a mesma parte da qual eu podia ter jurado que percebi a mosca saindo. ela continuou batendo no outro vidro. moscas são insistentes, e, ou você abre o lado em que elas estão batendo, ou elas continuam tentando. meio humano isso, não? tentar o que você sabe que não vai conseguir. abri os dois lados. afinal, não é nada justo aprisionar o que quer voar. mesmo que a sua casa seja grande. mesmo que você seja grande e possa abrigar esse ser rebelde. por mais que você tenha motivos para fazer com que ele fique ao seu lado, e não do outro. ele é livre, assim como você.

25 de abril de 2012

me, my brain and i.

Postado por V, às 17:06 0 comentários

e cês não acham que é a total realidade? não existe meio termo. ou quero demais, ou não quero. nada disso de chance, ou de "vamos ver no que dá, né". sei lá. deveria mudar isso. obsessão e desinteresse demais nem é uma coisa muito boa.

24 de abril de 2012

michel teló e eu.

Postado por V, às 18:13 0 comentários
calma, calma, minha gente.
é só que minha mãe deu que gosta mesmo de michel teló e comprou o CD "michel na balada". ou dois. ou três. não sei. só sei que em todo tocador de CD dessa casa, tem um CD desses. e sabe, nada contra o michel teló, depois de umas eras ouvindo isso, acostuma. então tudo bem, certo? quase.
eis que toda vez que eu entro no carro, ou desço do meu quarto, que minha mãe decide ouvir esse CD, toca a mesma música. e quem dera fosse "ai, se eu te pego", até agradecia. mas não. é um raio de uma música que possui os seguintes versos:
se você não quer mais me ver
é muita coincidência todo dia a gente se encontrar
você me segue e eu te sigo
assume de uma vez que nós nunca deixamos de gostar...

e oi, podia ser menos... casada com o momento? eu fiquei pensando, e decorando, e refletindo sobre esse refrão desde a quinta-feira. e se não fosse mais descritiva do que é, acho que eu nem me importaria. mas é. sei lá. todo o momento. e toda vez eu fico pensando nisso.
não importa se eu tô tendo a ideia que pode mudar a minha vida. que pode salvar o planeta, montando um plano diabólico pra dominar a galáxia. ou simplesmente entendendo uma equação matemática... se essa música começa a tocar (o que sempre acontece), eu lembro das coisas e fico encaixando os fatos em todos os versos. e pensem: se eu faço isso com MICHEL TELÓ, qual é a chance de eu... sei lá, encaixar a vida em toda e qualquer música que eu ouça? assim, todas. vou lembrar de uma pessoa, de um caso, de um conto, um livro... e vou começar a encaixar tudo. e nada disso é bom. depois eu fico no inspired da vida, e só faço merda. só vou relatar as merdas aqui. mas é aquilo que a gente não consegue evitar.

23 de abril de 2012

Please, do not fall in love with the guy with a book.

Postado por V, às 21:53 0 comentários

E já perceberam os lugares onde a gente espera achar a pessoa certa? Acho total válido esse aviso na porta do metrô. Já pararam pra contar quantas vezes a gente já não se imaginou conhecendo a outra metade num trem, num metrô? Na salinha de espera do dentista. No horti-fruti ali do mercado da esquina. Sentado no banquinho da praça no centro da cidade. Ou simplesmente esbarrando por aí na rua.
Acho que deveriam haver mais "avisos" como esse da porta, só que em todos os lugares. Ao invés de ser limite de velocidade, ou mostrando que ali não se pode estacionar, deveria estar que é proibido se apaixonar naquele local. As multas deveriam ser altas. Talvez assim, finalmente, parássemos de procurar tanto essas coisas naturais em qualquer canto que existe pela cidade.
Claro que seria ótimo você simplesmente conhecer alguém viável literalmente esbarrando na rua. Tipo aquelas cenas de filme de sessão da tarde. É, seria. Se não fosse tão ficção e durasse mais tempo do que costuma durar.
Acho que, algum dia, depois de sair com uma camiseta de "free hugs", eu saia com cartazes de "don't fall in love here". Curto, assim, quebrar fantasias alheias. De verdade. Já que os outros não medem esforços para quebrar as minhas.

mas então, dia 23.

Postado por V, às 18:43 0 comentários
e tudo vem sendo fácil. apesar dos pensamentos, das lembranças, está sendo fácil. a gente sobrevive quando já vivenciou coisas piores, não? acho que logo volto ao meu ritmo normal, rotina normal. tudo voltará a ser normal, visto dos meus olhos. aos olhos dos outros... acho que nada nunca saiu do lugar, certo?
e assim a gente vai seguindo. a vida continua. tudo continua. "o mundo não pára pra que você ajunte os seus pedaços". mas que pedaços, não? acho que nunca me despedacei por aí. não tão gravemente.
e, sei lá. não tenho o que escrever ainda. só acho que não deveria deixar um grande intervalo entre os acontecimentos. não que a vida esteja tão agitada assim. é que eu preferi não me mostrar por aí. não tão frágil, por enquanto. quem sabe amanhã. ou semana que vem. ou daqui a pouco, mesmo.

19 de abril de 2012

a little unwell.

Postado por V, às 18:06 0 comentários
but i'm not crazy, i'm just a little unwell. i know right now you can't tell. but stay awhile and maybe then you'll see, a different side of me. i'm not crazy, i'm just a little impaired. i know right now you don't care, but soon enough you're gonna think of me and how I used to be... me
unwell - matchbox twenty

e daí que as coisas melhoraram pra mim. sei lá, eu tava realmente numa montanha russa emocional, na qual eu chorava ao mesmo tempo que ria. eu mesma não entendia o que estava fazendo e acontecendo, só sei que sentia que logo tudo ficaria bem, por que eu dei uma de sentir tudo e qualquer coisa. então eu esperei. esperei pra ver o que o tempo me dizia, pra ver o que o tempo fazia. e de qualquer forma, amenizou. parou com todo esse exagero de gestos e pensamentos. e quase sentimentos. amenizou, simplesmente. até sumir de verdade vai algum tempo. se bem que as coisas talvez caminhem para outro lado. talvez eu simplesmente não saiba. vai que a vida decide que eu mereço algo bom dessa vez. talvez, né, eu finalmente tenha aprendido a encarar a realidade. a verdade.
e anda tudo equilibrado, eu acho. tudo voltou ao normal agora. tudo mesmo. a mesma dose de ciúmes, a mesma dose de vontade, a mesma dose de distância saudável. uma hora tudo isso passa a ser só rotina. a mesma coisa de abrir os olhos, levantar, e simplesmente deixar tudo passar. a dor passar, a incerteza passar, o passado passar, a tristeza passar. e só parar quando achar a oportunidade e a felicidade. e o esquecimento. desse a gente nunca pode deixar passar despercebido. é quase que a coisa mais importante que podemos encontrar.
e aí que a vida vai seguindo. meio torta, meio reta. meio eu. um dia eu me acerto com ela.

16 de abril de 2012

Continua...

Postado por V, às 21:06 0 comentários
20:19 -  respira
Agora é difícil. É difícil respirar quando toda brisa me traz o teu cheiro. A culpa é minha, eu sei. Eu que ficava procurando ele em todos os lugares, e agora sempre que o encontro me sinto mal. Não sei o que andou me dando esses tempos, eu não sei se sinto orgulho ou saudade. Devem ser os dois.

20:25 - doendo
Engraçado que eu já não sei mais o que anda doendo aqui. Pode ser só a falta. Pode ser só a ideia da falta. Pode ser só muscular mesmo. Só sei que dói e não para. Não alivia, não piora. Parou. Como você. Como eu. Como tudo.

20:42 - tempo
O tempo parece diferente agora. Não sei passa rápido ou devagar. Um pouco dos dois, não? Decora para eu poder te ver de novo, mas quando vejo o tempo passa tão rápido. É sempre tudo rápido, não? Poderia mudar isso. Deveria, na verdade. Eu nunca me dei bem com coisas rápidas. É difícil para mim assimilar o início e o fim de coisas passageiras e rápidas. Não sou mais uma transeunte por essas suas ruas. A não ser que você decida que eu sou. Como veio fazendo.

20:47 - "que seja doce"
Isso é frase para Setembro, sabia? Pequeno Setembro se faz tão presente todos os dias, e acho que ninguém percebe. Na verdade, eu tenho elementos dele em todos os meus dias. Para mim é como se todo dia fosse Setembro. Pequeno, assim.

20:53 - 1901 / 6h53
É tudo isso, certo? "drifting away" é o mesmo que "dormir e desistir", se for pensar. Mas depois de 56 anos, ou 56 semanas, ou 56 dias, ou 56 minutos, quem sabe, as coisas não serão esquecidas tão fácil. 1855 não se tornou 1901 em segundos. Quem dera eu não tivesse me transformado no que você conheceu em segundos. Um sorriso dura segundos, e só isso que precisou.

20:59 - no, i just wanna hold ya. give a little time to me, we'll burn this out. we'll play hide and seek to turn this aroung. all i want is the taste that you'r lips will allow. my my, my my... oh, give me love. my my, my my... oh give me love. give me love like never before.
 

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